Festival de Woodstock
Em 15 de agosto de 1969, tem início o Festival de Woodstock, em uma fazenda em Nova York.
sábado, agosto 15, 2009
sexta-feira, agosto 14, 2009
5ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas
Provas da 1a Fase - nova data!
Em virtude do adiamento do retorno às aulas em alguns estados brasileiros, a OBMEP adiou a aplicação das provas da
1a Fase, em todo o Brasil, para o dia 25 de agosto, terça feira.
Lembramos que a data limite para o envio dos cartões-resposta continua inalterada: 31 de agosto.
Qualquer informação adicional, favor contatar a Coordenação Geral da OBMEP:
email: contato@obmep.org.br
tel: 21-2529-5084
Fonte: http://www.obmep.org.br
Em virtude do adiamento do retorno às aulas em alguns estados brasileiros, a OBMEP adiou a aplicação das provas da
1a Fase, em todo o Brasil, para o dia 25 de agosto, terça feira.
Lembramos que a data limite para o envio dos cartões-resposta continua inalterada: 31 de agosto.
Qualquer informação adicional, favor contatar a Coordenação Geral da OBMEP:
email: contato@obmep.org.br
tel: 21-2529-5084
Fonte: http://www.obmep.org.br
quinta-feira, agosto 13, 2009
Temática afro-brasileira terá publicação de obras didáticas
Estarão prontas este ano quatro obras didáticas sobre a temática étnico-racial, história e cultura afro-brasileira para uso de professores e estudantes do ensino fundamental das redes públicas. A criação desses materiais é de responsabilidade do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (Neab) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). A instituição foi selecionada por edital, em 2008.
O coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UFSCar, Valter Roberto Silvério, informa que a instituição está criando quatro livros para professores e quatro para alunos do primeiro ao nono ano do ensino fundamental. A abordagem dos conteúdos segue o que determina a Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. O professor Valter Silvério explica que a produção dos materiais sofreu seis meses de atraso, porque demorou a liberação dos recursos. A previsão é entregar os materiais no final de 2009.
História da África - Paralelo à produção dos livros para professores e alunos, o núcleo de estudos trabalha na tradução da língua francesa para o português de quatro dos oito volumes da coleção História Geral da África. A coleção da Editora J. Kizerbo foi publicada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no final dos anos 1980, e é obra de referência sobre o continente africano. Do conjunto, quatro livros já têm tradução para a língua portuguesa.
Os oito volumes dividem os conteúdos em: metodologia e pré-história, antiga civilização, África do século VII ao XI, África do século XII ao XVI, África dos séculos XVII e XVIII, África do século XIX até 1880, a dominação colonial de 1880 a 1935, e de 1935 aos anos 80.
Em abril deste ano, a UFSCar venceu outro edital do Ministério da Educação para desenvolver um curso de especialização à distância sobre diversidade e relações étnico-raciais. O curso de 360 horas será ministrado pela instituição em pólos da Universidade Aberta do Brasil (UAB). O projeto prevê a abertura de duas mil vagas.
Pedidos dos municípios – Em 2008, o Ministério da Educação selecionou 27 universidades públicas, federais e estaduais, para organizar cursos de formação de professores (aperfeiçoamento, especialização ou extensão) e produção de materiais didático-pedagógicos na temática étnico-racial. Os materiais didáticos e a qualificação de professores foram solicitados por 72% dos municípios nos planos de ações articuladas (PAR), em 2007 e 2008.
Para executar essa tarefa, as 27 universidades receberam R$ 3,6 milhões do Programa de Ações Afirmativas para a População Negra nas Instituições Públicas de Educação Superior (Uniafro). Cada projeto recebeu entre R$ 100 mil e R$ 150 mil. Das 27 instituições, a UFSCar foi selecionada para criar materiais didáticos e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul para produzir vídeos.
O Plano de Ações Articuladas (PAR) é um diagnóstico e planejamento das ações educacionais realizado por estados e municípios para um período de cinco anos, de 2007 a 2011.
Ionice Lorenzoni
Fonte:http://portal.mec.gov.br
12 de agosto de 2009.
O coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UFSCar, Valter Roberto Silvério, informa que a instituição está criando quatro livros para professores e quatro para alunos do primeiro ao nono ano do ensino fundamental. A abordagem dos conteúdos segue o que determina a Lei nº 10.639, de 9 de janeiro de 2003. O professor Valter Silvério explica que a produção dos materiais sofreu seis meses de atraso, porque demorou a liberação dos recursos. A previsão é entregar os materiais no final de 2009.
História da África - Paralelo à produção dos livros para professores e alunos, o núcleo de estudos trabalha na tradução da língua francesa para o português de quatro dos oito volumes da coleção História Geral da África. A coleção da Editora J. Kizerbo foi publicada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no final dos anos 1980, e é obra de referência sobre o continente africano. Do conjunto, quatro livros já têm tradução para a língua portuguesa.
Os oito volumes dividem os conteúdos em: metodologia e pré-história, antiga civilização, África do século VII ao XI, África do século XII ao XVI, África dos séculos XVII e XVIII, África do século XIX até 1880, a dominação colonial de 1880 a 1935, e de 1935 aos anos 80.
Em abril deste ano, a UFSCar venceu outro edital do Ministério da Educação para desenvolver um curso de especialização à distância sobre diversidade e relações étnico-raciais. O curso de 360 horas será ministrado pela instituição em pólos da Universidade Aberta do Brasil (UAB). O projeto prevê a abertura de duas mil vagas.
Pedidos dos municípios – Em 2008, o Ministério da Educação selecionou 27 universidades públicas, federais e estaduais, para organizar cursos de formação de professores (aperfeiçoamento, especialização ou extensão) e produção de materiais didático-pedagógicos na temática étnico-racial. Os materiais didáticos e a qualificação de professores foram solicitados por 72% dos municípios nos planos de ações articuladas (PAR), em 2007 e 2008.
Para executar essa tarefa, as 27 universidades receberam R$ 3,6 milhões do Programa de Ações Afirmativas para a População Negra nas Instituições Públicas de Educação Superior (Uniafro). Cada projeto recebeu entre R$ 100 mil e R$ 150 mil. Das 27 instituições, a UFSCar foi selecionada para criar materiais didáticos e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul para produzir vídeos.
O Plano de Ações Articuladas (PAR) é um diagnóstico e planejamento das ações educacionais realizado por estados e municípios para um período de cinco anos, de 2007 a 2011.
Ionice Lorenzoni
Fonte:http://portal.mec.gov.br
12 de agosto de 2009.
Amigos imaginários melhoram linguagem da criança
Pais, não se preocupem: os amigos imaginários são bons para a capacidade linguística de seus filhos, podendo inclusive melhorar seu rendimento escolar, segundo um estudo neozelandês. Gabriel Trionfi e Elaine Reese, da Universidade de Otago, investigaram a capacidade linguística de 48 meninos e meninas com cinco anos e meio de idade; 23 deles tinham amigos 'invisíveis'.
Os pesquisadores concluíram que as crianças que brincavam com esses amigos imaginários tinham habilidades narrativas mais avançadas do que as crianças que não mantinham esse tipo de atividade.
"Como a capacidade das crianças para contar histórias é um forte indicador da sua futura capacidade de leitura, essas diferenças podem ter mesmo repercussões positivas para o desempenho acadêmico das crianças", disse Reese em nota divulgada no site da universidade.
