Parabéns ao aluno Paulo Rafael Sá da Turma M1TJ02 - Tarde, pela premiação bem como pelo tema escolhido.
Muito bem, Rafael! . Agora referimo-me ao que você escreveu na sua 3ª Avaliação de Sociologia para confirmar que certamente todo o processo para a elaboração do vídeo que lhe proporcionou a 3ª classificação é socialização, sem dúvida. E, a Escola, é um agente significativo nesse processo.
Vamos conferir o vídeo?
http://www.navegatube.pa.gov.br/videos/516/escola-vilhena-alves
sábado, dezembro 12, 2009
sexta-feira, dezembro 11, 2009
Dia do Sociólogo
11 12 2009
A deputada Teresa Leitão, do PT, registrou, nesta quinta (dez de dezembro), a passagem do Dia do Sociólogo. A parlamentar lembrou que o estudo da Sociologia voltou a ser adotado nas escolas de ensino médio do país após a Lei de Diretrizes de Bases da Educação. Segundo a deputada, a disciplina é de suma importância para o conhecimento da realidade. Teresa informou que, durante o Dia do Sociólogo, são feitas inúmeras homenagens ao professor Florestan Fernandes. Além de ter sido eleito duas vezes deputado federal pelo PT, ele foi um dos grandes sociólogos do país. De acordo com Teresa, os estudos de Florestan contribuíram com a explicação dos fatos e das desigualdades sociais. (F.M.)
Fonte: http://dialogospoliticos.wordpress.com
A deputada Teresa Leitão, do PT, registrou, nesta quinta (dez de dezembro), a passagem do Dia do Sociólogo. A parlamentar lembrou que o estudo da Sociologia voltou a ser adotado nas escolas de ensino médio do país após a Lei de Diretrizes de Bases da Educação. Segundo a deputada, a disciplina é de suma importância para o conhecimento da realidade. Teresa informou que, durante o Dia do Sociólogo, são feitas inúmeras homenagens ao professor Florestan Fernandes. Além de ter sido eleito duas vezes deputado federal pelo PT, ele foi um dos grandes sociólogos do país. De acordo com Teresa, os estudos de Florestan contribuíram com a explicação dos fatos e das desigualdades sociais. (F.M.)
Fonte: http://dialogospoliticos.wordpress.com
UEPA - DAA alerta candidatos sobre documentação para a 3ª fase
A identificação dos candidatos inscritos para a 3ª fase nos Processos Seletivos 2010 a realizar-se no dia 20 de dezembro de 2009, será aceita SOMENTE conforme citado nos editais 51/2008 e 34/2009.
Leia a notícia na íntegra:
http://www2.uepa.br/uepa_site/ascom/ler_detalhe.php?id_noticia=1860168
Leia a notícia na íntegra:
http://www2.uepa.br/uepa_site/ascom/ler_detalhe.php?id_noticia=1860168
quarta-feira, dezembro 09, 2009
Renda familiar influencia o acesso à educação, mostra estudo
Um relatório do Movimento Todos pela Educação, divulgado nesta quarta-feira, mostra que a renda familiar tem influência direta no acesso da criança à escola.
Em 2008, 90,4% das crianças e dos jovens entre 4 e 17 anos estavam na escola no Brasil. Entretanto, entre as famílias que se declaram sem rendimento, ou seja, que sobrevivem de serviços temporários ou doações, a taxa de atendimento cai para 81%. Entre as famílias com renda mensal de cinco salários mínimos ou mais, 97% da população nessa faixa etária frequentam a escola.
O documento, divulgado nesta quarta-feira, analisa a taxa de atendimento da população de 4 a 17 anos, além dos percentuais de conclusão do ensino fundamental e médio entre os jovens. Segundo o relatório, o país não conseguiu atingir a meta de acesso para 2008, que previa que 91,9% da população nessa faixa etária estivesse na escola. O percentual verificado foi de 90,4%. Para 2022, a meta é chegar a 98%. Entre os estados, só a Bahia conseguiu superar a meta estabelecida para o ano passado, atingindo o percentual de 92,5% de crianças e jovens na escola.
O presidente executivo do Movimento Todos pela Educação, Mozart Neves Ramos, destaca que a aprovação em 2009 da proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece o ensino médio (dos 15 aos 17 anos) e a pré-escola (dos 4 aos 5 anos) como etapas obrigatórias deve aumentar os números nos próximos anos. O atendimento escolar entre 7 e 14 anos, faixa etária para a qual hoje o ensino é obrigatório, já foi universalizado.
"Se por um lado conseguimos universalizar a matrícula de 7 a 14 anos, na pré-escola ainda é preciso fazer um grande esforço: ainda temos 15% de crianças não atendidas e essa é uma etapa muito importante para a qualidade da educação básica", afirma.
Além da renda, o local em que a criança mora e outros fatores influenciam o acesso ao ensino. Segundo o relatório, "o fato de a família residir em uma zona urbana aumenta em 3% a probabilidade de seus filhos estarem matriculados na escola". Se o pai está empregado, a chance de o filho ter atendimento escolar aumenta em 5,4%. "É preciso garantir uma atenção maior em termos de politica pública para essa população, um olhar diferenciado para essa criança", destaca Mozart Neves Ramos.
O Movimento Todos pela Educação reúne representantes da sociedade civil organizada e da iniciativa privada, educadores e gestores públicos de educação. A entidade monitora indicadores educacionais de acesso e qualidade a partir de cinco metas que devem ser atingidas até o bicentenário da Independência, em 2022: ampliação e melhoria da gestão dos investimentos em educação, garantia de que todas as crianças e jovens estejam na escola, sejam alfabetizados até os 8 anos, aprendam o que é adequado para a sua série e concluam cada etapa do ensino na idade correta.
Agência Brasil
no endereço: http://www.noticias.terra.com.br
Em 2008, 90,4% das crianças e dos jovens entre 4 e 17 anos estavam na escola no Brasil. Entretanto, entre as famílias que se declaram sem rendimento, ou seja, que sobrevivem de serviços temporários ou doações, a taxa de atendimento cai para 81%. Entre as famílias com renda mensal de cinco salários mínimos ou mais, 97% da população nessa faixa etária frequentam a escola.
O documento, divulgado nesta quarta-feira, analisa a taxa de atendimento da população de 4 a 17 anos, além dos percentuais de conclusão do ensino fundamental e médio entre os jovens. Segundo o relatório, o país não conseguiu atingir a meta de acesso para 2008, que previa que 91,9% da população nessa faixa etária estivesse na escola. O percentual verificado foi de 90,4%. Para 2022, a meta é chegar a 98%. Entre os estados, só a Bahia conseguiu superar a meta estabelecida para o ano passado, atingindo o percentual de 92,5% de crianças e jovens na escola.
O presidente executivo do Movimento Todos pela Educação, Mozart Neves Ramos, destaca que a aprovação em 2009 da proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece o ensino médio (dos 15 aos 17 anos) e a pré-escola (dos 4 aos 5 anos) como etapas obrigatórias deve aumentar os números nos próximos anos. O atendimento escolar entre 7 e 14 anos, faixa etária para a qual hoje o ensino é obrigatório, já foi universalizado.
