domingo, novembro 22, 2009
sábado, novembro 21, 2009
UEPA retifica datas de matrícula dos aprovados na UAB
O período de matrícula dos candidatos aprovados do Processo Seletivo Especial para o Sistema da Universidade Aberta do Brasil (UAB) foi transferido para os dias 02 a 04 de dezembro.
Confira aqui as informações sobre documentos e endereços dos pólos.
Confira aqui as informações sobre documentos e endereços dos pólos.
Sociologia - Conteúdos PSS / UFPA
Revisando as questões dos Processos Seletivos anteriores constatei que ainda não foram cobrados nestes cinco anos da inclusão da Sociologia, especificamente dentro das principais correntes teóricas, os seguintes assuntos:
- A influência do Positivismo (teoria de Auguste Comte) no Brasil. Para algumas noções clique aqui
- Sobre fatos sociais (Émille Durkheim) vale a pena conferir algumas informações sobre as sanções sociais, consciência coletiva, solidariedade mecânica e orgânica aqui
- Ação social (teoria de Max Weber). Para algumas noções a respeito clique aqui
- Luta de classes (teoria de Karl Marx). Saiba um pouco mais aqui
- A influência do Positivismo (teoria de Auguste Comte) no Brasil. Para algumas noções clique aqui
- Sobre fatos sociais (Émille Durkheim) vale a pena conferir algumas informações sobre as sanções sociais, consciência coletiva, solidariedade mecânica e orgânica aqui
- Ação social (teoria de Max Weber). Para algumas noções a respeito clique aqui
- Luta de classes (teoria de Karl Marx). Saiba um pouco mais aqui
PSS 2010 começa neste domingo para 47.690 candidatos
Setecentos e noventa vagas a mais, 26 novos cursos de graduação e a criação de duas vagas extras, em cada curso de graduação, exclusivas para candidatos indígenas. Essas são as principais novidades do Processo Seletivo Seriado 2010 (PSS), que inicia neste domingo, dia 22 de novembro. Este ano, 50.232 mil candidatos disputam as 6.152 vagas, em 144 cursos de graduação.
Do total de candidatos inscritos, 47.690 farão a primeira fase do PSS neste domingo. A prova será composta por 55 questões de múltipla escolha, cinco de cada uma das 11 disciplinas: Língua Portuguesa, Língua Estrangeira, Literatura, História, Geografia, Física, Química, Matemática, Biologia, Sociologia e Filosofia. A prova será realizada das 8 às 13 horas (horário de Belém), em 24 municípios do Estado e ainda no Distrito de Icoaraci, na Região Metropolitana de Belém.
Pela primeira vez, a Universidade destina vagas, especificamente, para candidatos indígenas. Foram homologadas 194 inscrições. Entre os cursos mais concorridos para este segmento, estão Medicina, pedagogia e Direito. Já entre as demais inscrições, Educação Física atraiu grande número de candidatos cotistas e Medicina, de não-cotistas. O recém-criado curso de Fisioterapia aparece entre os mais disputados entre as duas listagens.
Marilucia Oliveira, diretora do Centro de Processos Seletivos da UFPA (CEPS), lembra que, para terem acesso ao seu local de prova, os candidatos deverão apresentar o cartão de inscrição e um documento original de identificação oficial, que pode ser a Carteira de Identidade, a Carteira de Trabalho e Previdência Social, a Carteira de Habilitação, o Passaporte, o Certificado de Reservista das Forças Armadas, a Carteira de Identificação Militar ou a Carteira de Conselho de Classe.
Outra orientação importante da diretora é que os candidatos visitem seu local de prova com antecedência e atentem para o horário. Recomenda-se que cada estudante vá até a escola onde realizará a prova, verifique sua localização exata, quais os ônibus que necessitará pegar e qual o tempo de descolamento até o local de prova. Vale lembrar que todos devem estar no local onde realizarão a primeira fase do concurso com uma hora de antecedência, ou seja, até as sete horas da manhã, horário de Belém.
Os 263 portadores de necessidades educativas especiais que participam das provas do próximo domingo farão as avaliações no Atelier de Artes da UFPA e no Instituto Álvaro de Azevedo. A expectativa do CEPS é que a divulgação do resultado desta etapa do concurso seja, em média, dez dias após o exame.
Texto: Assessoria de Comunicação da UFPA
Fonte: http://www.ufpa.br
Do total de candidatos inscritos, 47.690 farão a primeira fase do PSS neste domingo. A prova será composta por 55 questões de múltipla escolha, cinco de cada uma das 11 disciplinas: Língua Portuguesa, Língua Estrangeira, Literatura, História, Geografia, Física, Química, Matemática, Biologia, Sociologia e Filosofia. A prova será realizada das 8 às 13 horas (horário de Belém), em 24 municípios do Estado e ainda no Distrito de Icoaraci, na Região Metropolitana de Belém.
Pela primeira vez, a Universidade destina vagas, especificamente, para candidatos indígenas. Foram homologadas 194 inscrições. Entre os cursos mais concorridos para este segmento, estão Medicina, pedagogia e Direito. Já entre as demais inscrições, Educação Física atraiu grande número de candidatos cotistas e Medicina, de não-cotistas. O recém-criado curso de Fisioterapia aparece entre os mais disputados entre as duas listagens.
Marilucia Oliveira, diretora do Centro de Processos Seletivos da UFPA (CEPS), lembra que, para terem acesso ao seu local de prova, os candidatos deverão apresentar o cartão de inscrição e um documento original de identificação oficial, que pode ser a Carteira de Identidade, a Carteira de Trabalho e Previdência Social, a Carteira de Habilitação, o Passaporte, o Certificado de Reservista das Forças Armadas, a Carteira de Identificação Militar ou a Carteira de Conselho de Classe.