A habilidade linguística das crianças foi avaliada com base no seu vocabulário e na sua capacidade de recontar uma história ficcional a um boneco, e então uma história realista baseada em um passeio ou evento familiar. Embora não houvesse diferenças significativas em termos de vocabulário, as crianças com amigos imaginários contavam com mais qualidade as histórias fictícias e reais.
"O mais importante é que as crianças com amigos imaginários adequavam suas histórias à tarefa. Para as histórias ficcionais, elas incluíam mais diálogos. Para as histórias realistas, elas forneciam mais informações sobre hora e lugar, em comparação com as crianças sem amigos imaginários", explicou Reese.
"Acreditamos que as crianças com amigos imaginários podem estar obtendo uma prática adicional no ato de contar histórias. Primeiro, podem estar criando histórias com seus amigos imaginários. Segundo, como seus amigos são invisíveis, as crianças podem relatar suas aventuras a adultos interessados", acrescentou.
O estudo foi publicado na mais recente edição da revista Child Development.
JB Online 12 de agosto de 2009
in http://noticias.terra.com.br
Os pesquisadores concluíram que as crianças que brincavam com esses amigos imaginários tinham habilidades narrativas mais avançadas do que as crianças que não mantinham esse tipo de atividade.
"Como a capacidade das crianças para contar histórias é um forte indicador da sua futura capacidade de leitura, essas diferenças podem ter mesmo repercussões positivas para o desempenho acadêmico das crianças", disse Reese em nota divulgada no site da universidade.
A habilidade linguística das crianças foi avaliada com base no seu vocabulário e na sua capacidade de recontar uma história ficcional a um boneco, e então uma história realista baseada em um passeio ou evento familiar. Embora não houvesse diferenças significativas em termos de vocabulário, as crianças com amigos imaginários contavam com mais qualidade as histórias fictícias e reais.
"O mais importante é que as crianças com amigos imaginários adequavam suas histórias à tarefa. Para as histórias ficcionais, elas incluíam mais diálogos. Para as histórias realistas, elas forneciam mais informações sobre hora e lugar, em comparação com as crianças sem amigos imaginários", explicou Reese.
"Acreditamos que as crianças com amigos imaginários podem estar obtendo uma prática adicional no ato de contar histórias. Primeiro, podem estar criando histórias com seus amigos imaginários. Segundo, como seus amigos são invisíveis, as crianças podem relatar suas aventuras a adultos interessados", acrescentou.
O estudo foi publicado na mais recente edição da revista Child Development.
JB Online 12 de agosto de 2009
in http://noticias.terra.com.br
quarta-feira, agosto 12, 2009
Turmas de 1º ano
Atenção alunos e alunas das três Escolas:
Retornando às aulas e já às vésperas da 2ª avaliação, vamos situar-nos?
Conteúdo para a prova (vale 8,0 (oito pontos):
- Positivismo
- Durkheim e os fatos sociais.
Tarefa valendo 2,0 (dois pontos), realizada em classe: O Positivismo no Brasil.
Já existe neste blog textos e vídeo sobre o Positivismo; faça a busca nas turmas de 1º ano. Caso queira adquirir apostila, dirija-se à copiadora da sua Escola.
Bons estudos!
Retornando às aulas e já às vésperas da 2ª avaliação, vamos situar-nos?
Conteúdo para a prova (vale 8,0 (oito pontos):
- Positivismo
- Durkheim e os fatos sociais.
Tarefa valendo 2,0 (dois pontos), realizada em classe: O Positivismo no Brasil.
Já existe neste blog textos e vídeo sobre o Positivismo; faça a busca nas turmas de 1º ano. Caso queira adquirir apostila, dirija-se à copiadora da sua Escola.
Bons estudos!
terça-feira, agosto 11, 2009
Adiada a Olimpíada de Matemática
Olimpíada de Matemática é adiada por causa da gripe suína
11 de agosto de 2009 • 18h51 • atualizado às 20h46
Em função da prorrogação das férias em várias escolas do País para evitar o contágio de alunos pelo vírus Influenza H1N1, a direção da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) decidiu adiar as primeiras provas da competição.
Os testes estavam previstos para o dia 18, mas foram transferidos para 25 de agosto. Mais de 19 milhões de estudantes do ensino médio e dos anos finais do ensino fundamental (5ª a 8ª série - 6º ao 9º ano) estão inscritos para participar da edição 2009.
A Olímpiada de Matemática é promovida pela Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), e pelos Ministérios da Ciência e Tecnologia e da Educação.
Agência Brasil
Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao
11 de agosto de 2009 • 18h51 • atualizado às 20h46
Em função da prorrogação das férias em várias escolas do País para evitar o contágio de alunos pelo vírus Influenza H1N1, a direção da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) decidiu adiar as primeiras provas da competição.
Os testes estavam previstos para o dia 18, mas foram transferidos para 25 de agosto. Mais de 19 milhões de estudantes do ensino médio e dos anos finais do ensino fundamental (5ª a 8ª série - 6º ao 9º ano) estão inscritos para participar da edição 2009.
A Olímpiada de Matemática é promovida pela Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), e pelos Ministérios da Ciência e Tecnologia e da Educação.
Agência Brasil
Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao
Programa Pró-universitário
Seduc ofertará 4.200 vagas para o Pró-Universitário
07/08/2009 11:31:00
Secretaria de Estado de Educação (Seduc) vai ofertar 4.200 vagas a estudantes do terceiro ano do Ensino Médio das escolas estaduais da Região Metropolitana de Belém (RMB), interessados em participar do Pró-Universitário, programa com nove aulas preparatórias para as provas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) e para os processos seletivos das Instituições de Ensino Superior (IES). A primeira aula acontece no próximo dia 16 deste mês, de 8h às 12h, em três locais da cidade. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas a partir desta segunda-feira (10) pelo portal da Seduc, no endereço www.seduc.pa.gov.br.
Segundo o coordenador de Ensino Médio da Seduc, Luiz Otávio Airosa, o programa terá uma carga horária de 74 horas/aula e será dividido em dois momentos, com a primeira parte direcionada à preparação dos alunos do Ensino Médio, que vão fazer as provas do Enem, que acontece nos dias 4 e 5 outubro. O segundo momento irá preparar os alunos para as provas dos processos seletivos da Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade do Estado do Pará (UEPA), Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA). “O diferencial do programa é que em cada jornada de aula, que compreende 4 horas, as questões serão trabalhadas por uma equipe multidisciplinar, com professores de todas as áreas do conhecimento respondendo às dúvidas dos alunos ", explicou Airosa.
Para cada espaço, a Seduc vai disponibilizar quatro professores de Ciências Humanas e suas Tecnologias, Códigos e Linguagens e suas Tecnologias, Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias. As aulas serão realizadas aos domingos, pela manhã e tarde. São 2.500 vagas disponíveis para o auditório do Centro de Convenções e Feiras da Amazônia – Hangar, 1.000 vagas para o Centro de Convenções da UFPA e 700 vagas para o auditório do Seminário Pio X, na rodovia BR-316. A última aula acontece no dia 18 de dezembro.
Todo o conteúdo do programa será gravado pelo TV Escola, um programa de educação à distância do Ministério da Educação (MEC) que fará a reprodução e distribuição aos pólos da Seduc, no interior do Estado. “Vamos fazer um esforço para que todo aluno da Rede possa ter acesso às aulas, disponibilizando também as apostilas do programa no portal”, disse Airosa. Ao todo, 35 mil alunos estão matriculados no terceiro ano do Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino.