"Se por um lado conseguimos universalizar a matrícula de 7 a 14 anos, na pré-escola ainda é preciso fazer um grande esforço: ainda temos 15% de crianças não atendidas e essa é uma etapa muito importante para a qualidade da educação básica", afirma.
Além da renda, o local em que a criança mora e outros fatores influenciam o acesso ao ensino. Segundo o relatório, "o fato de a família residir em uma zona urbana aumenta em 3% a probabilidade de seus filhos estarem matriculados na escola". Se o pai está empregado, a chance de o filho ter atendimento escolar aumenta em 5,4%. "É preciso garantir uma atenção maior em termos de politica pública para essa população, um olhar diferenciado para essa criança", destaca Mozart Neves Ramos.
O Movimento Todos pela Educação reúne representantes da sociedade civil organizada e da iniciativa privada, educadores e gestores públicos de educação. A entidade monitora indicadores educacionais de acesso e qualidade a partir de cinco metas que devem ser atingidas até o bicentenário da Independência, em 2022: ampliação e melhoria da gestão dos investimentos em educação, garantia de que todas as crianças e jovens estejam na escola, sejam alfabetizados até os 8 anos, aprendam o que é adequado para a sua série e concluam cada etapa do ensino na idade correta.
Agência Brasil
no endereço: http://www.noticias.terra.com.br
UFPA anuncia o novo calendário do PSS 2010
09.12.2009 20:14
A Comissão Permanente de Processos Seletivos da UFPA (COPERPS) divulgou nesta quarta-feira, dia 09 de dezembro, o novo calendário do Processo Seletivo Seriado 2010 (PSS) da Universidade. A segunda etapa da seleção de candidatos indígenas, que aconteceria no próximo domingo, também foi adiada e acontecerá no mesmo dia da segunda fase do concurso, em janeiro. As novas datas não interferirão no calendário de aulas da Instituição.
A primeira fase do PSS será no dia 10 de janeiro. O segundo dia de provas está marcado para 24 de janeiro e a última prova acontecerá no dia 11 de fevereiro. A previsão é de que a lista de aprovados seja divulgada por volta do dia 27 de fevereiro. Os últimos dias do mês de dezembro serão dedicados a negociação de espaços para a realização das provas e para a organização do concurso. O edital do certame com todas as retificações será publicado no site do Centro de Processos Seletivos da UFPA (CEPS) até a próxima sexta-feira, dia 11.
Marlene Freitas, coordenadora da COPERPS e pró-reitora de ensino de graduação da Universidade (PROEG) explica que a realização da terceira fase num dia útil, uma quinta-feira, é uma exceção necessária para que o calendário acadêmico de 2010 seja mantido e para que as aulas para os veteranos iniciem no dia 1º de março. “Com os feriados de carnaval, se a última etapa do concurso acontecesse um pouco antes ou depois do dia 11 de fevereiro, os prazos para execução do processo seletivo e para a matrícula dos calouros poderiam ser prejudicados”, justifica.
Após a divulgação do resultado, os calouros precisam ser registrados como alunos da Universidade, por meio da habilitação ao vinculo institucional e, ainda, devem ser matriculados em suas Faculdades específicas. Todo este processo deve acontecer entre os dias 03 e 12 de março. “Por este motivo, oficialmente, as aulas para os calouros iniciam no dia 15 de março. Antes deste prazo, estarão acontecendo na Universidade a tradicional Semana do Calouro e os novos universitários já estarão participando dela”, assegura a pró-reitora.
A COPERPS informa ainda que todas as questões das três fases do concurso serão refeitas e que as bancas elaboradoras de prova serão revistas, porém, não necessariamente substituídas. A única exceção é a banca de Geografia, cujos antigos professores foram afastados e novos docentes foram nomeados no final de novembro. Por sua vez, as sindicâncias internas que apuram os problemas que aconteceram na realização da primeira fase do certame continuam em andamento, bem como as apurações da Polícia Federal, que investiga o caso a pedido da reitoria da Universidade.
Do total de 50.436 candidatos inscritos no Processo, 47.707 estão inscritos para participar da primeira fase do concurso. Com a anulação da primeira prova aplicada, mesmo os 3.256 estudantes que faltaram no dia 22 de novembro poderão participar do PSS.
INDÍGENAS: A seleção de candidatos indígenas acontece paralelamente ao PSS 2010. A primeira fase baseada na análise de documentos, como o histórico escolar e comprovante de pertencimento a etnias indígenas, já foi concluída. A segunda etapa do concurso é composta por uma redação e acontecerá no dia 24 de janeiro. A última etapa será uma entrevista individual com os candidatos e acontecerá no mês de fevereiro.
Texto: Glauce Monteiro – Assessoria de Comunicação da UFPA
no endereço: http://www.ufpa.br
Os grifos são meus.
A Comissão Permanente de Processos Seletivos da UFPA (COPERPS) divulgou nesta quarta-feira, dia 09 de dezembro, o novo calendário do Processo Seletivo Seriado 2010 (PSS) da Universidade. A segunda etapa da seleção de candidatos indígenas, que aconteceria no próximo domingo, também foi adiada e acontecerá no mesmo dia da segunda fase do concurso, em janeiro. As novas datas não interferirão no calendário de aulas da Instituição.
A primeira fase do PSS será no dia 10 de janeiro. O segundo dia de provas está marcado para 24 de janeiro e a última prova acontecerá no dia 11 de fevereiro. A previsão é de que a lista de aprovados seja divulgada por volta do dia 27 de fevereiro. Os últimos dias do mês de dezembro serão dedicados a negociação de espaços para a realização das provas e para a organização do concurso. O edital do certame com todas as retificações será publicado no site do Centro de Processos Seletivos da UFPA (CEPS) até a próxima sexta-feira, dia 11.
Marlene Freitas, coordenadora da COPERPS e pró-reitora de ensino de graduação da Universidade (PROEG) explica que a realização da terceira fase num dia útil, uma quinta-feira, é uma exceção necessária para que o calendário acadêmico de 2010 seja mantido e para que as aulas para os veteranos iniciem no dia 1º de março. “Com os feriados de carnaval, se a última etapa do concurso acontecesse um pouco antes ou depois do dia 11 de fevereiro, os prazos para execução do processo seletivo e para a matrícula dos calouros poderiam ser prejudicados”, justifica.
Após a divulgação do resultado, os calouros precisam ser registrados como alunos da Universidade, por meio da habilitação ao vinculo institucional e, ainda, devem ser matriculados em suas Faculdades específicas. Todo este processo deve acontecer entre os dias 03 e 12 de março. “Por este motivo, oficialmente, as aulas para os calouros iniciam no dia 15 de março. Antes deste prazo, estarão acontecendo na Universidade a tradicional Semana do Calouro e os novos universitários já estarão participando dela”, assegura a pró-reitora.
A COPERPS informa ainda que todas as questões das três fases do concurso serão refeitas e que as bancas elaboradoras de prova serão revistas, porém, não necessariamente substituídas. A única exceção é a banca de Geografia, cujos antigos professores foram afastados e novos docentes foram nomeados no final de novembro. Por sua vez, as sindicâncias internas que apuram os problemas que aconteceram na realização da primeira fase do certame continuam em andamento, bem como as apurações da Polícia Federal, que investiga o caso a pedido da reitoria da Universidade.