Outra orientação importante da diretora é que os candidatos visitem seu local de prova com antecedência e atentem para o horário. Recomenda-se que cada estudante vá até a escola onde realizará a prova, verifique sua localização exata, quais os ônibus que necessitará pegar e qual o tempo de descolamento até o local de prova. Vale lembrar que todos devem estar no local onde realizarão a primeira fase do concurso com uma hora de antecedência, ou seja, até as sete horas da manhã, horário de Belém.
Os 263 portadores de necessidades educativas especiais que participam das provas do próximo domingo farão as avaliações no Atelier de Artes da UFPA e no Instituto Álvaro de Azevedo. A expectativa do CEPS é que a divulgação do resultado desta etapa do concurso seja, em média, dez dias após o exame.
Texto: Assessoria de Comunicação da UFPA
Fonte: http://www.ufpa.br
Consciência negra
Por que devemos denunciar a discriminação sofrida
Todos sabem que qualquer punição ou indenização não será suficiente para curar a dor sofrida com a discriminação. Mas as pessoas não devem se calar em situações tão graves. É preciso denunciar para combater a discriminação e contribuir para efetivação dos direitos à igualdade e à diferença e para consolidação de uma sociedade verdadeiramente plural.
Dispositivos legais aplicáveis aos casos de discriminação racial
Injúria qualificada prevista no Código Penal
Artigo 140. Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:
Pena - detenção, de um a seis meses, ou multa.
§ 3º - Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência.
Pena - reclusão, de um a três anos e multa.
Lei 7.716/89:
Esta lei define os crimes e punições resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.
Convenção Internacional sobre a eliminação de todas as formas de discriminação racial (Ratificada pelo Decreto 65.810/69).
Fonte: Cartilha publicada pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo em 16 de novembro de 2009.
Todos sabem que qualquer punição ou indenização não será suficiente para curar a dor sofrida com a discriminação. Mas as pessoas não devem se calar em situações tão graves. É preciso denunciar para combater a discriminação e contribuir para efetivação dos direitos à igualdade e à diferença e para consolidação de uma sociedade verdadeiramente plural.
Dispositivos legais aplicáveis aos casos de discriminação racial
Injúria qualificada prevista no Código Penal
Artigo 140. Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:
Pena - detenção, de um a seis meses, ou multa.
§ 3º - Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência.
Pena - reclusão, de um a três anos e multa.
Lei 7.716/89:
Esta lei define os crimes e punições resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.
Convenção Internacional sobre a eliminação de todas as formas de discriminação racial (Ratificada pelo Decreto 65.810/69).
Fonte: Cartilha publicada pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo em 16 de novembro de 2009.
quinta-feira, novembro 19, 2009
Sobre o PSS - 2010 - UFPA
Entrevista com a diretora do CEPS:
No próximo dia 22, mais de 50 mil estudantes de Belém e do interior do Estado iniciam a disputa por 6.152 mil vagas no PSS 2010 da Universidade Federal do Pará. No último ano do modelo de entrada seriado, o Edital trouxe algumas novidades, entre elas estão: 790 vagas a mais que no PSS 2009; 26 novos cursos distribuídos por todos os campi da Universidade; a criação de duas vagas especiais, em cada curso, destinadas a candidatos indígenas.
Em entrevista ao Jornal Beira do Rio, Marilucia Oliveira, diretora do Centro de Processos Seletivos (CEPS), fala dos novos critérios adotados para concessão de isenção, da polêmica criada em torno da cota para indígenas, além de adiantar algumas informações sobre como será o novo modelo de processo seletivo em 2011. Para a diretora do CEPS, no ano que vem, o grande desafio será mudar a natureza das provas, que deverão avaliar as habilidades e as competências do candidato.
Beira do Rio – Qual o balanço de candidatos inscritos (capital e interior)?
Marilucia Oliveira – Este ano, teremos 50.232 mil candidatos concorrendo a 6.152 vagas, em 144 cursos de graduação. 25% dos candidatos estarão concorrendo às vagas no interior e 74% às vagas em Belém.
Beira do Rio – Quantas pessoas conseguiram a isenção? Foi possível ampliar o número de candidatos atendidos em comparação aos anos anteriores?
M. O. – Mais de sete mil candidatos foram beneficiados. E comparado aos anos anteriores, o número foi mais baixo. Mas isso ocorre porque, até o ano passado, as isenções eram dadas por sorteio. Com o Decreto 6.593/2008, do governo federal, foram criados critérios para concessão de isenções em qualquer concurso público federal e esses critérios foram adotados pelo CEPS da UFPA. O candidato deveria ter renda per capita de meio salário mínimo, ou renda familiar de até três salários mínimos, ou estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico). Por determinação do Ministério Público, deveriam ser isentos todos os candidatos que comprovassem hipossuficência econômica. E ao analisar a documentação, verificamos que sete mil candidatos tinham o direito. Olhando apenas quantitativamente, pode-se pensar que regredimos mas, na verdade, houve um avanço, pois qualificamos o processo que concede a isenção. Diferentemente do sorteio, neste novo modelo, você concede isenção a quem precisa de fato.
Beira do Rio – O PSS 2010 será o último ano do modelo de entrada seriado, aplicado pela UFPA desde 2004. Há alguma diferença para os candidatos?
M. O. – A diferença é que, este ano, só puderam se inscrever quem está concluindo ou quem concluiu o ensino médio, pois, a partir do ano que vem, nós não iremos aproveitar nenhuma fase.
Beira do Rio – Essa fase de transição implica alguma mudança no sistema de correção?
M. O. – Não, o modelo de correção será o mesmo dos anos anteriores. O que, talvez, nós tenhamos que fazer é uma avaliação dos resultados deste PSS, até para nos nortear em 2011. Deve haver uma discussão com os professores envolvidos na elaboração e correção para verificar o que pode ser aproveitado deste vestibular para o próximo e o que precisa ser alterado.