Texto: Julie Rocha
Fonte: www.seduc.pa.gov.br
Meu comentário: Faço uma pequena correção quanto às datas de provas do Enem para: dias 3 e 4 de outubro.
Ficha de inscrição aqui
07/08/2009 11:31:00
Secretaria de Estado de Educação (Seduc) vai ofertar 4.200 vagas a estudantes do terceiro ano do Ensino Médio das escolas estaduais da Região Metropolitana de Belém (RMB), interessados em participar do Pró-Universitário, programa com nove aulas preparatórias para as provas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) e para os processos seletivos das Instituições de Ensino Superior (IES). A primeira aula acontece no próximo dia 16 deste mês, de 8h às 12h, em três locais da cidade. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas a partir desta segunda-feira (10) pelo portal da Seduc, no endereço www.seduc.pa.gov.br.
Segundo o coordenador de Ensino Médio da Seduc, Luiz Otávio Airosa, o programa terá uma carga horária de 74 horas/aula e será dividido em dois momentos, com a primeira parte direcionada à preparação dos alunos do Ensino Médio, que vão fazer as provas do Enem, que acontece nos dias 4 e 5 outubro. O segundo momento irá preparar os alunos para as provas dos processos seletivos da Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade do Estado do Pará (UEPA), Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA). “O diferencial do programa é que em cada jornada de aula, que compreende 4 horas, as questões serão trabalhadas por uma equipe multidisciplinar, com professores de todas as áreas do conhecimento respondendo às dúvidas dos alunos ", explicou Airosa.
Para cada espaço, a Seduc vai disponibilizar quatro professores de Ciências Humanas e suas Tecnologias, Códigos e Linguagens e suas Tecnologias, Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias. As aulas serão realizadas aos domingos, pela manhã e tarde. São 2.500 vagas disponíveis para o auditório do Centro de Convenções e Feiras da Amazônia – Hangar, 1.000 vagas para o Centro de Convenções da UFPA e 700 vagas para o auditório do Seminário Pio X, na rodovia BR-316. A última aula acontece no dia 18 de dezembro.
Todo o conteúdo do programa será gravado pelo TV Escola, um programa de educação à distância do Ministério da Educação (MEC) que fará a reprodução e distribuição aos pólos da Seduc, no interior do Estado. “Vamos fazer um esforço para que todo aluno da Rede possa ter acesso às aulas, disponibilizando também as apostilas do programa no portal”, disse Airosa. Ao todo, 35 mil alunos estão matriculados no terceiro ano do Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino.
Texto: Julie Rocha
Fonte: www.seduc.pa.gov.br
Meu comentário: Faço uma pequena correção quanto às datas de provas do Enem para: dias 3 e 4 de outubro.
Ficha de inscrição aqui
Homenagem ao estudante
11 DE AGOSTO
DIA DO ESTUDANTE
Origem
No dia 11 de agosto de 1827, D. Pedro I instituiu no Brasil os dois primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais do país: um em São Paulo e o outro em Olinda, este último mais tarde transferido para Recife. Até então, todos os interessados em entender melhor o universo das leis tinham de ir a Coimbra, em Portugal, que abrigava a faculdade mais próxima.
Na capital paulista, o curso acabou sendo acolhido pelo Convento São Francisco, um edifício de taipa construído por volta do século XVII. As primeiras turmas formadas continham apenas 40 alunos. De lá para cá, nove Presidentes da República e outros inúmeros escritores, poetas e artistas já passaram pela escola do Largo São Francisco, incorporada à USP em 1934.
Cem anos após sua criação dos cursos de direito, Celso Gand Ley propôs que a data fosse escolhida para homenagear todos os estudantes. Foi assim que nasceu o Dia do Estudante, em 1927.
Oração do estudante
Senhor, eu sou estudante, e por sinal, inteligente.
Prova isto o fato de eu estar aqui, conversando com você.
Obrigado pelo dom da inteligência e pela possibilidade de estudar.
Mas, como você sabe, Cristo, a vida de estudante nem sempre é fácil.
A rotina cansa e o aprender exige uma série de renúncias: o meu cinema, o meu jogo preferido, os meus passeios, e também alguns programas de TV .
Eu sei que preparo hoje o meu amanhã.
Por isso lhe peço, Senhor, ajuda-me a ser bom estudante.
Dê-me coragem e entusiasmo para recomeçar a cada dia.
Abençoe a mim, a minha turma e os meus professores. Amém.
Fonte: http://www.velhosamigos.com.br
DIA DO ESTUDANTE
Origem
No dia 11 de agosto de 1827, D. Pedro I instituiu no Brasil os dois primeiros cursos de ciências jurídicas e sociais do país: um em São Paulo e o outro em Olinda, este último mais tarde transferido para Recife. Até então, todos os interessados em entender melhor o universo das leis tinham de ir a Coimbra, em Portugal, que abrigava a faculdade mais próxima.
Na capital paulista, o curso acabou sendo acolhido pelo Convento São Francisco, um edifício de taipa construído por volta do século XVII. As primeiras turmas formadas continham apenas 40 alunos. De lá para cá, nove Presidentes da República e outros inúmeros escritores, poetas e artistas já passaram pela escola do Largo São Francisco, incorporada à USP em 1934.
Cem anos após sua criação dos cursos de direito, Celso Gand Ley propôs que a data fosse escolhida para homenagear todos os estudantes. Foi assim que nasceu o Dia do Estudante, em 1927.
Oração do estudante
Senhor, eu sou estudante, e por sinal, inteligente.
Prova isto o fato de eu estar aqui, conversando com você.
Obrigado pelo dom da inteligência e pela possibilidade de estudar.
Mas, como você sabe, Cristo, a vida de estudante nem sempre é fácil.
A rotina cansa e o aprender exige uma série de renúncias: o meu cinema, o meu jogo preferido, os meus passeios, e também alguns programas de TV .
Eu sei que preparo hoje o meu amanhã.
Por isso lhe peço, Senhor, ajuda-me a ser bom estudante.
Dê-me coragem e entusiasmo para recomeçar a cada dia.
Abençoe a mim, a minha turma e os meus professores. Amém.
Fonte: http://www.velhosamigos.com.br
domingo, agosto 09, 2009
Homenagem aos pais
As Mãos do Meu Pai
As tuas mãos tem grossas veias como cordas azuis
sobre um fundo de manchas já cor de terra
— como são belas as tuas mãos —
pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram
na nobre cólera dos justos...
Porque há nas tuas mãos, meu velho pai,
essa beleza que se chama simplesmente vida.
E, ao entardecer, quando elas repousam
nos braços da tua cadeira predileta,
uma luz parece vir de dentro delas...
Virá dessa chama que pouco a pouco, longamente,
vieste alimentando na terrível solidão do mundo,
como quem junta uns gravetos e tenta acendê-los contra o vento?
Ah, Como os fizeste arder, fulgir,
com o milagre das tuas mãos.
E é, ainda, a vida
que transfigura das tuas mãos nodosas...
essa chama de vida — que transcende a própria vida...
e que os Anjos, um dia, chamarão de alma...
Mario Quintana
As tuas mãos tem grossas veias como cordas azuis
sobre um fundo de manchas já cor de terra
— como são belas as tuas mãos —
pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram
na nobre cólera dos justos...
Porque há nas tuas mãos, meu velho pai,
essa beleza que se chama simplesmente vida.
E, ao entardecer, quando elas repousam
nos braços da tua cadeira predileta,
uma luz parece vir de dentro delas...