Do total de 50.436 candidatos inscritos no Processo, 47.707 estão inscritos para participar da primeira fase do concurso. Com a anulação da primeira prova aplicada, mesmo os 3.256 estudantes que faltaram no dia 22 de novembro poderão participar do PSS.
INDÍGENAS: A seleção de candidatos indígenas acontece paralelamente ao PSS 2010. A primeira fase baseada na análise de documentos, como o histórico escolar e comprovante de pertencimento a etnias indígenas, já foi concluída. A segunda etapa do concurso é composta por uma redação e acontecerá no dia 24 de janeiro. A última etapa será uma entrevista individual com os candidatos e acontecerá no mês de fevereiro.
Texto: Glauce Monteiro – Assessoria de Comunicação da UFPA
no endereço: http://www.ufpa.br
Os grifos são meus.
terça-feira, dezembro 08, 2009
Conferência de Copenhague também envolve direitos humanos
Eventos climáticos poderão expulsar até 1 bi de pessoas de casa nos próximos 40 anos
O número de pessoas afetadas por catástrofes naturais, mais do que duplicou, nos últimos anos, em todo o mundo. Um estudo da Organização Internacional para as Migrações, lançado no segundo dia da conferência sobre mudanças climáticas, em Copenhague, estima que entre 25 milhões e 1 bilhão de pessoas poderão ser expulsas de suas casas durante as próximas quatro décadas, mas apenas parte desses ‘refugiados do clima' seriam capazes de deixar os seus países devido à falta de meios e capacidade de viajar para lugares mais ricos.
"Em geral, os países esperam para gerir a migração, com exceção dos pequenos países insulares", afirma o relatório. Os países com maior potencial futuro para a migração internacional são, entre outros, Afeganistão, Bangladesh, a maioria da América Central, Oeste Africano e vários países do Sudeste Asiático. Estes países têm altas taxas de emigração, enfrentam desafios socioeconômicos, e cujas experiências climáticas significativas prenunciam início lento de desastres relacionados que terão impacto sobre questões como segurança alimentar.
O estudo ressalta que a falta de dados sobre migrações e alterações climáticas e degradação ambiental são obstáculos para o planejamento futuro. Cerca de 20 relatores especiais das Nações Unidas afirmaram, antes da conferência, que ali seriam discutidos também direitos humanos. "Um resultado frágil nas negociações sobre a mudança climática seria uma séria ameaça aos direitos humanos", diz o texto dos relatores. "O aumento do nível do mar, o aumento da temperatura do oceano e os eventos meteorológicos extremos têm e seguirão tendo envolvimento direto e indireto nos direitos humanos", acrescentou o documento.
Os analistas pediram aos participantes da cúpula de Copenhague para que seja alcançado um acordo para prevenir mais alterações, proteger os indivíduos já afetados pela mudança climática e adotar planos de adaptação e redução que levem em consideração à legislação internacional sobre os direitos humanos.
Fonte: http://www.portalodm.com.br
Acompanhe todas as notícias da Conferência no Portal à lateral direita.
O número de pessoas afetadas por catástrofes naturais, mais do que duplicou, nos últimos anos, em todo o mundo. Um estudo da Organização Internacional para as Migrações, lançado no segundo dia da conferência sobre mudanças climáticas, em Copenhague, estima que entre 25 milhões e 1 bilhão de pessoas poderão ser expulsas de suas casas durante as próximas quatro décadas, mas apenas parte desses ‘refugiados do clima' seriam capazes de deixar os seus países devido à falta de meios e capacidade de viajar para lugares mais ricos.
"Em geral, os países esperam para gerir a migração, com exceção dos pequenos países insulares", afirma o relatório. Os países com maior potencial futuro para a migração internacional são, entre outros, Afeganistão, Bangladesh, a maioria da América Central, Oeste Africano e vários países do Sudeste Asiático. Estes países têm altas taxas de emigração, enfrentam desafios socioeconômicos, e cujas experiências climáticas significativas prenunciam início lento de desastres relacionados que terão impacto sobre questões como segurança alimentar.
O estudo ressalta que a falta de dados sobre migrações e alterações climáticas e degradação ambiental são obstáculos para o planejamento futuro. Cerca de 20 relatores especiais das Nações Unidas afirmaram, antes da conferência, que ali seriam discutidos também direitos humanos. "Um resultado frágil nas negociações sobre a mudança climática seria uma séria ameaça aos direitos humanos", diz o texto dos relatores. "O aumento do nível do mar, o aumento da temperatura do oceano e os eventos meteorológicos extremos têm e seguirão tendo envolvimento direto e indireto nos direitos humanos", acrescentou o documento.
Os analistas pediram aos participantes da cúpula de Copenhague para que seja alcançado um acordo para prevenir mais alterações, proteger os indivíduos já afetados pela mudança climática e adotar planos de adaptação e redução que levem em consideração à legislação internacional sobre os direitos humanos.
Fonte: http://www.portalodm.com.br
Acompanhe todas as notícias da Conferência no Portal à lateral direita.
MPF apóia anulação do vestibular da UFPA
O Ministério Público Federal concordou com a anulação da primeira fase do vestibular da Universidade Federal do Pará. A decisão foi tomada após uma reunião pela manhã, na sede da Procuradoria da República no Pará, em que novos fatos sugiram. O reitor Carlos Maneschy comunicou a anulação na tarde de hoje (07).
Novas informações apuradas pela Polícia Federal influíram na anulação: um dos servidores com acesso às provas tinha um sobrinho fazendo o vestibular, o que é irregular. Até agora está confirmada apenas a suspeita de que algumas questões da prova foram plagiadas de outros vestibulares, mas a possibilidade de vazamento não pode ser descartada.
Para o procurador Alan Rogério Mansur Silva, responsável pelo caso, a decisão é acertada e demonstra o compromisso da instituição com a lisura do processo seletivo. - A UFPA tem demonstrado interesse em esclarecer os fatos e encaminhou, até agora, todas as documentações que solicitamos, declarou. O MPF acompanha a situação desde que começaram as denúncias de plágio e vazamento das questões de geografia.
Antes mesmo das informações da PF, a manutenção do calendário de provas estava comprometida por uma decisão judicial, exarada na última sexta-feira (04) pela 5ª Vara da Justiça Federal em um mandado de segurança, que ordenou a realização de uma nova prova de geografia. - Com esses fatos novos, concordamos que é melhor reiniciar o processo do zero, disse o procurador Alan Mansur.
A realização de um novo vestibular não interfere nas investigações do MPF, que continuarão até que se comprovem as causas e se identifiquem os responsáveis pelas irregularidades. Os acusados deverão ser processados civil e administrativamente pelos danos provocados.
(Diário Online/ Ascom Procuradoria da República no Pará) - 07 de dezembro de 2009 no endereço: http://www.diariodopara.com.br
Novas informações apuradas pela Polícia Federal influíram na anulação: um dos servidores com acesso às provas tinha um sobrinho fazendo o vestibular, o que é irregular. Até agora está confirmada apenas a suspeita de que algumas questões da prova foram plagiadas de outros vestibulares, mas a possibilidade de vazamento não pode ser descartada.