Beira do Rio – Outra novidade do PSS 2010 é a criação de duas vagas especiais em cada curso, destinadas, especificamente, para candidatos indígenas. Esse sistema de cotas tem encontrado muita resistência?
M. O. – Sempre que discutimos essas ações afirmativas, os pontos de vista são diferenciados – de um lado, estão os que acham que as ações trazem uma contribuição social por universalizar o ensino, por dar oportunidade aos grupos que, historicamente, foram colocados à margem, do outro lado, estão os que acham que a Universidade está dando um tratamento diferenciado e que não deveria ser assim. É uma política que estamos implantando agora e que, se for bem discutida, pode trazer bons resultados. O sistema de cotas não é um modismo. A demanda mostra como essa iniciativa é importante.
Beira do Rio – A primeira fase será dia 22 de novembro, a segunda prova será realizada no dia 13 de dezembro e a última fase acontecerá dia 10 de janeiro de 2010. Qual a previsão para a divulgação dos resultados?
M. O. – A previsão é, em média, dez dias para o resultado da 1ª fase. O prazo para os resultados da 2ª e 3ª fases depende muito do número de candidatos que passarem para cada uma delas. Mas, nós vamos trabalhar com os prazos de divulgação que vêm sendo praticados nos anos anteriores. E, com certeza, em janeiro, nós teremos a divulgação do resultado final.
Beira do Rio – Quais são as principais mudanças para 2011?
M. O. – O processo seletivo será composto por uma única fase, com questões de múltipla escolha e a redação. Nós ainda estamos discutindo como isso será efetivado. Talvez, uma das dificuldades que iremos enfrentar diga respeito à natureza das provas, que deverão avaliar as habilidades e as competências, ou seja, terão uma natureza diferenciada. Isso significa que nós precisaremos discutir a elaboração de uma prova realmente conjunta. Em 2011, também existe a possibilidade da Universidade usar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no seu processo seletivo, mas essa questão ainda será discutida pelo Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe). A proposta para o vestibular 2011 se aproxima bastante do novo Enem, o que é bom para os candidatos, que poderão se preparar para responder às duas provas.
Beira do Rio – Essa proposta também está próxima do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), aplicado ao final do curso, e que apresenta uma prova contextualizada e interdisciplinar, cujos conteúdos são cobrados a partir de estudos de caso e questões-problema?
M. O. – Sim e esse é o modelo da vida real. Quando você se depara com determinadas situações, não diz: "agora vou usar meu conhecimento de Língua Portuguesa, de Inglês ou de Física". Na verdade, você aciona e articula um conjunto de conhecimentos para tentar resolver aquele problema. Ao elaborar uma prova com essa interdisciplinaridade e articulação, nós estamos preparando o aluno para ser competente em resolver problemas do dia a dia. Hoje, o nosso PSS é reconhecido como um dos melhores do País, o que precisamos é aperfeiçoar esse modelo.
Beira do Rio – Então, um dos maiores desafios será elaborar uma prova que atenda ao novo modelo. Como vocês estão pensando em fazer isso?
M. O. – Isso vai demandar uma mudança de postura dos professores que precisarão discutir e articular mais esse conhecimento para elaborar questões com essa qualidade. Os professores do ensino médio também precisarão estar preparados para orientar os candidatos. Isso mostra, cada vez mais, a necessidade de articulação entre a universidade e a escola básica. Nesse sentido, a UFPA avança por meio dos investimentos que têm feito e dos projetos de extensão que têm em vista essa articulação.
Fonte: Jornal da UFPA
Os grifos são meus.
No próximo dia 22, mais de 50 mil estudantes de Belém e do interior do Estado iniciam a disputa por 6.152 mil vagas no PSS 2010 da Universidade Federal do Pará. No último ano do modelo de entrada seriado, o Edital trouxe algumas novidades, entre elas estão: 790 vagas a mais que no PSS 2009; 26 novos cursos distribuídos por todos os campi da Universidade; a criação de duas vagas especiais, em cada curso, destinadas a candidatos indígenas.
Em entrevista ao Jornal Beira do Rio, Marilucia Oliveira, diretora do Centro de Processos Seletivos (CEPS), fala dos novos critérios adotados para concessão de isenção, da polêmica criada em torno da cota para indígenas, além de adiantar algumas informações sobre como será o novo modelo de processo seletivo em 2011. Para a diretora do CEPS, no ano que vem, o grande desafio será mudar a natureza das provas, que deverão avaliar as habilidades e as competências do candidato.
Beira do Rio – Qual o balanço de candidatos inscritos (capital e interior)?
Marilucia Oliveira – Este ano, teremos 50.232 mil candidatos concorrendo a 6.152 vagas, em 144 cursos de graduação. 25% dos candidatos estarão concorrendo às vagas no interior e 74% às vagas em Belém.
Beira do Rio – Quantas pessoas conseguiram a isenção? Foi possível ampliar o número de candidatos atendidos em comparação aos anos anteriores?
M. O. – Mais de sete mil candidatos foram beneficiados. E comparado aos anos anteriores, o número foi mais baixo. Mas isso ocorre porque, até o ano passado, as isenções eram dadas por sorteio. Com o Decreto 6.593/2008, do governo federal, foram criados critérios para concessão de isenções em qualquer concurso público federal e esses critérios foram adotados pelo CEPS da UFPA. O candidato deveria ter renda per capita de meio salário mínimo, ou renda familiar de até três salários mínimos, ou estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico). Por determinação do Ministério Público, deveriam ser isentos todos os candidatos que comprovassem hipossuficência econômica. E ao analisar a documentação, verificamos que sete mil candidatos tinham o direito. Olhando apenas quantitativamente, pode-se pensar que regredimos mas, na verdade, houve um avanço, pois qualificamos o processo que concede a isenção. Diferentemente do sorteio, neste novo modelo, você concede isenção a quem precisa de fato.