Virá dessa chama que pouco a pouco, longamente,
vieste alimentando na terrível solidão do mundo,
como quem junta uns gravetos e tenta acendê-los contra o vento?
Ah, Como os fizeste arder, fulgir,
com o milagre das tuas mãos.
E é, ainda, a vida
que transfigura das tuas mãos nodosas...
essa chama de vida — que transcende a própria vida...
e que os Anjos, um dia, chamarão de alma...
Mario Quintana
sábado, agosto 08, 2009
Escolas deverão informar frequência de alunos aos pais
As escolas de todo o país serão obrigadas, a partir de hoje, a informar pai e mãe sobre a frequência e o rendimento dos alunos, além de apresentar a eles a proposta pedagógica da escola. A medida publicado no Diário Oficial da União acrescenta um parágrafo ao Artigo 12 da Lei nº 9.394, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
De acordo com o Artigo 12, os estabelecimentos de ensino têm a incumbência de elaborar e executar sua proposta pedagógica, assegurar o cumprimento dos dias letivos e carga horária estabelecidos, velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada professor, prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento, e articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola.
Agência Brasil
07.08.09
Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao
De acordo com o Artigo 12, os estabelecimentos de ensino têm a incumbência de elaborar e executar sua proposta pedagógica, assegurar o cumprimento dos dias letivos e carga horária estabelecidos, velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada professor, prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento, e articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola.
Agência Brasil
07.08.09
Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao
Alunos do 2º ano - Deodoro de Mendonça - manhã
Sobre a 1ª tarefa: estereótipos masculino e feminino, informo novamente que o artigo para leitura de aprofundamento de autoria do prof. Jéferson Mendes foi postado no dia 4 de maio sob o título Cultura e dominação. Você poderão também fazer a busca sobre questão do gênero.
Alguns alunos estão com dificuldades. Logo que eu passei a tarefa, orientei sobre como proceder. Devemos cumprir os prazos dados para realizar tarefas. Lembro que isso é disciplina. Mas, por conta de vários contratempos, é possível realizar até o dia 21 do corrente. Aguardo seus comentários à pergunta dirigida exclusivamente às suas turmas.
Alguns alunos estão com dificuldades. Logo que eu passei a tarefa, orientei sobre como proceder. Devemos cumprir os prazos dados para realizar tarefas. Lembro que isso é disciplina. Mas, por conta de vários contratempos, é possível realizar até o dia 21 do corrente. Aguardo seus comentários à pergunta dirigida exclusivamente às suas turmas.
sexta-feira, agosto 07, 2009
Novo Enem - Mini curso intensivo
Atenção alunos do 3º ano (convênio)- turno da manhã da Escola Deodoro de Mendonça:
Ariana Maira Pereira de Souza
Camila Gil de Almeida
Hellen Kariny Gonçalves Costa
Maria Antonia Gonçalves
Nayana Rosário da Silva
Walkiria Moraes Ferreira
William Felipe de Lima Silva
Recebi e-mail da Diretoria Comercial - Relacionamento com Ensino Médio, Estácio, RJ confirmando as inscrições. As aulas iniciarão dia 08/08 na Faculdade do Pará - FAP. Solicito entrarem em contato comigo urgente.
Ariana Maira Pereira de Souza
Camila Gil de Almeida
Hellen Kariny Gonçalves Costa
Maria Antonia Gonçalves
Nayana Rosário da Silva
Walkiria Moraes Ferreira
William Felipe de Lima Silva
Recebi e-mail da Diretoria Comercial - Relacionamento com Ensino Médio, Estácio, RJ confirmando as inscrições. As aulas iniciarão dia 08/08 na Faculdade do Pará - FAP. Solicito entrarem em contato comigo urgente.
terça-feira, agosto 04, 2009
O filme O Contador de Histórias
Estréia prevista para 7 de agosto:
A história do menino Roberto Carlos Ramos, analfabeto até os 13 anos de idade e considerado “irrecuperável”, ilustra o que acontece com boa parte das 75 milhões de crianças que estão fora da escola. No mundo, hoje, um em cada seis adultos é analfabeto. O alerta é feito pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), que viu na produção do filme “O Contador de Histórias” uma excelente oportunidade de reflexão sobre a importância crucial da educação para a superação da pobreza e da exclusão social.
É para mudar essa difícil realidade, tão bem expressada em O Contador de Histórias, que a UNESCO dá o seu apoio ao filme, em uma rara e importante homenagem à obra. “Esperamos que o filme desperte na sociedade a visão de um novo futuro em que todas as crianças brasileiras tenham acesso à educação, à saúde e à cidadania. O Brasil pode sim recontar sua história, assim como o fez Roberto Carlos com a ajuda de uma educadora”, afirma o Representante da UNESCO no Brasil, Vincent Defourny.
A atriz Maria de Medeiros, que interpreta a pedagoga francesa Margherit Duvas, foi quem sugeriu que o filme de Luiz Villaça fosse apresentado à UNESCO. Nomeada Artista da UNESCO pela Paz em fevereiro de 2008, enquanto participava das filmagens de O Contador de Histórias, Maria de Medeiros levou à Organização a proposta de apoio ao filme.
“Fiquei encantada com a história”, diz a atriz portuguesa. “Com poucos elementos, o filme alcança uma riqueza emotiva. O Contador de Histórias é basicamente construído da relação entre essa pedagoga francesa e esse menino sem esperanças de uma vida digna. Por isso temos muito orgulho de receber o selo da UNESCO. É uma vitória para o filme, seus realizadores e para o próprio Roberto Carlos Ramos, uma pessoa excepcional que merece todos os tipos de honra.”
Para Luiz Villaça, o selo da UNESCO é o reconhecimento de um trabalho sensível e emocionante. “É um projeto que fala de cultura, de educação, de carinho e de como as pessoas podem mudar suas vidas”, afirma. “Tenho certeza de que O Contador de Histórias fará com que as pessoas repensem suas próprias vidas e tentem ajudar mais os outros”.
A também atriz Denise Fraga é produtora de O Contador de Histórias e compartilha da opinião de Maria de Medeiros e Luiz Villaça: “As pessoas ficam inspiradas pela vida do Roberto Carlos. E o apoio da UNESCO vem para confirmar a paixão que todos temos por este filme”.
No Brasil, a UNESCO é parceira de projetos que promovem a inclusão social de crianças e jovens, tais como o Criança Esperança, realizado em conjunto com a Rede Globo, e o Escola Aberta, que em parceria com o MEC, abre as escolas nos finais de semana para atividades de lazer, esporte e cultura. Em todo o mundo, a UNESCO mobiliza governos e sociedades de diferentes países para a busca permanente de uma educação de qualidade para todos ao longo da vida.
O Contador de Histórias conta a história de Roberto Carlos Ramos, um menino cheio de imaginação que é deixado pela mãe em uma entidade assistencial recém criada pelo governo. Aos treze anos, após incontáveis fugas, ele é classificado como ‘irrecuperável’ nas palavras da diretora da entidade. Contudo, para a pedagoga francesa Margherit Duvas (Maria de Medeiros), que vem ao Brasil para o desenvolvimento de uma pesquisa, Roberto representa um desafio. Determinada a fazer do menino o objeto de seu estudo, ela tenta se aproximar dele. O que surge entre os dois é uma relação de amizade e ternura, que porá em xeque a descrença de Roberto em seu futuro e desafiará Margherit a manter suas convicções.