Para o procurador Alan Rogério Mansur Silva, responsável pelo caso, a decisão é acertada e demonstra o compromisso da instituição com a lisura do processo seletivo. - A UFPA tem demonstrado interesse em esclarecer os fatos e encaminhou, até agora, todas as documentações que solicitamos, declarou. O MPF acompanha a situação desde que começaram as denúncias de plágio e vazamento das questões de geografia.
Antes mesmo das informações da PF, a manutenção do calendário de provas estava comprometida por uma decisão judicial, exarada na última sexta-feira (04) pela 5ª Vara da Justiça Federal em um mandado de segurança, que ordenou a realização de uma nova prova de geografia. - Com esses fatos novos, concordamos que é melhor reiniciar o processo do zero, disse o procurador Alan Mansur.
A realização de um novo vestibular não interfere nas investigações do MPF, que continuarão até que se comprovem as causas e se identifiquem os responsáveis pelas irregularidades. Os acusados deverão ser processados civil e administrativamente pelos danos provocados.
(Diário Online/ Ascom Procuradoria da República no Pará) - 07 de dezembro de 2009 no endereço: http://www.diariodopara.com.br
segunda-feira, dezembro 07, 2009
UFPA anula primeira fase do Processo Seletivo Seriado 2010
A Comissão Permanente de Processos Seletivos da Universidade Federal do Pará (COPERPS) decidiu, nesta segunda-feira, 07 de dezembro, anular a primeira fase do Processo Seletivo Seriado 2010 (PSS), realizada no último dia 22 de novembro. O novo calendário de provas ainda não foi definido, mas a segunda fase, que seria neste domingo, dia 13 de dezembro, foi adiada. A COPERPS informa, ainda, que as inscrições para o concurso não serão reabertas.
O reitor da Universidade, Carlos Maneschy, explicou que o posicionamento da UFPA sobre a primeira fase do PSS 2010 seria alterado apenas diante de uma decisão judicial ou do surgimento de um fato novo. Os dois motivos que levaram a esta decisão foram uma liminar da Justiça Federal e o resultado de investigações da Polícia Federal.
A investigação da Polícia Federal sobre os problemas relacionados com a primeira fase do PSS 2010 iniciou a pedido do reitor da Instituição e revelou que um integrante do Centro de Processos Seletivos (CEPS), o qual tinha acesso à prova, possui um sobrinho inscrito no concurso, indo de encontro às regras da Instituição. Como o servidor da Universidade tinha acesso ao conteúdo de toda a prova, a comissão decidiu refazer totalmente a primeira etapa do concurso, em vez de refazer apenas a avaliação de Geografia, conforme determinação da Justiça Federal.
“Para evitar que situações como esta voltem a acontecer, a COPERPS irá elaborar novas regras sobre a realização de concursos na Universidade a serem adotadas, ainda, no PSS 2010 e vamos contar com a colaboração da Polícia Federal neste sentido”, garantiu Carlos Maneschy.
A COPERPS irá discutir os detalhes operacionais da decisão, como as datas e os locais de prova, mas adianta que todos os candidatos inscritos no concurso realizarão as provas do certame 2010 de acordo com as inscrições já efetuadas e tão logo o novo calendário de provas seja definido, haverá ampla divulgação.
Do total de 50.436 candidatos inscritos no Processo, 47.707 estão inscritos para participar da primeira fase do concurso. A Coordenadora da COPERPS e pró-reitora de Ensino de Graduação da Universidade, Marlene Freitas, assegura que o adiamento do concurso não interferirá no início das aulas, marcado para o dia 1º de março.
Texto: Assessoria de Comunicação da UFPA
Endereço: http://www.portal.ufpa.br
Os grifos são meus.
O reitor da Universidade, Carlos Maneschy, explicou que o posicionamento da UFPA sobre a primeira fase do PSS 2010 seria alterado apenas diante de uma decisão judicial ou do surgimento de um fato novo. Os dois motivos que levaram a esta decisão foram uma liminar da Justiça Federal e o resultado de investigações da Polícia Federal.
A investigação da Polícia Federal sobre os problemas relacionados com a primeira fase do PSS 2010 iniciou a pedido do reitor da Instituição e revelou que um integrante do Centro de Processos Seletivos (CEPS), o qual tinha acesso à prova, possui um sobrinho inscrito no concurso, indo de encontro às regras da Instituição. Como o servidor da Universidade tinha acesso ao conteúdo de toda a prova, a comissão decidiu refazer totalmente a primeira etapa do concurso, em vez de refazer apenas a avaliação de Geografia, conforme determinação da Justiça Federal.
“Para evitar que situações como esta voltem a acontecer, a COPERPS irá elaborar novas regras sobre a realização de concursos na Universidade a serem adotadas, ainda, no PSS 2010 e vamos contar com a colaboração da Polícia Federal neste sentido”, garantiu Carlos Maneschy.
A COPERPS irá discutir os detalhes operacionais da decisão, como as datas e os locais de prova, mas adianta que todos os candidatos inscritos no concurso realizarão as provas do certame 2010 de acordo com as inscrições já efetuadas e tão logo o novo calendário de provas seja definido, haverá ampla divulgação.
Do total de 50.436 candidatos inscritos no Processo, 47.707 estão inscritos para participar da primeira fase do concurso. A Coordenadora da COPERPS e pró-reitora de Ensino de Graduação da Universidade, Marlene Freitas, assegura que o adiamento do concurso não interferirá no início das aulas, marcado para o dia 1º de março.
Texto: Assessoria de Comunicação da UFPA
Endereço: http://www.portal.ufpa.br
Os grifos são meus.
domingo, dezembro 06, 2009
Turmas de 2º ano
Atenção Turmas do 2º ano das Escolas Dr. Freitas, Deodoro de Mendonça e Vilhena Alves!
Além dos textos aqui postados, faço sugestão de livro que trata do termo "pedofilização":
Corpo, gênero e sexualidade: um debate contemporâneo na educação - Página 56
GUACIRA LOPES LOURO
Entrega da tarefa para a 4ª avaliação: período de 14 a 28 de dezembro de 2009.
Além dos textos aqui postados, faço sugestão de livro que trata do termo "pedofilização":
Corpo, gênero e sexualidade: um debate contemporâneo na educação - Página 56
GUACIRA LOPES LOURO
Entrega da tarefa para a 4ª avaliação: período de 14 a 28 de dezembro de 2009.
sábado, dezembro 05, 2009
sexta-feira, dezembro 04, 2009
Culto à erotização estimula sexualidade precoce e pedofilia
Atenção Turmas do 2º ano!
Leitura complementar:
Ao mesmo tempo em que acelera fases do desenvolvimento infantil, o forte apelo sensual na publicidade, novelas, músicas e outros produtos culturais torna, ainda que de forma camuflada, o abuso de crianças uma prática social aceitável.
A mesma sociedade que condena, com toda razão, os terríveis crimes envolvendo a pedofilia – abusos sexuais contra crianças – também promove de forma mecânica e maciça uma cultura que valoriza a erotização precoce dos pequenos e faz disso uma fórmula imbatível para vender produtos, criar moda, influenciar pessoas e, principalmente, acumular muito dinheiro. Seja nos anúncios publicitários, nas novelas, programas de auditório, publicações ou em músicas, a sexualidade exacerbada está presente no dia-a-dia de todos no Brasil e é considerada como algo para se ter orgulho. Bombardeadas por estas informações, muitas crianças têm o seu desenvolvimento afetado, atropelam fases importantes da vida e acabam transformadas em miniadultos.