Beira do Rio – O PSS 2010 será o último ano do modelo de entrada seriado, aplicado pela UFPA desde 2004. Há alguma diferença para os candidatos?
M. O. – A diferença é que, este ano, só puderam se inscrever quem está concluindo ou quem concluiu o ensino médio, pois, a partir do ano que vem, nós não iremos aproveitar nenhuma fase.
Beira do Rio – Essa fase de transição implica alguma mudança no sistema de correção?
M. O. – Não, o modelo de correção será o mesmo dos anos anteriores. O que, talvez, nós tenhamos que fazer é uma avaliação dos resultados deste PSS, até para nos nortear em 2011. Deve haver uma discussão com os professores envolvidos na elaboração e correção para verificar o que pode ser aproveitado deste vestibular para o próximo e o que precisa ser alterado.
Beira do Rio – Outra novidade do PSS 2010 é a criação de duas vagas especiais em cada curso, destinadas, especificamente, para candidatos indígenas. Esse sistema de cotas tem encontrado muita resistência?
M. O. – Sempre que discutimos essas ações afirmativas, os pontos de vista são diferenciados – de um lado, estão os que acham que as ações trazem uma contribuição social por universalizar o ensino, por dar oportunidade aos grupos que, historicamente, foram colocados à margem, do outro lado, estão os que acham que a Universidade está dando um tratamento diferenciado e que não deveria ser assim. É uma política que estamos implantando agora e que, se for bem discutida, pode trazer bons resultados. O sistema de cotas não é um modismo. A demanda mostra como essa iniciativa é importante.
Beira do Rio – A primeira fase será dia 22 de novembro, a segunda prova será realizada no dia 13 de dezembro e a última fase acontecerá dia 10 de janeiro de 2010. Qual a previsão para a divulgação dos resultados?
M. O. – A previsão é, em média, dez dias para o resultado da 1ª fase. O prazo para os resultados da 2ª e 3ª fases depende muito do número de candidatos que passarem para cada uma delas. Mas, nós vamos trabalhar com os prazos de divulgação que vêm sendo praticados nos anos anteriores. E, com certeza, em janeiro, nós teremos a divulgação do resultado final.
Beira do Rio – Quais são as principais mudanças para 2011?
M. O. – O processo seletivo será composto por uma única fase, com questões de múltipla escolha e a redação. Nós ainda estamos discutindo como isso será efetivado. Talvez, uma das dificuldades que iremos enfrentar diga respeito à natureza das provas, que deverão avaliar as habilidades e as competências, ou seja, terão uma natureza diferenciada. Isso significa que nós precisaremos discutir a elaboração de uma prova realmente conjunta. Em 2011, também existe a possibilidade da Universidade usar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no seu processo seletivo, mas essa questão ainda será discutida pelo Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe). A proposta para o vestibular 2011 se aproxima bastante do novo Enem, o que é bom para os candidatos, que poderão se preparar para responder às duas provas.
Beira do Rio – Essa proposta também está próxima do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), aplicado ao final do curso, e que apresenta uma prova contextualizada e interdisciplinar, cujos conteúdos são cobrados a partir de estudos de caso e questões-problema?
M. O. – Sim e esse é o modelo da vida real. Quando você se depara com determinadas situações, não diz: "agora vou usar meu conhecimento de Língua Portuguesa, de Inglês ou de Física". Na verdade, você aciona e articula um conjunto de conhecimentos para tentar resolver aquele problema. Ao elaborar uma prova com essa interdisciplinaridade e articulação, nós estamos preparando o aluno para ser competente em resolver problemas do dia a dia. Hoje, o nosso PSS é reconhecido como um dos melhores do País, o que precisamos é aperfeiçoar esse modelo.
Beira do Rio – Então, um dos maiores desafios será elaborar uma prova que atenda ao novo modelo. Como vocês estão pensando em fazer isso?
M. O. – Isso vai demandar uma mudança de postura dos professores que precisarão discutir e articular mais esse conhecimento para elaborar questões com essa qualidade. Os professores do ensino médio também precisarão estar preparados para orientar os candidatos. Isso mostra, cada vez mais, a necessidade de articulação entre a universidade e a escola básica. Nesse sentido, a UFPA avança por meio dos investimentos que têm feito e dos projetos de extensão que têm em vista essa articulação.
Fonte: Jornal da UFPA
Os grifos são meus.
Processos Seletivos - 2010 / UEPA
Fique atento (a) para o calendário de provas do Prise e do Prosel:
Provas
As provas dos processos seletivos 2010 da UEPA acontecem nos dias 29 e 30 novembro(primeira e segunda etapa) e 20 de dezembro (terceira etapa), simultaneamente, em 27 municípios, incluindo Belém e 26 municípios paraenses. Para esclarecer qualquer dúvida relacionada à inscrição, o candidato deve procurar a Diretoria de Acesso e Avaliação (DAA) na Rua do Una, no. 156, no bairro do Telégrafo, ou pelo telefone 3244-4009.
1ª ETAPA
Dia 29 de novembro de 2009, das 8 às 13 horas;
A 1ª Etapa constará de uma prova de conhecimentos gerais, com 56 (cinqüenta e seis) questões objetivas, valendo 1 (um) ponto cada, a partir dos conteúdos das matérias de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Portuguesa, História, Geografia, Matemática, Física, Química e Biologia. A pontuação dessa etapa é de 56 (cinqüenta e seis) pontos.