(Fonte: Warner Bros Pictures).
in http://www.brasilia.unesco.org/
Iniciaram as inscrições ao PSS / 2010 da UFPA
UFPA abre inscrições para vestibular nesta terça-feira
04 de agosto de 2009 • 14h11 • atualizado às 14h11
A Universidade Federal do Pará inicia nesta terça-feira, dia 4 de agosto, a receber inscrições para o Processo Seletivo Seriado (PSS) 2010. O concurso é aberto a todos os candidatos, mas tem modalidade de inscrição diferenciada para aqueles que já participaram e foram aprovados em outras fases do PSS. As inscrições prosseguem até o dia 30 de agosto e as provas ocorrem nos dias 22 de novembro, 13 dezembro e 10 de janeiro de 2010.
Conforme comunicado divulgado no site da universidade, a inscrição deverá ser realizada exclusivamente pela internet, através do site do Centro de Processos Seletivos da UFPA (http://www.ceps.ufpa.br/) onde já está disponível o edital do concurso e o conteúdo programático deste ano. Candidatos sem acesso à internet podem utilizar os computadores do Laboratório de Informática do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFPA, localizado no bairro do Guamá.
Candidatos que desejam obter a isenção da taxa de inscrição devem realizar a solicitação até o dia 16 de agosto e devem estar inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal ou ser membro de família de baixa renda. Esta condição deve ser comprovada por meio de documentos entre os dias 04 e 17 de agosto diretamente no Ceps.
A taxa de inscrição para as três fases do concurso é de R$ 75 e deverá ser paga até o dia 4 de setembro. Os candidatos que já realizaram a primeira fase pagam R$ 65 e os candidatos apenas para a terceira fase pagam R$ 35.
As diferentes modalidades de inscrição se devem ao processo de transição do modelo de seleção da universidade. Candidatos que já participaram e foram aprovados em outras fases do PSS irão renovar sua inscrição para realizar a 2ª e a 3ª fase ou para fazer apenas a 3ª fase. Candidatos não inseridos no processo seriado ou aqueles inseridos no processo seriado, mas que desejem abandonar os resultados anteriores, deverão se inscrever para realizar as três fases juntas. Não haverá oferta de inscrição isolada para a 1ª nem para a 2ª fase.
O concurso deste ano oferece 6.152 vagas em 131 cursos de graduação diferentes, totalizando 790 vagas a mais do que o concurso anterior. Entre as novidades da edição 2010 destaca-se a criação de duas vagas especiais em cada curso destinadas, especificamente, para candidatos indígenas.
Fonte:http://noticias.terra.com.br
04 de agosto de 2009 • 14h11 • atualizado às 14h11
A Universidade Federal do Pará inicia nesta terça-feira, dia 4 de agosto, a receber inscrições para o Processo Seletivo Seriado (PSS) 2010. O concurso é aberto a todos os candidatos, mas tem modalidade de inscrição diferenciada para aqueles que já participaram e foram aprovados em outras fases do PSS. As inscrições prosseguem até o dia 30 de agosto e as provas ocorrem nos dias 22 de novembro, 13 dezembro e 10 de janeiro de 2010.
Conforme comunicado divulgado no site da universidade, a inscrição deverá ser realizada exclusivamente pela internet, através do site do Centro de Processos Seletivos da UFPA (http://www.ceps.ufpa.br/) onde já está disponível o edital do concurso e o conteúdo programático deste ano. Candidatos sem acesso à internet podem utilizar os computadores do Laboratório de Informática do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UFPA, localizado no bairro do Guamá.
Candidatos que desejam obter a isenção da taxa de inscrição devem realizar a solicitação até o dia 16 de agosto e devem estar inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal ou ser membro de família de baixa renda. Esta condição deve ser comprovada por meio de documentos entre os dias 04 e 17 de agosto diretamente no Ceps.
A taxa de inscrição para as três fases do concurso é de R$ 75 e deverá ser paga até o dia 4 de setembro. Os candidatos que já realizaram a primeira fase pagam R$ 65 e os candidatos apenas para a terceira fase pagam R$ 35.
As diferentes modalidades de inscrição se devem ao processo de transição do modelo de seleção da universidade. Candidatos que já participaram e foram aprovados em outras fases do PSS irão renovar sua inscrição para realizar a 2ª e a 3ª fase ou para fazer apenas a 3ª fase. Candidatos não inseridos no processo seriado ou aqueles inseridos no processo seriado, mas que desejem abandonar os resultados anteriores, deverão se inscrever para realizar as três fases juntas. Não haverá oferta de inscrição isolada para a 1ª nem para a 2ª fase.
O concurso deste ano oferece 6.152 vagas em 131 cursos de graduação diferentes, totalizando 790 vagas a mais do que o concurso anterior. Entre as novidades da edição 2010 destaca-se a criação de duas vagas especiais em cada curso destinadas, especificamente, para candidatos indígenas.
Fonte:http://noticias.terra.com.br
segunda-feira, agosto 03, 2009
domingo, agosto 02, 2009
Turmas de 2º ano
Ética
A palavra ética se origina do termo grego ethos, que significa "modo de ser", "caráter", "costume", "comportamento". De fato, a ética é o estudo desses aspectos do ser humano: por um lado, procurando descobrir o que está por trás do nosso modo de ser e de agir; por outro, procurando estabelecer as maneiras mais convenientes de sermos e agirmos. Assim, pode-se dizer que a ética trata do que é "bom" e do que é "mau" para nós.
Bom e mau, ou melhor, Bem e Mal, entretanto, são valores que não apresentam, para o ser humano, um caráter absoluto. Ao longo dos tempos, nas mais diversas civilizações, várias interpretações serão dadas a essas duas noções. A ética acompanha esse desenvolvimento histórico, para que isso sirva de base para uma reflexão sobre como ser ético no tempo presente.
Considera também como esses valores se aplicam no relacionamento interpessoal, pois a noção de um modo correto de se comportar e posicionar na vida pressupõe que isso seja feito para que cada um conviva em harmonia com os outros. A ética, portanto, trata de convivência entre seres humanos na sociedade. Num sentido mais restrito, ela se restringe às relações pessoais de cada um. Num sentido mais amplo - já que ninguém vive numa pequena comunidade isolada -, ela se relaciona com a política - da cidade, do país e do mundo. Nesse sentido, ela é possivelmente a área mais prática da filosofia.
Mas, antes de mais nada, qual o significado da palavra ética, em termos filosóficos?
O filósofo contemporâneo espanhol Fernando Savater apresenta uma resposta para essa questão em termos muito simples, num livro intitulado Ética para meu filho, da Editora Martins Fontes. Como diz o título, ele escreveu com o intuito de explicar a questão para o seu filho adolescente. A seguir, você pode ler um breve trecho da resposta de Savater para a questão "o que é ética?". Esse é um excelente ponto de partida para você pensar no assunto:
“Há ciências que estudamos por simples interesse de saber coisas novas; outras, para adquirir uma habilidade que nos permita fazer ou utilizar alguma coisa; a maioria, para conseguir um trabalho e ganhar a vida com ele. Se não sentirmos curiosidade nem necessidade de realizar esses estudos, poderemos prescindir deles tranqüilamente. Há uma infinidade de conhecimentos muito interessantes mas sem os quais podemos nos arranjar muito bem para viver. Eu, por exemplo, lamento muito não ter nem idéia de astrofísica ou de marcenaria, que dão tanta satisfação a outras pessoas, embora essa ignorância nunca me tenha impedido de ir sobrevivendo até hoje. E você, se não me engano, conhece as regras do futebol mas é bem fraco em beisebol. Não tem maior importância, você desfruta os campeonatos mundiais, dispensa olimpicamente a liga americana e todo o mundo sai satisfeito.