Para a professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Jane Felipe, especialista em educação infantil, a sociedade vive hoje um momento de “pedofilização”, ou seja, a pedofilia como prática social contemporânea e, de uma forma camuflada, aceitável.
“A mesma sociedade que promove leis justas de proteção às crianças e adolescentes também ajuda a projetar pela mídia um desejo cada vez maior pelo corpo, na maioria dos casos, feminino. A mulher, para conquistar espaço, precisa ser desejável”, afirma Jane. “Na cultura brasileira, existe um imenso culto à erotização. O que acontece é uma busca pela combinação entre a ingenuidade quase infantil e o desejo extremo. Isso captura homens, mulheres e também tem afetado a subjetividade das crianças, que tem se mostrado muito preocupadas com a estética. Conheço meninas de 4 e 5 anos que só querem comer alface ou rejeitam certos modelos de roupas.
Tudo para não parecerem gordas ou distantes das imagens propagadas pela TV e copiadas pelas amiguinhas”, completa a especialista.
A médica sexóloga Nilva Ferreira Pereira concorda que existe uma incoerência no comportamento da sociedade, mas faz algumas ressalvas em relação à questão sexual.
“Não existe sexualidade precoce, ela nasce junto com o indivíduo. No caso das crianças, o sexo não é focalizado no genital, não há objeto do desejo definido. O que existe é a descoberta corporal, a exploração saudável e normal”, explica. “O problema é que a erotização adulta está chegando cada vez mais cedo. As crianças não estão se desenvolvendo em suas etapas normais. Está havendo um atropelo. Deveríamos tratar crianças como crianças, para que elas consigam amadurecer no tempo delas”, acrescenta Nilva.
Tanto para a professora quanto para a médica sexóloga, o passo mais importante para mudar o processo de erotização da infância seria transformar a escola em um local de debate sobre este tema. Os educadores poderiam cumprir o seu papel de questionar o atual funcionamento da sociedade e, com a ajuda e a opinião dos próprios jovens, encontrar caminhos mais adequados para que todos tenham consciência da realidade que estão vivendo.
“As crianças também precisam ter a noção de domínio do próprio corpo e saber que ninguém pode mexer com elas sem que queiram. Sem fazer terrorismo, os pais e a escola poderiam dar estas orientações, além de alertar sobre a importância de que, caso algo de errado aconteça, a criança tem um adulto de confiança para contar o que houve e não fique apenas presa ao medo ou à confusão”, indica Nilva. “Com uma sociedade onde o apelo visual reina e as crianças se transformam em consumidores vorazes, podemos esperar que as próximas gerações carreguem um vazio existencial e uma frustração muito grandes. Além do vazio do bolso, é claro”, comenta a sexóloga, sem deixar a ironia de lado.
Além de pais e professores, os próprios veículos comunicadores precisam iniciar um processo de conscientização. De acordo com Dulce Adorno, doutora em Ciências Sociais Aplicadas com a tese Interferência da TV no Comportamento dos Adolescentes, a mídia desenvolve precocemente a sexualidade infantil e, ao mesmo tempo, não forma os adultos para lidar com isso. “Existe uma falha na educação. A TV é uma referência na vida das pessoas e é preciso um maior controle sobre o que é veiculado. Nada de censura, mas que as pessoas responsáveis por este setor tenham a preocupação de oferecer um produto mais sério e comprometido com o desenvolvimento dos jovens”, analisa.
O professor de Comunicação Publicitária e Marketing da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), Claudine Luiz Pessoto, admite que as propagandas e programas de televisão forçam uma antecipação no amadurecimento das crianças. Meninas de 5 anos vestidas como se tivessem 20 ou meninos recém-saídos das fraldas querendo mostrar virilidade são fáceis de serem encontrados hoje em dia. Até mesmo alguns pais enaltecem este comportamento, orgulhosos da “esperteza” dos filhotes.
“Se uma menina não tem um adereço ou uma roupa da moda, ela não se sente integrada ao grupo. O bombardeio de informações desperta o interesse precoce. As escolas deveriam encarar esses problemas e discuti-los até mesmo em sala de aula”, reforça Pessoto.
O importante desafio de esclarecer e orientar quem ainda está começando a viver também é lembrado pela professora Cláudia Ribeiro, da Universidade Federal de Lavras, em Minas Gerais, que tem mestrado e doutorado em Sexualidade Infantil pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “A criança é um ser erótico, mas diferente do adulto. O que a mídia tem feito é estimular o prazer passando por cima das fases de desenvolvimento dos jovens. Cabe aos professores a consciência de trabalhar com estes temas, respeitando o jeito que cada criança tem de enxergar o mundo”, diz.
Sinais de alerta
Indícios que podem ser observados nas crianças e adolescentes vítimas de abuso ou exploração sexual:
Comportamento arredio em casa e na escola;
Irritabilidade e choro com freqüência;
Momentos de silêncio total;
Dificuldade de se relacionar com outras pessoas;
Medo de sair de casa;
Receio de ficar sozinha com determinada pessoa dentro de casa, seja ele pai, tio ou qualquer outro conhecido.
Fonte: Fábio Gallacci – Correio Popular – SP
no endereço: http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com
Os grifos são meus.
Leitura complementar:
Ao mesmo tempo em que acelera fases do desenvolvimento infantil, o forte apelo sensual na publicidade, novelas, músicas e outros produtos culturais torna, ainda que de forma camuflada, o abuso de crianças uma prática social aceitável.
A mesma sociedade que condena, com toda razão, os terríveis crimes envolvendo a pedofilia – abusos sexuais contra crianças – também promove de forma mecânica e maciça uma cultura que valoriza a erotização precoce dos pequenos e faz disso uma fórmula imbatível para vender produtos, criar moda, influenciar pessoas e, principalmente, acumular muito dinheiro. Seja nos anúncios publicitários, nas novelas, programas de auditório, publicações ou em músicas, a sexualidade exacerbada está presente no dia-a-dia de todos no Brasil e é considerada como algo para se ter orgulho. Bombardeadas por estas informações, muitas crianças têm o seu desenvolvimento afetado, atropelam fases importantes da vida e acabam transformadas em miniadultos.
Para a professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Jane Felipe, especialista em educação infantil, a sociedade vive hoje um momento de “pedofilização”, ou seja, a pedofilia como prática social contemporânea e, de uma forma camuflada, aceitável.
“A mesma sociedade que promove leis justas de proteção às crianças e adolescentes também ajuda a projetar pela mídia um desejo cada vez maior pelo corpo, na maioria dos casos, feminino. A mulher, para conquistar espaço, precisa ser desejável”, afirma Jane. “Na cultura brasileira, existe um imenso culto à erotização. O que acontece é uma busca pela combinação entre a ingenuidade quase infantil e o desejo extremo. Isso captura homens, mulheres e também tem afetado a subjetividade das crianças, que tem se mostrado muito preocupadas com a estética. Conheço meninas de 4 e 5 anos que só querem comer alface ou rejeitam certos modelos de roupas.
Tudo para não parecerem gordas ou distantes das imagens propagadas pela TV e copiadas pelas amiguinhas”, completa a especialista.