2ª ETAPA
Prova no dia 30 de novembro de 2009, das 8 às 13 horas;
A 2ª Etapa constará de uma prova de conhecimentos gerais, constituída de 60 (sessenta) questões objetivas, valendo 1 (um) ponto cada, a partir de conteúdos das disciplinas: Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Portuguesa, História, Geografia, Matemática, Física, Química, Biologia e Língua Estrangeira (Inglês, Francês ou Espanhol). A pontuação dessa etapa é de 60 (sessenta pontos).
3ª ETAPA
Prova no dia 20 de dezembro de 2009, das 8 às 13 horas;
A 3ª Etapa constará de uma prova de Redação, valendo 30 (trinta) pontos e de 54 (cinqüenta e quatro) questões objetivas de conhecimentos gerais, valendo 1 (um) ponto cada, a partir de conteúdos das disciplinas: Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Portuguesa, História, Geografia, Matemática, Física, Química, Biologia e Língua Estrangeira (Inglês, Francês ou Espanhol). A pontuação total dessa etapa é de 84 pontos.
Provas
As provas dos processos seletivos 2010 da UEPA acontecem nos dias 29 e 30 novembro(primeira e segunda etapa) e 20 de dezembro (terceira etapa), simultaneamente, em 27 municípios, incluindo Belém e 26 municípios paraenses. Para esclarecer qualquer dúvida relacionada à inscrição, o candidato deve procurar a Diretoria de Acesso e Avaliação (DAA) na Rua do Una, no. 156, no bairro do Telégrafo, ou pelo telefone 3244-4009.
1ª ETAPA
Dia 29 de novembro de 2009, das 8 às 13 horas;
A 1ª Etapa constará de uma prova de conhecimentos gerais, com 56 (cinqüenta e seis) questões objetivas, valendo 1 (um) ponto cada, a partir dos conteúdos das matérias de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Portuguesa, História, Geografia, Matemática, Física, Química e Biologia. A pontuação dessa etapa é de 56 (cinqüenta e seis) pontos.
2ª ETAPA
Prova no dia 30 de novembro de 2009, das 8 às 13 horas;
A 2ª Etapa constará de uma prova de conhecimentos gerais, constituída de 60 (sessenta) questões objetivas, valendo 1 (um) ponto cada, a partir de conteúdos das disciplinas: Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Portuguesa, História, Geografia, Matemática, Física, Química, Biologia e Língua Estrangeira (Inglês, Francês ou Espanhol). A pontuação dessa etapa é de 60 (sessenta pontos).
3ª ETAPA
Prova no dia 20 de dezembro de 2009, das 8 às 13 horas;
A 3ª Etapa constará de uma prova de Redação, valendo 30 (trinta) pontos e de 54 (cinqüenta e quatro) questões objetivas de conhecimentos gerais, valendo 1 (um) ponto cada, a partir de conteúdos das disciplinas: Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Portuguesa, História, Geografia, Matemática, Física, Química, Biologia e Língua Estrangeira (Inglês, Francês ou Espanhol). A pontuação total dessa etapa é de 84 pontos.
quarta-feira, novembro 18, 2009
A Bandeira Nacional

A Bandeira Brasileira foi um projeto de Teixeira Mendes, com a colaboração de Miguel Lemos. O professor Manuel Pereira foi responsável pela organização das estrelas, e o desenho foi executado por Décio Villares. O projeto foi aprovado em 19 de novembro de 1889, através do Decreto nº 4.
A nova bandeira manteve as tradicionais cores verde e amarela, uma vez que elas "recordam as lutas e as vitórias gloriosas do exército e da armada na defesa da Pátria", e que "independentemente da forma de governo, simbolizam a perpetuidade e integridade da Pátria entre as outras nações."
O amarelo primeiro apareceu na bandeira do Principado do Brasil (1645), colorindo uma esfera armilar, que era um dos instrumentos usados no aprendizado da arte de navegação, lembrando então a descoberta do Brasil.
O verde apareceu bem mais tarde (13 de maio de 1816) na Bandeira do Reino do Brasil, decretada por D. Pedro I. A bandeira foi desenhada por Jean-Baptiste Debret, membro da Missão Artística Francesa, contratada anos antes por D. João IV para pintar "as belezas naturais e humanas do Brasil." D. Pedro teria afirmado que o verde e o amarelo representariam "a riqueza e a primavera eterna do Brasil."
A esfera armilar é novamente lembrada através da esfera azul celeste, que representa o céu idealizado. A faixa branca que atravessa a esfera dá à mesma a noção de perspectiva. Trata-se da idealização da linha zodiacal.
A legenda, escrita em verde, "Ordem e Progresso", é um resumo do lema de Auguste Comte, criador do Positivismo, do qual Teixeira Mendes era adepto. O lema completo era "o amor por princípio e a ordem por base; o progresso por fim." Segundo o próprio Teixeira Mendes, o objetivo do lema era mostrar que a revolução "não aboliu simplesmente a monarquia", mas que ela aspirava "fundar uma pátria de verdadeiros irmãos, dando à Ordem e ao Progresso todas as garantias que a história nos demonstra serem necessárias à sua permanente harmonia."
As estrelas, parte do "céu idealizado", têm uma história que se inicia também com a Bandeira do Reino de D. Pedro I, para honrar as 19 províncias daquele tempo. Quando a Bandeira Republicana foi criada, as estrelas representavam os vinte Estados da República e o Município Neutro. Hoje são 26 Estados e o Distrito.
A disposição das estrelas deve ser a mesma daquela vista no céu do Rio de Janeiro nas primeiras horas da manhã do dia 15 de novembro de 1889, por isso a presença do Cruzeiro do Sul. No entanto, vale lembrar a presença da Cruz na primeira bandeira a chegar em território brasileiro: a Bandeira da Ordem Militar de Cristo, símbolo da ordem militar e religiosa restrita a nobres, que financiou várias expedições marítimas portuguesas. Tal ordem possuía uma cruz vermelha e branca num fundo branco e estava nas velas das 12 embarcações que chegaram em terras brasileiras no dia 22 de abril de 1500.