O que eu quero dizer é que certas coisas a pessoa pode aprender ou não, conforme sua vontade. Como ninguém é capaz de saber tudo, o remédio é escolher e aceitar com humildade o muito que ignoramos. É possível viver sem saber astrofísica, marcenaria, futebol e até mesmo sem saber ler e escrever: vive-se pior, decerto, mas vive- se. No entanto, há outras coisas que é preciso saber porque, por assim dizer, são fundamentais para nossa vida. E preciso saber, por exemplo, que saltar de uma varanda do sexto andar não é bom para a saúde; ou que uma dieta de pregos (perdoem-me os faquires!) e ácido prússico não nos permitirá chegar à velhice. Também não é aconselhável ignorar que, se dermos um safanão no vizinho cada vez que cruzarmos com ele, mais cedo ou mais tarde haverá conseqüências muito desagradáveis. Pequenezas desse tipo são importantes. Podemos viver de muitos modos, mas há modos que não nos deixam viver.
Em resumo, entre todos os saberes possíveis existe pelo menos um imprescindível: o de que certas coisas nos convêm e outras não. Certos alimentos não nos convêm, assim como certos comportamentos e certas atitudes. Quero dizer, é claro, que não nos convêm se desejamos continuar vivendo. Se alguém quiser arrebentar-se o quanto antes, beber lixívia poderá ser muito adequado, ou também cercar-se do maior número possível de inimigos. Mas, de momento, vamos supor que preferimos viver, deixando de lado, por enquanto, os respeitáveis gostos do suicida. Assim, há coisas que nos convêm, e o que nos convém costumamos dizer que é “bom”, pois nos cai bem; outras, em compensação, não nos convêm, caem-nos muito mal, e o que não nos convém dizemos que é “mau”. Saber o que nos convém, ou seja, distinguir entre o bom e o mau, é um conhecimento que todos nós tentamos adquirir – todos, sem exceção – pela compensação que nos traz.
Como afirmei antes, há coisas boas e más para a saúde: é necessário saber o que devemos comer, ou que o fogo às vezes aquece e outras vezes queima, ou ainda que a água pode matar a sede e também nos afogar. No entanto, às vezes as coisas não são tão simples: certas drogas, por exemplo, aumentam nossa energia ou produzem sensações agradáveis, mas seu abuso contínuo pode ser nocivo. Em alguns aspectos são boas, mas em outros são más: elas nos convêm e ao mesmo tempo não nos convêm. No terreno das relações humanas, essas ambigüidades ocorrem com maior freqüência ainda. A mentira é, em geral, algo mau, porque destrói a confiança na palavra – e todos nós precisamos falar para viver em sociedade – e provoca inimizade entre as pessoas; mas às vezes pode parecer útil ou benéfico mentir para obter alguma vantagem, ou até para fazer um favor a alguém. Por exemplo, é melhor dizer ao doente de câncer incurável a verdade sobre seu estado, ou deve-se enganá-lo para que ele viva suas últimas horas sem angústia? A mentira não nos convém, é má, mas às vezes parece acabar sendo boa. Procurar briga com os outros, como já dissemos, em geral é inconveniente, mas devemos consentir que violentem uma garota diante de nós sem interferir, sob pretexto de não nos metermos em confusão? Por outro lado, quem sempre diz a verdade – doa a quem doer – costuma colher a antipatia de todo o mundo; e quem interfere ao estilo Indiana Jones para salvar a garota agredida tem maior probabilidade de arrebentar a cabeça do que quem segue para casa assobiando. O que é mau às vezes parece ser mais ou menos bom e o que é bom tem, em certas ocasiões, aparência de mau. Haja confusão!
[...]
Resumindo: ao contrário de outros seres, animados ou inanimados, nós homens podemos inventar e escolher, em parte, nossa forma de vida. Podemos optar pelo que nos parece bom, ou seja, conveniente para nós, em oposição ao que nos parece mau e inconveniente. Como podemos inventar e escolher, podemos nos enganar, o que não acontece com os castores, as abelhas e as formigas. De modo que parece prudente atentarmos bem para o que fazemos, procurando adquirir um certo saber-viver que nos permita acertar. Esse saber-viver, ou arte de viver, se você preferir, é o que se chama de ética.”
("Ética para meu filho", Fernando Savater, Editora Martins Fontes)
Antes de seguir adiante, porém, vale recordar o que foi dito no início deste texto: a Ética não serve de base somente às relações humanas mais próximas. Ela também trata das relações sociais dos homens, na medida em que alguns filósofos consideram a etica como a base do direito ou da justiça, isto é, das leis que regulam a convivência entre todos os membros de uma sociedade.
O filósofo alemão Leibniz (1646-1716) considera que o direito e as leis decorrem de três preceitos morais básicos:
# Não prejudicar ninguém;
# Atribuir a cada um o que lhe é devido;
# Viver honestamente.
Ou seja, a ética orienta também o ordenamento jurídico e/ou legal das nações. Por conseguinte, orienta também a política. Quando a política não é pautada pela ética ocorrem os escândalos e os crimes que os brasileiros presenciam a cada ano nos Poderes Executivo e Legislativo do nosso país.
Fonte: http://www.educação.uol.com.br
Meu comentário: Embora alguns estudiosos considerem ética e moral como sinônimos, os termos não devem ser confundidos. Em nossas próximas aulas trabalharemos questões éticas universais, como por exemplo:
- Declaração Universal dos Direitos Humanos (leitura já sugerida);
- Defesa do meio ambiente;
- Defesa à vida.
A palavra ética se origina do termo grego ethos, que significa "modo de ser", "caráter", "costume", "comportamento". De fato, a ética é o estudo desses aspectos do ser humano: por um lado, procurando descobrir o que está por trás do nosso modo de ser e de agir; por outro, procurando estabelecer as maneiras mais convenientes de sermos e agirmos. Assim, pode-se dizer que a ética trata do que é "bom" e do que é "mau" para nós.
Bom e mau, ou melhor, Bem e Mal, entretanto, são valores que não apresentam, para o ser humano, um caráter absoluto. Ao longo dos tempos, nas mais diversas civilizações, várias interpretações serão dadas a essas duas noções. A ética acompanha esse desenvolvimento histórico, para que isso sirva de base para uma reflexão sobre como ser ético no tempo presente.
Considera também como esses valores se aplicam no relacionamento interpessoal, pois a noção de um modo correto de se comportar e posicionar na vida pressupõe que isso seja feito para que cada um conviva em harmonia com os outros. A ética, portanto, trata de convivência entre seres humanos na sociedade. Num sentido mais restrito, ela se restringe às relações pessoais de cada um. Num sentido mais amplo - já que ninguém vive numa pequena comunidade isolada -, ela se relaciona com a política - da cidade, do país e do mundo. Nesse sentido, ela é possivelmente a área mais prática da filosofia.
Mas, antes de mais nada, qual o significado da palavra ética, em termos filosóficos?