A médica sexóloga Nilva Ferreira Pereira concorda que existe uma incoerência no comportamento da sociedade, mas faz algumas ressalvas em relação à questão sexual.
“Não existe sexualidade precoce, ela nasce junto com o indivíduo. No caso das crianças, o sexo não é focalizado no genital, não há objeto do desejo definido. O que existe é a descoberta corporal, a exploração saudável e normal”, explica. “O problema é que a erotização adulta está chegando cada vez mais cedo. As crianças não estão se desenvolvendo em suas etapas normais. Está havendo um atropelo. Deveríamos tratar crianças como crianças, para que elas consigam amadurecer no tempo delas”, acrescenta Nilva.
Tanto para a professora quanto para a médica sexóloga, o passo mais importante para mudar o processo de erotização da infância seria transformar a escola em um local de debate sobre este tema. Os educadores poderiam cumprir o seu papel de questionar o atual funcionamento da sociedade e, com a ajuda e a opinião dos próprios jovens, encontrar caminhos mais adequados para que todos tenham consciência da realidade que estão vivendo.
“As crianças também precisam ter a noção de domínio do próprio corpo e saber que ninguém pode mexer com elas sem que queiram. Sem fazer terrorismo, os pais e a escola poderiam dar estas orientações, além de alertar sobre a importância de que, caso algo de errado aconteça, a criança tem um adulto de confiança para contar o que houve e não fique apenas presa ao medo ou à confusão”, indica Nilva. “Com uma sociedade onde o apelo visual reina e as crianças se transformam em consumidores vorazes, podemos esperar que as próximas gerações carreguem um vazio existencial e uma frustração muito grandes. Além do vazio do bolso, é claro”, comenta a sexóloga, sem deixar a ironia de lado.
Além de pais e professores, os próprios veículos comunicadores precisam iniciar um processo de conscientização. De acordo com Dulce Adorno, doutora em Ciências Sociais Aplicadas com a tese Interferência da TV no Comportamento dos Adolescentes, a mídia desenvolve precocemente a sexualidade infantil e, ao mesmo tempo, não forma os adultos para lidar com isso. “Existe uma falha na educação. A TV é uma referência na vida das pessoas e é preciso um maior controle sobre o que é veiculado. Nada de censura, mas que as pessoas responsáveis por este setor tenham a preocupação de oferecer um produto mais sério e comprometido com o desenvolvimento dos jovens”, analisa.
O professor de Comunicação Publicitária e Marketing da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), Claudine Luiz Pessoto, admite que as propagandas e programas de televisão forçam uma antecipação no amadurecimento das crianças. Meninas de 5 anos vestidas como se tivessem 20 ou meninos recém-saídos das fraldas querendo mostrar virilidade são fáceis de serem encontrados hoje em dia. Até mesmo alguns pais enaltecem este comportamento, orgulhosos da “esperteza” dos filhotes.
“Se uma menina não tem um adereço ou uma roupa da moda, ela não se sente integrada ao grupo. O bombardeio de informações desperta o interesse precoce. As escolas deveriam encarar esses problemas e discuti-los até mesmo em sala de aula”, reforça Pessoto.
O importante desafio de esclarecer e orientar quem ainda está começando a viver também é lembrado pela professora Cláudia Ribeiro, da Universidade Federal de Lavras, em Minas Gerais, que tem mestrado e doutorado em Sexualidade Infantil pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “A criança é um ser erótico, mas diferente do adulto. O que a mídia tem feito é estimular o prazer passando por cima das fases de desenvolvimento dos jovens. Cabe aos professores a consciência de trabalhar com estes temas, respeitando o jeito que cada criança tem de enxergar o mundo”, diz.
Sinais de alerta
Indícios que podem ser observados nas crianças e adolescentes vítimas de abuso ou exploração sexual:
Comportamento arredio em casa e na escola;
Irritabilidade e choro com freqüência;
Momentos de silêncio total;
Dificuldade de se relacionar com outras pessoas;
Medo de sair de casa;
Receio de ficar sozinha com determinada pessoa dentro de casa, seja ele pai, tio ou qualquer outro conhecido.
Fonte: Fábio Gallacci – Correio Popular – SP
no endereço: http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com
Os grifos são meus.
quinta-feira, dezembro 03, 2009
Pedofilização
Atenção Turmas do 2º ano!
Dando continuidade acerca do conteúdo Pedofilia, abaixo está o texto de Jane Felipe de Souza , que é a continuação da postagem anterior, com algumas rupturas:
Pedofilização como prática social contemporânea
O conceito de pedofilização tem sido por mim utilizado no intuito de pontuar as contradições existentes na sociedade atual, que busca criar leis e sistemas de proteção à infância e adolescência contra a violência /abuso sexual, mas ao mesmo tempo legitima determinadas práticas sociais contemporâneas, seja através da mídia – publicidade, novelas, programas
humorísticos –, seja por intermédio de músicas, filmes, etc., onde os corpos infanto-juvenis são acionados de forma extremamente sedutora. São corpos desejáveis que misturam em suas expressões gestos, roupas e falas, modos de ser e de se comportar bastante erotizados.
Estudos divulgados pela Universidade da Califórnia mostram que dois terços dos programas de entretenimento dirigidos a crianças e adolescentes contém piadas pornográficas ou fazem referência a sexo. As propagandas, tanto impressas quanto as veiculadas na TV, se utilizam fartamente do recurso de exibição dos corpos femininos com forte apelo erótico. Propagandas de cervejas, de carros, de calçados, dentre tantas outras, remetem a idéia de um corpo para o consumo, que pode ser acionado para o deleite de fantasias sexuais, especialmente as masculinas. Como é possível perceber, o corpo erotizado é constantemente colocado em discurso através de diferentes artefatos culturais, produzindo assim o que chamamos de pedagogias da sexualidade. Um dos artefatos mais importantes na atualidade que tem ampliado significativamente seu campo de ação no que tange a espetacularização da sexualidade é a música. Enquanto artefatos culturais, as músicas estão a nos dizer uma série de coisas, indicando-nos modos de ser e sentir, constituindo-nos como sujeitos. Elas expressam concepções de mundo de uma época, de uma determinada cultura. Elas evidenciam, entre outras coisas, formas de representar homens e mulheres e suas relações afetivosexuais. Dessa forma, a música sempre educa e produz conhecimentos.
Recentemente, as músicas de estilo funk ganharam destaque nacional, acionando um repertório repleto de referências explícitas ao exercício da sexualidade. Não quero dizer com isso que esse estilo musical tenha inaugurado o tema, pois as músicas, nos seus mais variados estilos e épocas sempre se reportam, de um modo ou de outro, a temas em torno da sexualidade, algumas de forma mais sutil, outras de forma explícita. Não pretendo aqui discutir a questão do ponto de vista moral, mas trazer algumas reflexões acerca das representações de gênero e sexualidade que essas músicas, bem como outros artefatos culturais acionam. Tais músicas, amplamente veiculadas nas rádios, nos bailes e na TV, fazem muito sucesso entre jovens (e também entre as crianças), de modo que na escola, nos momentos de recreio, é comum vermos grupos de meninas dançando as coreografias dessas músicas. No caso do funk, as letras se caracterizam pela referência explícita a práticas sexuais, sem rodeios ou sutilezas, remetendo a um mero exercício sexual, onde os órgãos genitais são mencionados, atos sexuais em suas mais variadas formas são proclamados, acompanhadas de coreografias sensuais, que remetem à exibição dos corpos femininos. Trata-se de uma sexualidade explícita, sem pudores, nem rodeios. O amor e a paixão, temas tão recorrentes nas canções de décadas passadas (não significa que hoje as músicas não se refiram a esse tema), cedem lugar ou pelo menos parecem disputar espaço com músicas que proclamam práticas sexuais. Essas músicas, associadas a outras produções da cultura visual, talvez possam acender um interessante debate sobre os limites do que pode ou não ser considerado hoje como erotismo, pornografia e obscenidade.