Fonte: http://www.brazilhouston.org/portug/bandeira.htm
Estado Liberal
Atenção Turmas de 2º ano!
Clique aqui para fazer leitura complementar sobre a Origem do Estado Liberal.
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terça-feira, novembro 17, 2009
Visitas
A visita nº 10.000 foi do aluno Cristóvão Macedo, 2º ano do ensino médio da Escola Dr. Freitas, ao postar um comentário sobre Multiculturalismo. Que alegria! Principalmente por ser meu aluno, que representa de fato, a justificativa para esse trabalho.
Obrigada! A todos (as) que nestes nove (9) meses de existência do blog contribuiram, intencionalmente ou não, para os 10.000 acessos.

Imagem: http://2.bp.blogspot.com
Obrigada! A todos (as) que nestes nove (9) meses de existência do blog contribuiram, intencionalmente ou não, para os 10.000 acessos.

Imagem: http://2.bp.blogspot.com
ECO 1 - Natureza em vídeo
Na lateral à direita, acesse o site de vídeos sobre educação ambiental.
Agradeço à Profª Gládis Santos pelas dicas interessantes.
Agradeço à Profª Gládis Santos pelas dicas interessantes.
domingo, novembro 15, 2009
Conceitos sobre racismo e seus derivados
Atenção turmas de 2º ano:
Racismo
“Racismo é uma ideologia que postula a existência de hierarquia entre os grupos humanos” (Programa Nacional de Direitos Humanos, 1998, p. 12).
Já o professor Joel Rufino assim o conceitua:
Origem da palavra racismo
Preconceito
“Todos os homens são fortes”
“Toda mulher é frágil”
“Todos os políticos são corruptos”
“Toda criança negra vai mal na escola”
“O negro é burro”
“Mulher bonita é burra”
Discriminação
Discriminação racial
Gênero
Estereótipos
Fonte de pesquisa:
Antônio Olímpio de Sant’Ana
História e conceitos básicos sobre o racismo e seus derivados
Portal do Professor – MEC.
- A tarefa no blog pede comentários nos quais alguns conceitos são fundamentais para a discussão. Portanto, para melhor esclarecimentos e utilização dos mesmos, façam a leitura:
Racismo
“Racismo é uma ideologia que postula a existência de hierarquia entre os grupos humanos” (Programa Nacional de Direitos Humanos, 1998, p. 12).
Pode ser definido também como a teoria ou idéia de que existe uma relação de causa e efeito entre as características físicas herdadas por uma pessoa e certos traços de sua personalidade, inteligência ou cultura. E, somados a isso, a noção de que certas raças são naturalmente inferiores ou superiores a outras (BEATO, 1998, p. 1).
O professor Jonathan W. Warren, da Universidade de Washington, em um interessante trabalho sobre uma pesquisa denominada Uma análise comparativa do desempenho escolar de alunos afro-brasileiros e afro-norte-americanos, declara que “os estudantes afro-brasileiros estão envolvidos em práticas conhecidas como embranquecimento e, conseqüentemente, têm ansiedades quanto a serem associados a mercados simbólicos da negritude...”. Na realidade, a vergonha de ser negro provoca o desejo de branqueamento. É um desejo íntimo a ser alcançado. Equivocadamente pensam que branquitude significa sucesso e negritude derrota. As duas pesquisas apresentadas neste trabalho já nos dão uma idéia do que significa ser branco e ser negro neste país. [...] Talvez agora o caro professor entenda o porquê da reação negativa de alguns de seus alunos negros quando se lhes pede algo que os obrigue a se definirem como tais. Quando o negro consciente nega a branquitude como inadaptável à sua realidade, ele adere à negritude, movimento que procura valorizar o ser negro como belo, reforçando a sua auto-estima como tal.
Já o professor Joel Rufino assim o conceitua:
Racismo é a suposição de que há raças e, em seguida, a caracterização bio-genética de fenômenos puramente sociais e culturais. E também uma modalidade de dominação ou, antes, uma maneira de justificar a dominação de um grupo sobre outro, inspirada nas diferenças fenotípicas da nossa espécie. Ignorância e interesses combinados, como se vê (SANTOS, 1990, p. 12).
Origem da palavra racismo
Paulette Marquer, em seu livro As Raças Humanas, diz que a palavra raça vem do italiano razza, que significa família, ou grupo de pessoas. Por outro lado, continua Marquer, a palavra razza vem do árabe ras, que quer dizer origem ou descendência (DUNCAN, 1988, p. 15).
Racismo, preconceito e discriminações são temas de veiculação crescente em nossa imprensa. Com isso, aumentam-se os debates, incentivando a discussão destes temas dentro e fora da escola. Já foi o tempo em que a militância tinha que responder à seguinte pergunta: há racismo no Brasil? A hipocrisia nacional respondia com um sonoro NÃO. A militância negra e de outras etnias solidárias diziam SIM. Mas, não bastava dizer SIM, era necessário provar, mostrar evidências. Uma das áreas mais afetadas pela prática do racismo foi a do trabalho e graças ao esforço de alguns pesquisadores de nossas universidades, brancos e negros, levantamentos estatísticos foram feitos, comprovando o alto grau de racismo praticado na área econômica contra negro. Quando é que o racismo pode ser interpretado como discriminação, preconceito, segregação, estereótipo? Ocorre que a definição e compreensão de cada um desses termos é essencial para que saibamos identificar e combater as variadas formas de manifestação de ideologias que defendem a idéia de hierarquia entre pessoas (Programa Nacional de Direitos Humanos, 1998, p. 12).