O filósofo contemporâneo espanhol Fernando Savater apresenta uma resposta para essa questão em termos muito simples, num livro intitulado Ética para meu filho, da Editora Martins Fontes. Como diz o título, ele escreveu com o intuito de explicar a questão para o seu filho adolescente. A seguir, você pode ler um breve trecho da resposta de Savater para a questão "o que é ética?". Esse é um excelente ponto de partida para você pensar no assunto:
“Há ciências que estudamos por simples interesse de saber coisas novas; outras, para adquirir uma habilidade que nos permita fazer ou utilizar alguma coisa; a maioria, para conseguir um trabalho e ganhar a vida com ele. Se não sentirmos curiosidade nem necessidade de realizar esses estudos, poderemos prescindir deles tranqüilamente. Há uma infinidade de conhecimentos muito interessantes mas sem os quais podemos nos arranjar muito bem para viver. Eu, por exemplo, lamento muito não ter nem idéia de astrofísica ou de marcenaria, que dão tanta satisfação a outras pessoas, embora essa ignorância nunca me tenha impedido de ir sobrevivendo até hoje. E você, se não me engano, conhece as regras do futebol mas é bem fraco em beisebol. Não tem maior importância, você desfruta os campeonatos mundiais, dispensa olimpicamente a liga americana e todo o mundo sai satisfeito.
O que eu quero dizer é que certas coisas a pessoa pode aprender ou não, conforme sua vontade. Como ninguém é capaz de saber tudo, o remédio é escolher e aceitar com humildade o muito que ignoramos. É possível viver sem saber astrofísica, marcenaria, futebol e até mesmo sem saber ler e escrever: vive-se pior, decerto, mas vive- se. No entanto, há outras coisas que é preciso saber porque, por assim dizer, são fundamentais para nossa vida. E preciso saber, por exemplo, que saltar de uma varanda do sexto andar não é bom para a saúde; ou que uma dieta de pregos (perdoem-me os faquires!) e ácido prússico não nos permitirá chegar à velhice. Também não é aconselhável ignorar que, se dermos um safanão no vizinho cada vez que cruzarmos com ele, mais cedo ou mais tarde haverá conseqüências muito desagradáveis. Pequenezas desse tipo são importantes. Podemos viver de muitos modos, mas há modos que não nos deixam viver.
Em resumo, entre todos os saberes possíveis existe pelo menos um imprescindível: o de que certas coisas nos convêm e outras não. Certos alimentos não nos convêm, assim como certos comportamentos e certas atitudes. Quero dizer, é claro, que não nos convêm se desejamos continuar vivendo. Se alguém quiser arrebentar-se o quanto antes, beber lixívia poderá ser muito adequado, ou também cercar-se do maior número possível de inimigos. Mas, de momento, vamos supor que preferimos viver, deixando de lado, por enquanto, os respeitáveis gostos do suicida. Assim, há coisas que nos convêm, e o que nos convém costumamos dizer que é “bom”, pois nos cai bem; outras, em compensação, não nos convêm, caem-nos muito mal, e o que não nos convém dizemos que é “mau”. Saber o que nos convém, ou seja, distinguir entre o bom e o mau, é um conhecimento que todos nós tentamos adquirir – todos, sem exceção – pela compensação que nos traz.
Como afirmei antes, há coisas boas e más para a saúde: é necessário saber o que devemos comer, ou que o fogo às vezes aquece e outras vezes queima, ou ainda que a água pode matar a sede e também nos afogar. No entanto, às vezes as coisas não são tão simples: certas drogas, por exemplo, aumentam nossa energia ou produzem sensações agradáveis, mas seu abuso contínuo pode ser nocivo. Em alguns aspectos são boas, mas em outros são más: elas nos convêm e ao mesmo tempo não nos convêm. No terreno das relações humanas, essas ambigüidades ocorrem com maior freqüência ainda. A mentira é, em geral, algo mau, porque destrói a confiança na palavra – e todos nós precisamos falar para viver em sociedade – e provoca inimizade entre as pessoas; mas às vezes pode parecer útil ou benéfico mentir para obter alguma vantagem, ou até para fazer um favor a alguém. Por exemplo, é melhor dizer ao doente de câncer incurável a verdade sobre seu estado, ou deve-se enganá-lo para que ele viva suas últimas horas sem angústia? A mentira não nos convém, é má, mas às vezes parece acabar sendo boa. Procurar briga com os outros, como já dissemos, em geral é inconveniente, mas devemos consentir que violentem uma garota diante de nós sem interferir, sob pretexto de não nos metermos em confusão? Por outro lado, quem sempre diz a verdade – doa a quem doer – costuma colher a antipatia de todo o mundo; e quem interfere ao estilo Indiana Jones para salvar a garota agredida tem maior probabilidade de arrebentar a cabeça do que quem segue para casa assobiando. O que é mau às vezes parece ser mais ou menos bom e o que é bom tem, em certas ocasiões, aparência de mau. Haja confusão!
[...]
Resumindo: ao contrário de outros seres, animados ou inanimados, nós homens podemos inventar e escolher, em parte, nossa forma de vida. Podemos optar pelo que nos parece bom, ou seja, conveniente para nós, em oposição ao que nos parece mau e inconveniente. Como podemos inventar e escolher, podemos nos enganar, o que não acontece com os castores, as abelhas e as formigas. De modo que parece prudente atentarmos bem para o que fazemos, procurando adquirir um certo saber-viver que nos permita acertar. Esse saber-viver, ou arte de viver, se você preferir, é o que se chama de ética.”
("Ética para meu filho", Fernando Savater, Editora Martins Fontes)
Antes de seguir adiante, porém, vale recordar o que foi dito no início deste texto: a Ética não serve de base somente às relações humanas mais próximas. Ela também trata das relações sociais dos homens, na medida em que alguns filósofos consideram a etica como a base do direito ou da justiça, isto é, das leis que regulam a convivência entre todos os membros de uma sociedade.
O filósofo alemão Leibniz (1646-1716) considera que o direito e as leis decorrem de três preceitos morais básicos:
# Não prejudicar ninguém;
# Atribuir a cada um o que lhe é devido;
# Viver honestamente.
Ou seja, a ética orienta também o ordenamento jurídico e/ou legal das nações. Por conseguinte, orienta também a política. Quando a política não é pautada pela ética ocorrem os escândalos e os crimes que os brasileiros presenciam a cada ano nos Poderes Executivo e Legislativo do nosso país.
Fonte: http://www.educação.uol.com.br
Meu comentário: Embora alguns estudiosos considerem ética e moral como sinônimos, os termos não devem ser confundidos. Em nossas próximas aulas trabalharemos questões éticas universais, como por exemplo:
- Declaração Universal dos Direitos Humanos (leitura já sugerida);
- Defesa do meio ambiente;
- Defesa à vida.
Turmas do 2º ano
Cidadania e direitos políticos e sociais
Origem e importância
Nos países ocidentais dos continentes europeu e americano, a cidadania moderna se constituiu por etapas: depois dos direitos civis, no século 18, vieram os direitos políticos, no século 19. Os direitos sociais são conquistas do século 20, assim como a quarta geração de direitos de cidadania, nascida no fim desse período.
O direitos de eleger e ser eleito
São os direitos políticos, de voto e de acesso ao cargo político. As instituições públicas relacionadas aos direitos políticos são os órgãos legislativos representativos e executivos.
Inicialmente, a atividade política era uma função de poucos, restrita à participação das elites dominantes. O surgimento dos direitos políticos foi obra dos movimentos populares dos trabalhadores. Ao se organizar e defender seus interesses eles perceberam que a política influencia a vida da sociedade.
As camadas populares começaram a se conscientizar de que a participação no exercício do poder político era condição fundamental para assegurar seus direitos. Essa participação podia ser como membro de um organismo investido de autoridade política, ou como eleitor dos integrantes de tal organismo.