Outro ponto interessante refere-se à estreita relação entre pedofilização e consumo, uma vez que nos contextos atuais, as crianças têm sido descobertas como consumidoras exigentes, ao mesmo tempo em que se transformam em objetos a serem consumidos, desejados, admirados. É possível observar a grande quantidade de programas de TV que investem cada vez mais em quadros específicos para crianças, onde elas são entrevistadas, cantam, dançam, representam, inspiradas /os quase sempre em astros nacionais e internacionais. As meninas, especialmente, procuram imitar mulheres adultas muito sensuais e, por vezes, os
próprios apresentadores do programa se dirigem a elas de modo erotizado, mesmo sendo crianças.
Outra importante dimensão do conceito de pedofilização pode ser encontrada em revistas dirigidas ao público masculino heterossexual, na medida em que as jovens e belas modelos, que aparecem em muitos dos ensaios sensuais e pornográficos veiculados por essas revistas, utilizam-se de elementos infantis, como bichinhos de pelúcia, roupas de colegial, etc. A própria aparência das modelos (mesmo sendo maiores de idade), remete-nos às feições de meninas pré-adolescentes, associada a essa mistura de ingenuidade e sedução. Nesse movimento, temos, portanto, o consumo dos corpos infantis por um lado, por outro, imagens de mulheres adultas vestidas e posicionadas como menininhas. O que se pode problematizar diante dessas questões, certamente, é um complexo emaranhado discursivo no qual as crianças e os significados da infância se encontram atualmente.
Fonte: http://www.scielo.br/pdf/cpa/n26/30391.pdf
Dando continuidade acerca do conteúdo Pedofilia, abaixo está o texto de Jane Felipe de Souza , que é a continuação da postagem anterior, com algumas rupturas:
Pedofilização como prática social contemporânea
O conceito de pedofilização tem sido por mim utilizado no intuito de pontuar as contradições existentes na sociedade atual, que busca criar leis e sistemas de proteção à infância e adolescência contra a violência /abuso sexual, mas ao mesmo tempo legitima determinadas práticas sociais contemporâneas, seja através da mídia – publicidade, novelas, programas
humorísticos –, seja por intermédio de músicas, filmes, etc., onde os corpos infanto-juvenis são acionados de forma extremamente sedutora. São corpos desejáveis que misturam em suas expressões gestos, roupas e falas, modos de ser e de se comportar bastante erotizados.
Estudos divulgados pela Universidade da Califórnia mostram que dois terços dos programas de entretenimento dirigidos a crianças e adolescentes contém piadas pornográficas ou fazem referência a sexo. As propagandas, tanto impressas quanto as veiculadas na TV, se utilizam fartamente do recurso de exibição dos corpos femininos com forte apelo erótico. Propagandas de cervejas, de carros, de calçados, dentre tantas outras, remetem a idéia de um corpo para o consumo, que pode ser acionado para o deleite de fantasias sexuais, especialmente as masculinas. Como é possível perceber, o corpo erotizado é constantemente colocado em discurso através de diferentes artefatos culturais, produzindo assim o que chamamos de pedagogias da sexualidade. Um dos artefatos mais importantes na atualidade que tem ampliado significativamente seu campo de ação no que tange a espetacularização da sexualidade é a música. Enquanto artefatos culturais, as músicas estão a nos dizer uma série de coisas, indicando-nos modos de ser e sentir, constituindo-nos como sujeitos. Elas expressam concepções de mundo de uma época, de uma determinada cultura. Elas evidenciam, entre outras coisas, formas de representar homens e mulheres e suas relações afetivosexuais. Dessa forma, a música sempre educa e produz conhecimentos.
Recentemente, as músicas de estilo funk ganharam destaque nacional, acionando um repertório repleto de referências explícitas ao exercício da sexualidade. Não quero dizer com isso que esse estilo musical tenha inaugurado o tema, pois as músicas, nos seus mais variados estilos e épocas sempre se reportam, de um modo ou de outro, a temas em torno da sexualidade, algumas de forma mais sutil, outras de forma explícita. Não pretendo aqui discutir a questão do ponto de vista moral, mas trazer algumas reflexões acerca das representações de gênero e sexualidade que essas músicas, bem como outros artefatos culturais acionam. Tais músicas, amplamente veiculadas nas rádios, nos bailes e na TV, fazem muito sucesso entre jovens (e também entre as crianças), de modo que na escola, nos momentos de recreio, é comum vermos grupos de meninas dançando as coreografias dessas músicas. No caso do funk, as letras se caracterizam pela referência explícita a práticas sexuais, sem rodeios ou sutilezas, remetendo a um mero exercício sexual, onde os órgãos genitais são mencionados, atos sexuais em suas mais variadas formas são proclamados, acompanhadas de coreografias sensuais, que remetem à exibição dos corpos femininos. Trata-se de uma sexualidade explícita, sem pudores, nem rodeios. O amor e a paixão, temas tão recorrentes nas canções de décadas passadas (não significa que hoje as músicas não se refiram a esse tema), cedem lugar ou pelo menos parecem disputar espaço com músicas que proclamam práticas sexuais. Essas músicas, associadas a outras produções da cultura visual, talvez possam acender um interessante debate sobre os limites do que pode ou não ser considerado hoje como erotismo, pornografia e obscenidade.
Outro ponto interessante refere-se à estreita relação entre pedofilização e consumo, uma vez que nos contextos atuais, as crianças têm sido descobertas como consumidoras exigentes, ao mesmo tempo em que se transformam em objetos a serem consumidos, desejados, admirados. É possível observar a grande quantidade de programas de TV que investem cada vez mais em quadros específicos para crianças, onde elas são entrevistadas, cantam, dançam, representam, inspiradas /os quase sempre em astros nacionais e internacionais. As meninas, especialmente, procuram imitar mulheres adultas muito sensuais e, por vezes, os
próprios apresentadores do programa se dirigem a elas de modo erotizado, mesmo sendo crianças.
Outra importante dimensão do conceito de pedofilização pode ser encontrada em revistas dirigidas ao público masculino heterossexual, na medida em que as jovens e belas modelos, que aparecem em muitos dos ensaios sensuais e pornográficos veiculados por essas revistas, utilizam-se de elementos infantis, como bichinhos de pelúcia, roupas de colegial, etc. A própria aparência das modelos (mesmo sendo maiores de idade), remete-nos às feições de meninas pré-adolescentes, associada a essa mistura de ingenuidade e sedução. Nesse movimento, temos, portanto, o consumo dos corpos infantis por um lado, por outro, imagens de mulheres adultas vestidas e posicionadas como menininhas. O que se pode problematizar diante dessas questões, certamente, é um complexo emaranhado discursivo no qual as crianças e os significados da infância se encontram atualmente.