Tendo como referencial todas as informações contidas neste trabalho, apresentaremos, agora, algumas definições (na realidade, conceituações) sobre algumas palavras e expressões-chave para podermos, em melhores condições, identificar, combater e eliminar o racismo e todas as formas de preconceitos e discriminações.
Preconceito
Preconceito é uma opinião preestabelecida, que é imposta pelo meio, época e educação. Ele regula as relações de uma pessoa com a sociedade. Ao regular, ele permeia toda a sociedade, tornando-se uma espécie de mediador de todas as relações humanas. Ele pode ser definido, também, como uma indisposição, um julgamento prévio, negativo, que se faz de pessoas estigmatizadas por estereótipos.
Aqui está uma lista de alguns preconceitos clássicos, que estão bem inculcados em nosso cotidiano:
“Toda sogra é chata”“Todos os homens são fortes”
“Toda mulher é frágil”
“Todos os políticos são corruptos”
“Toda criança negra vai mal na escola”
“O negro é burro”
“Mulher bonita é burra”
Com base em estereótipos, as pessoas julgam as outras. Por isso o preconceito é um fenômeno psicológico. Ele reside apenas na esfera da consciência e / ou afetividade dos indivíduos e por si só não fere direitos. Ninguém é obrigado a gostar de alguém, mas é obrigado a respeitar os seus direitos (Conselho Estadual da Condição Feminina, 1994, p. 2):
Quando uma pessoa está tão convencida de que os membros de determinado grupo são todos violentos e atrasados (ou, ao contrário, decentes, brilhantes e criativos), a ponto de não conseguir vê-los como indivíduos, e se nega a tomar conhecimento de evidências que refutam essa sua convicção, então, estamos diante de uma pessoa preconceituosa (BEATO, op. cit., p. 1).
Estes preconceitos, aos poucos, vão se transformando em posições diante da vida, ao se espalharem nas relações interpessoais, carregando consigo outros ‘subprodutos’ do modelo social vigente nas diferentes sociedades: os estereótipos, a discriminação, o racismo, o sexismo, etc.Discriminação
É o nome que se dá para a conduta (ação ou omissão) que viola direitos das pessoas com base em critérios injustificados e injustos, tais como a raça, o sexo, a idade, a opção religiosa e outros. A discriminação é algo assim como a tradução prática, a exteriorização, a manifestação, a materialização do racismo, do preconceito e do estereótipo. Como o próprio nome diz, é uma ação (no sentido de fazer deixar fazer algo) que resulta em violação dos direito (Programa Nacional de Direitos Humanos, op. cit., p. 15).
Discriminação racial
Discriminação racial, segundo conceito estabelecido pelas Nações Unidas (Convenção da ONU/1966, sobre a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Racial), significa qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferências baseadas em raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica, que tenha como objeto ou efeito anular ou restringir o reconhecimento, o gozo ou exercício, em condições de igualdade, os direitos humanos e liberdades fundamentais no domínio político, social ou cultural, ou em qualquer outro domínio da vida pública (Idem, ibidem).
Gênero
As mulheres, juntamente com os negros, são as maiores vítimas do preconceito. Há teorias raciais espalhadas pelo mundo, com seguidores no Brasil, que procuram justificar um tratamento discriminatório e desumano de exclusão e de marginalização reservados para povos e pessoas diferentes, que os preconceituosos julgam diferentes. Muitas das atitudes discriminatórias que acontecem em sala aula são dirigidas às alunas, e quando a aluna é negra, torna-se mais grave este preconceito, esta discriminação. Por isso, é interessante ter uma idéia do significado da palavra gênero, desconhecida da maioria das mulheres, especialmente das estudantes, racialmente oprimidas, em particular:
Gênero é um conceito que se refere ao conjunto de atributos negativos ou positivos que se aplicam diferencialmente a homens e mulheres, inclusive desde o momento do nascimento, e determinam as funções, papéis, ocupações e as relações que homens e mulheres desempenham na sociedade e entre eles mesmos. Esses papéis e relações não são determinados pela biologia, mas sim, pelo contexto social, cultural e político, religioso e econômico de cada organização humana, e são passados de uma geração a outra (Idem, ibidem, p. 12). Ou, na definição do Conselho Estadual da Condição Feminina de S.Paulo, “gênero é definido como sexo socialmente construído...”. Ao nascer somos machos ou fêmeas, isto é, nascemos com aparelhos biológicos sexuais diferentes.
Contudo, a sociedade, através de seus poderosos mecanismos de socialização – linguagem, família (onde são introjetados os primeiros e fortes conteúdos culturais), escola, religião, meios de comunicação – e finalmente, o Estado, através de leis, vão formando homens e mulheres com comportamentos masculinos e femininos bem definidos. A ambos têm sido destinados papéis sociais rígidos. Aos homens, em geral, cabem as tarefas de prestígio, autoridade e criatividade: economistas, cientistas, políticos, médicos, etc. Às mulheres, tarefas pouco reconhecidas socialmente como donas-de-casa, mãe e esposa. Até bem pouco tempo, quando executavam tarefas fora do âmbito do lar, exerciam, em geral, atividades que são uma extensão de suas atividades domésticas: professora, enfermeira, secretária, etc.” (Conselho Estadual da Condição Feminina, op. cit., p. 1).
Estereótipos
Estereótipo é um conceito muito próximo do de preconceito e pode ser definido, conforme Shestakov, como “uma tendência à padronização, com a eliminação das qualidades individuais e das diferenças, com a ausência total do espírito crítico nas opiniões sustentadas” (Idem, ibidem, p. 2). Segundo Lise Dunningan, o “estereótipo é um modelo rígido e anônimo, a partir do qual são produzidos, de maneira automática, imagens ou comportamentos” (Idem, ibidem, p. 2-3).