Voto restrito
Inicialmente, inúmeras restrições limitavam a participação política de todos os cidadãos. O direito de eleger e ser eleito manteve-se restrito aos homens adultos. O voto censitário impunha padrões de renda e de escolaridade. Com isso, excluía grande parte da população do direito de ser eleito e de eleger representantes políticos.
Esses impedimentos perduraram por décadas. As mulheres adultas e os analfabetos conquistaram direitos políticos muito tardiamente, somente no século 20.
No Brasil, fim do voto censitário por renda
No caso do Brasil, a proclamação da República provocou mudanças na participação política. Foi abolido o voto censitário pecuniário que, para ser exercido, exigia uma certa renda do cidadão. Foi estabelecida a idade mínima de 21 anos para participar do processo eleitoral.
Os analfabetos e as mulheres permaneceram excluídos da participação política. As mulheres só conquistaram o direito de voto em 1934. Os analfabetos conquistaram o direito de voto em 1985, mas estão impossibilitados de se candidatar a cargos eletivos.
Direitos sociais
Os direitos sociais demarcam uma importante mudança na evolução da cidadania moderna. Sua função é garantir certas prerrogativas relacionadas com condições mínimas de bem-estar social e econômico que possibilitem aos cidadãos usufruir plenamente do exercício dos direitos civis e políticos.
O princípio norteador dos direitos sociais é o argumento de que as desigualdades de provimentos (condições sociais e econômicas) não podem se traduzir em desigualdades de prerrogativas (direitos civis e políticos). Desse modo, adquiriu-se a noção de que determinado grau de pobreza priva os cidadãos de participação cívica.
Finalidade dos direitos sociais
Os direitos sociais não têm por objetivo eliminar por completo as desigualdades sociais e econômicas e as diferenças de classe social. Sua finalidade é assegurar que elas não interfiram no pleno exercício da cidadania.
As instituições públicas representativas dos direitos sociais são os sistemas de seguridade e previdência social e educacional.
Constituição varguista
No Brasil, o marco da instituição dos direitos sociais ocorreu na época do regime do Estado Novo, com Getúlio Vargas (1930-1937).
A Constituição de 1934 instituiu uma minuciosa regulamentação das condições de trabalho ao estabelecer o salário mínimo, a jornada de trabalho de 8 horas, o repouso semanal, as férias remuneradas, a indenização por dispensa sem justa causa, a assistência médica ao trabalhador e à gestante.
Foi proibido pela nova Carta o trabalho de menores. Estabeleceu-se, ainda, a submissão do direito de propriedade ao interesse social ou coletivo.
A quarta geração de direitos
Desde o final do século 20 surgiram inúmeros movimentos sociais que atualmente lutam para ampliar a cidadania através da defesa de novos direitos.
A quarta geração de direitos de cidadania agrega demandas provenientes de novos tipos de movimento social, como o das minorias étnicas e culturais, dos homossexuais, dos movimentos ecológicos e feministas.
No contexto dos novos padrões de sociabilidade e da globalização, esses movimentos sociais possuem novas práticas participativas e de mobilização coletiva. Isso reflete o caráter dinâmico da cidadania.
Renato Cancian
Fonte: http://educacao.uol.com.br
Origem e importância
Nos países ocidentais dos continentes europeu e americano, a cidadania moderna se constituiu por etapas: depois dos direitos civis, no século 18, vieram os direitos políticos, no século 19. Os direitos sociais são conquistas do século 20, assim como a quarta geração de direitos de cidadania, nascida no fim desse período.
O direitos de eleger e ser eleito
São os direitos políticos, de voto e de acesso ao cargo político. As instituições públicas relacionadas aos direitos políticos são os órgãos legislativos representativos e executivos.
Inicialmente, a atividade política era uma função de poucos, restrita à participação das elites dominantes. O surgimento dos direitos políticos foi obra dos movimentos populares dos trabalhadores. Ao se organizar e defender seus interesses eles perceberam que a política influencia a vida da sociedade.
As camadas populares começaram a se conscientizar de que a participação no exercício do poder político era condição fundamental para assegurar seus direitos. Essa participação podia ser como membro de um organismo investido de autoridade política, ou como eleitor dos integrantes de tal organismo.
Voto restrito
Inicialmente, inúmeras restrições limitavam a participação política de todos os cidadãos. O direito de eleger e ser eleito manteve-se restrito aos homens adultos. O voto censitário impunha padrões de renda e de escolaridade. Com isso, excluía grande parte da população do direito de ser eleito e de eleger representantes políticos.
Esses impedimentos perduraram por décadas. As mulheres adultas e os analfabetos conquistaram direitos políticos muito tardiamente, somente no século 20.
No Brasil, fim do voto censitário por renda
No caso do Brasil, a proclamação da República provocou mudanças na participação política. Foi abolido o voto censitário pecuniário que, para ser exercido, exigia uma certa renda do cidadão. Foi estabelecida a idade mínima de 21 anos para participar do processo eleitoral.
Os analfabetos e as mulheres permaneceram excluídos da participação política. As mulheres só conquistaram o direito de voto em 1934. Os analfabetos conquistaram o direito de voto em 1985, mas estão impossibilitados de se candidatar a cargos eletivos.
Direitos sociais
Os direitos sociais demarcam uma importante mudança na evolução da cidadania moderna. Sua função é garantir certas prerrogativas relacionadas com condições mínimas de bem-estar social e econômico que possibilitem aos cidadãos usufruir plenamente do exercício dos direitos civis e políticos.
O princípio norteador dos direitos sociais é o argumento de que as desigualdades de provimentos (condições sociais e econômicas) não podem se traduzir em desigualdades de prerrogativas (direitos civis e políticos). Desse modo, adquiriu-se a noção de que determinado grau de pobreza priva os cidadãos de participação cívica.
Finalidade dos direitos sociais
Os direitos sociais não têm por objetivo eliminar por completo as desigualdades sociais e econômicas e as diferenças de classe social. Sua finalidade é assegurar que elas não interfiram no pleno exercício da cidadania.
As instituições públicas representativas dos direitos sociais são os sistemas de seguridade e previdência social e educacional.
Constituição varguista
No Brasil, o marco da instituição dos direitos sociais ocorreu na época do regime do Estado Novo, com Getúlio Vargas (1930-1937).
A Constituição de 1934 instituiu uma minuciosa regulamentação das condições de trabalho ao estabelecer o salário mínimo, a jornada de trabalho de 8 horas, o repouso semanal, as férias remuneradas, a indenização por dispensa sem justa causa, a assistência médica ao trabalhador e à gestante.
Foi proibido pela nova Carta o trabalho de menores. Estabeleceu-se, ainda, a submissão do direito de propriedade ao interesse social ou coletivo.
A quarta geração de direitos
Desde o final do século 20 surgiram inúmeros movimentos sociais que atualmente lutam para ampliar a cidadania através da defesa de novos direitos.
A quarta geração de direitos de cidadania agrega demandas provenientes de novos tipos de movimento social, como o das minorias étnicas e culturais, dos homossexuais, dos movimentos ecológicos e feministas.
No contexto dos novos padrões de sociabilidade e da globalização, esses movimentos sociais possuem novas práticas participativas e de mobilização coletiva. Isso reflete o caráter dinâmico da cidadania.
Renato Cancian
Fonte: http://educacao.uol.com.br
sábado, agosto 01, 2009
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