Fonte: http://www.scielo.br/pdf/cpa/n26/30391.pdf
Dicas para o Enem
Atendendo solicitações sobre questões que contemplem os conteúdos ensinados também na disciplina Sociologia, faço uma relação com as dicas do Prof. Tadeu Terra (veja postagem anterior) para sugerir algumas leituras.
Sobre o Estatuto da Igualdade Racial , no endereço:
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1301785-5598,00.html
Sobre o Movimento Negro no Brasil:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_Negro
As Manifestações culturais x população negra:
http://www.comciencia.br/reportagens/negros/09.shtml
Contribuições índígenas para a cultura brasileira:
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/indios-brasileiros/contribuicoes-indigenas.php
A arte indígena:
http://www.historiadaarte.com.br/arteindigena.html
Sobre Cidadania:
http://www.espacoacademico.com.br/003/03col_cris.htm
Sobre Estado:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado
Movimentos Sociais:
http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=3250
Sobre o Estatuto da Igualdade Racial , no endereço:
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1301785-5598,00.html
Sobre o Movimento Negro no Brasil:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_Negro
As Manifestações culturais x população negra:
http://www.comciencia.br/reportagens/negros/09.shtml
Contribuições índígenas para a cultura brasileira:
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/indios-brasileiros/contribuicoes-indigenas.php
A arte indígena:
http://www.historiadaarte.com.br/arteindigena.html
Sobre Cidadania:
http://www.espacoacademico.com.br/003/03col_cris.htm
Sobre Estado:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado
Movimentos Sociais:
http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?id=3250
Confira temas infalíveis para as provas do 1º dia do Enem
02 de dezembro de 2009 • 09h39
As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2009 foram criadas a partir das orientações curriculares previstas para o ensino médio, que estão estruturadas em quatro áreas do conhecimento: Ciências Humanas e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias. Por isso, o exame será constituído por quatro provas, divididas em dois dias. As provas de Ciências Humanas e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias ocorrerão no primeiro dia e as outras duas, além da prova de redação, acontecem no segundo.
Este ano, os candidatos deverão, mais do que nunca, exercitar o seu poder de reflexão e se esforçar para garantir a sua vaga na universidade selecionada. Para ajudar o candidato a se sair bem nas provas, Tadeu Terra, professor do Sistema COC de Ensino, oferece alguns temas infalíveis em cada área. Confira as dicas do professor para as provas do primeiro dia, sábado, 05 de dezembro.
Ciências Humanas e suas Tecnologias
- Fique atento a temas atuais que envolvam a questão do negro e do índio, sua contribuição cultural e relação histórica
- Estude sobre a evolução do conceito de Estado e cidadania ao longo da história
- Leia sobre os movimentos sociais, seu papel e importância ao longo da história
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
- A questão energética, fontes de energia, efeitos no meio ambiente e o crescimento sustentável, são temas certos nesta prova
- As novidades e descobertas envolvendo células- tronco, reprodução assistida e aprimoramento genético
- O clima e aquecimento global serão tratados a partir de informações sobre emissão de gases e consequente poluição ambiental
Redação Terra
no endereço: http://www.noticias.terra.com.br
Os grifos são meus.
As provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2009 foram criadas a partir das orientações curriculares previstas para o ensino médio, que estão estruturadas em quatro áreas do conhecimento: Ciências Humanas e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias. Por isso, o exame será constituído por quatro provas, divididas em dois dias. As provas de Ciências Humanas e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias ocorrerão no primeiro dia e as outras duas, além da prova de redação, acontecem no segundo.
Este ano, os candidatos deverão, mais do que nunca, exercitar o seu poder de reflexão e se esforçar para garantir a sua vaga na universidade selecionada. Para ajudar o candidato a se sair bem nas provas, Tadeu Terra, professor do Sistema COC de Ensino, oferece alguns temas infalíveis em cada área. Confira as dicas do professor para as provas do primeiro dia, sábado, 05 de dezembro.
Ciências Humanas e suas Tecnologias
- Fique atento a temas atuais que envolvam a questão do negro e do índio, sua contribuição cultural e relação histórica
- Estude sobre a evolução do conceito de Estado e cidadania ao longo da história
- Leia sobre os movimentos sociais, seu papel e importância ao longo da história
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
- A questão energética, fontes de energia, efeitos no meio ambiente e o crescimento sustentável, são temas certos nesta prova
- As novidades e descobertas envolvendo células- tronco, reprodução assistida e aprimoramento genético
- O clima e aquecimento global serão tratados a partir de informações sobre emissão de gases e consequente poluição ambiental
Redação Terra
no endereço: http://www.noticias.terra.com.br
Os grifos são meus.
quarta-feira, dezembro 02, 2009
Modos de produção
Atenção Turmas do 1º ano!
Os textos sugeridos nos endereços abaixo fazem parte da leitura complementar para a Teoria de Karl Marx, bem como para ajudar na pesquisa referente à 1ª tarefa para a 4ª avaliação:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Modo_de_produ%C3%A7%C3%A3o
http://www.mundoeducacao.com.br/sociologia/modos-producao-precapitalistas.htm
http://www.renascebrasil.com.br/f_capitalismo2.htm
http://dicionario.babylon.com/modo%20de%20produ%C3%A7%C3%A3o%20capitalista
http://www.portalbrasil.net/2006/colunas/politica/abril_01.htm
Data final para entrega: 16 de dezembro de 2009 para a Turma D - Escola Dr. Freitas.
21 de dezembro de 2009 para a Turma C -
Escola Dr. Freitas.
14 a 18 de dezembro para as Turmas 102, 104, 105 e 107 - Escola Deodoro de Mendonça.
Lembro aos alunos que à medida que forem pesquisando e elaborando a tarefa, deverão levar à sala de aula para orientação da professora.
Os livros também são fonte de consulta.
Não esqueçam de citar as fontes de pesquisa. Bom trabalho!
Os textos sugeridos nos endereços abaixo fazem parte da leitura complementar para a Teoria de Karl Marx, bem como para ajudar na pesquisa referente à 1ª tarefa para a 4ª avaliação:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Modo_de_produ%C3%A7%C3%A3o
http://www.mundoeducacao.com.br/sociologia/modos-producao-precapitalistas.htm
http://www.renascebrasil.com.br/f_capitalismo2.htm
http://dicionario.babylon.com/modo%20de%20produ%C3%A7%C3%A3o%20capitalista
http://www.portalbrasil.net/2006/colunas/politica/abril_01.htm
Data final para entrega: 16 de dezembro de 2009 para a Turma D - Escola Dr. Freitas.
21 de dezembro de 2009 para a Turma C -
Escola Dr. Freitas.
14 a 18 de dezembro para as Turmas 102, 104, 105 e 107 - Escola Deodoro de Mendonça.
Lembro aos alunos que à medida que forem pesquisando e elaborando a tarefa, deverão levar à sala de aula para orientação da professora.
Os livros também são fonte de consulta.
Não esqueçam de citar as fontes de pesquisa. Bom trabalho!
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