O estereótipo é a prática do preconceito. É a sua manifestação comportamental. O estereótipo objetiva (1) justificar uma suposta inferioridade; (2) justificar a manutenção do status quo; e (3) legitimar, aceitar e justificar: a dependência, a subordinação e a desigualdade.
Fonte de pesquisa:
Antônio Olímpio de Sant’Ana
História e conceitos básicos sobre o racismo e seus derivados
Portal do Professor – MEC.
Qualquer dúvida sobre significados, na lateral à direita você pode acessar os Dicionários de Sociologia e de Língua Portuguesa. Bom proveito!
sábado, novembro 14, 2009
O vídeo em sala de aula
No dia 18 de outubro linkei um artigo indicado pelo Prof. Eric Siqueira, da Escola Dona Helena Guilhon, de autoria do Prof. Dr. José Manuel Moran.
Aproveito para postar a entrevista (sugestão de leitura da minha tutora Waldiza Lima na III Oficina de Aprendizagem Virtual - CESUPA) concedida pelo Prof. Moran ao Portal do Ministério da Educação em 06 de março de 2009, sobre essa importante ferramenta no processo de ensino e aprendizagem:
http://www.eca.usp.br/prof/moran/videos.htm
Aproveito para postar a entrevista (sugestão de leitura da minha tutora Waldiza Lima na III Oficina de Aprendizagem Virtual - CESUPA) concedida pelo Prof. Moran ao Portal do Ministério da Educação em 06 de março de 2009, sobre essa importante ferramenta no processo de ensino e aprendizagem:
http://www.eca.usp.br/prof/moran/videos.htm
Turmas de 8ª série - Escola Dr. Freitas
Atenção, alunos (as)!
Sobre a tarefa (entregar dia da prova) para a 3ª avaliação - Construções na Belle Époque paraense - faço sugestões de sites na lateral à direita.
Sinta-se à vontade para pesquisar em outras fontes.
Lembrem-se da Biblioteca Arthur Vianna no Centur.
Sobre a tarefa (entregar dia da prova) para a 3ª avaliação - Construções na Belle Époque paraense - faço sugestões de sites na lateral à direita.
Sinta-se à vontade para pesquisar em outras fontes.
Lembrem-se da Biblioteca Arthur Vianna no Centur.
Estudo detecta intolerância entre europeus
A negação de diferenças culturais é um dos principais fatores que favorecem o surgimento do preconceito.
Leia notícia na íntegra:
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4891772,00.html
Leia notícia na íntegra:
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4891772,00.html
sexta-feira, novembro 13, 2009
Atenção alunos das turmas C e D / 2º ano - Escola Dr. Freitas
Olá, meus alunos: Embora já tenhamos realizado nossa 3ª avaliação, é possível ainda fazer a 2ª tarefa até o dia 18 de novembro (4ª feira).
Faço novamente a pergunta:
Que ações a Escola poderá desenvolver para o combate à discriminação?
Lembre-se das discussões em sala de aula dentro do conteúdo Multiculturalismo, ocasiões em que foram colocadas situações de discrminação à cor da pele, à opção sexual, à mulher, por exemplo.
Faço novamente a pergunta:
Que ações a Escola poderá desenvolver para o combate à discriminação?
Lembre-se das discussões em sala de aula dentro do conteúdo Multiculturalismo, ocasiões em que foram colocadas situações de discrminação à cor da pele, à opção sexual, à mulher, por exemplo.
SBPC lança movimento em busca de "revolução pelo ensino básico"
13 de novembro de 2009 • 12h08 • atualizado às 14h42
A Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência (SBPC) lançou hoje (13) o movimento SBPC: Pacto pela Educação. A ideia é, junto com outras entidades como União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), apresentar no primeiro semestre do ano que vem propostas para a melhoria do ensino básico no país.
"Devemos fazer uma revolução pelo ensino básico, que vai mal. Temos uma pedagogia ultrapassada, professores malpagos, violência nas escolas. Queremos propor ações para resolver problemas emergenciais e também em médio e longo prazos", disse o coordenador do Grupo de Trabalho de Educação da SBPC, Isaac Roitman. "Queremos fazer com que segmentos da sociedade sejam fiscais da qualidade da educação. É o TCU da educação", completou.
Para o diretor-geral da SBPC, Marco Antônio Raupp, é preciso estimular a discussão sobre as políticas públicas em educação e cobrar das autoridades as medidas. "Vamos fazer gestões com os novos governantes, nos próximos 20 anos, para que deem à educação o status de política de Estado", disse.
Agência Brasil
Fonte: http://www.noticias.terra.com.br
A Sociedade Brasileira pelo Progresso da Ciência (SBPC) lançou hoje (13) o movimento SBPC: Pacto pela Educação. A ideia é, junto com outras entidades como União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), apresentar no primeiro semestre do ano que vem propostas para a melhoria do ensino básico no país.
"Devemos fazer uma revolução pelo ensino básico, que vai mal. Temos uma pedagogia ultrapassada, professores malpagos, violência nas escolas. Queremos propor ações para resolver problemas emergenciais e também em médio e longo prazos", disse o coordenador do Grupo de Trabalho de Educação da SBPC, Isaac Roitman. "Queremos fazer com que segmentos da sociedade sejam fiscais da qualidade da educação. É o TCU da educação", completou.
Para o diretor-geral da SBPC, Marco Antônio Raupp, é preciso estimular a discussão sobre as políticas públicas em educação e cobrar das autoridades as medidas. "Vamos fazer gestões com os novos governantes, nos próximos 20 anos, para que deem à educação o status de política de Estado", disse.
Agência Brasil
Fonte: http://www.noticias.terra.com.br
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