De Fernando Pessoa:
Eu amo tudo o que foi
Tudo o que já não é
A dor que já não me dói
A antiga e errônea fé
O ontem que a dor deixou
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje é já outro dia.
É já outro dia: 1º de janeiro de 2010! Feliz Ano Novo!
sexta-feira, janeiro 01, 2010
quinta-feira, dezembro 31, 2009
O Ato Institucional Nº 5 - Direito à Memória e à Verdade
Durante o governo de Arthur da Costa e Silva - 15 de março de 1967 à 31 de agosto de 1969 - o país conheceu o mais cruel de seus Atos Institucionais. O Ato Institucional Nº 5, ou simplesmente AI 5, que entrou em vigor em 13 de dezembro de 1968, era o mais abrangente e autoritário de todos os outros atos institucionais, e na prática revogou os dispositivos constitucionais de 67, além de reforçar os poderes discricionários do regime militar.
O Ato vigorou até 31 de dezembro de 1978, precisamente há 31 anos. O regime militar ainda existiria até 1985.
Recentemente, para um público de 3.000 professores da rede pública em todo o Brasil, foi realizado o Curso Direito à Memória e à Verdade, a distância via internet, através da Ágere Cooperação em Advocacy e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República-SEDH, do qual participei. O curso faz parte de um projeto cujo objetivo é recuperar e divulgar o que aconteceu nesse período da vida republicana brasileira. São registros de um passado marcado pela violência e por violações de direitos humanos.
Acho pertinente lembrar, conforme reafirmado durante o Curso, que " com a Constituição Federal de 1988, os direitos humanos passam a ser considerados o fundamento do Estado brasileiro. Na década de Noventa, o Estado elabora, em parceria com a sociedade civil, o Programa Nacional de Direitos Humanos e começa a construir uma legislação e mecanismos institucionais de promoção e proteção dos direitos humanos. O processo se aprofunda no começo do século XXI com a criação do Sistema Nacional de Direitos Humanos, que integra, em um arcabouço único, todos os mecanismos de proteção, e com o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos que eleva a educação à prioridade das políticas públicas de promoção dos direitos humanos ".
De acordo com o projeto DMV " disponibilizar esse conhecimento é fundamental para o País construir instrumentos eficazes e garantir que esse passado não se repita nunca mais ". Por essa razão, faremos algumas postagens dos conteúdos desse curso, oportunamente.
Fontes: http://www.direitomemoria.org.br
http://www.unificado.com.br
O Ato vigorou até 31 de dezembro de 1978, precisamente há 31 anos. O regime militar ainda existiria até 1985.
Recentemente, para um público de 3.000 professores da rede pública em todo o Brasil, foi realizado o Curso Direito à Memória e à Verdade, a distância via internet, através da Ágere Cooperação em Advocacy e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República-SEDH, do qual participei. O curso faz parte de um projeto cujo objetivo é recuperar e divulgar o que aconteceu nesse período da vida republicana brasileira. São registros de um passado marcado pela violência e por violações de direitos humanos.
Acho pertinente lembrar, conforme reafirmado durante o Curso, que " com a Constituição Federal de 1988, os direitos humanos passam a ser considerados o fundamento do Estado brasileiro. Na década de Noventa, o Estado elabora, em parceria com a sociedade civil, o Programa Nacional de Direitos Humanos e começa a construir uma legislação e mecanismos institucionais de promoção e proteção dos direitos humanos. O processo se aprofunda no começo do século XXI com a criação do Sistema Nacional de Direitos Humanos, que integra, em um arcabouço único, todos os mecanismos de proteção, e com o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos que eleva a educação à prioridade das políticas públicas de promoção dos direitos humanos ".
De acordo com o projeto DMV " disponibilizar esse conhecimento é fundamental para o País construir instrumentos eficazes e garantir que esse passado não se repita nunca mais ". Por essa razão, faremos algumas postagens dos conteúdos desse curso, oportunamente.
Fontes: http://www.direitomemoria.org.br
http://www.unificado.com.br
MEC divulga reajuste de 7,86% a professores a partir de 2010
30 de dezembro de 2009 • 22h03 • atualizado às 22h08
Após consultar a a Advocacia-Geral da União (AGU), o Ministério da Educação divulgou nesta quarta-feira que o piso salarial dos professores terá um reajuste de 7,68% em 1º de janeiro de 2010.
A aplicação do percentual eleva o piso de R$ 950 para R$ 1.024,67 para uma jornada de 40 horas semanais. Embora a interpretação da AGU não seja vinculante, esta será a recomendação do MEC aos entes federados que o consultarem sobre o tema.
O parecer da AGU sobre o índice de reajuste do piso salarial dos professores, em resposta a consulta feita pelo Ministério da Educação, tomou por base a diferença entre o valor efetivo do Fundeb por aluno ao ano praticado em 2008 (R$ 1.132,34) e o de 2009 (R$ 1.221,34). A diferença apurada é de 7,86%.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira que tem convicção de que Estados e municípios têm condições de pagar o piso salarial dos professores, no valor de R$ 1.024,67.
Fonte: http://www.noticias.terra.com.br
Após consultar a a Advocacia-Geral da União (AGU), o Ministério da Educação divulgou nesta quarta-feira que o piso salarial dos professores terá um reajuste de 7,68% em 1º de janeiro de 2010.
A aplicação do percentual eleva o piso de R$ 950 para R$ 1.024,67 para uma jornada de 40 horas semanais. Embora a interpretação da AGU não seja vinculante, esta será a recomendação do MEC aos entes federados que o consultarem sobre o tema.
O parecer da AGU sobre o índice de reajuste do piso salarial dos professores, em resposta a consulta feita pelo Ministério da Educação, tomou por base a diferença entre o valor efetivo do Fundeb por aluno ao ano praticado em 2008 (R$ 1.132,34) e o de 2009 (R$ 1.221,34). A diferença apurada é de 7,86%.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira que tem convicção de que Estados e municípios têm condições de pagar o piso salarial dos professores, no valor de R$ 1.024,67.
Fonte: http://www.noticias.terra.com.br
Origem e Curiosidades sobre o Ano-Novo
Você sabia que o ano-novo se consolidou na maioria dos países há 500 anos? Desde os calendários babilônicos (2.800 a.C.) até o calendário gregoriano, o réveillon mudou muitas vezes de data.
A primeira comemoração, chamada de "Festival de ano-novo" ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a. C. Na Babilônia, a festa começava na ocasião da lua nova indicando o equinócio da primavera, ou seja, um dos momentos em que o Sol se aproxima da linha do Equador onde os dias e noites tem a mesma duração.
No calendário atual, isto ocorre em meados de março (mais precisamente em 19 de março, data que os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico).
Os assírios, persas, fenícios e egípcios comemoravam o ano-novo no mês de setembro (dia 23). Já os gregos, celebravam o início de um novo ciclo entre os dias 21 ou 22 do mês de dezembro.
Os romanos foram os primeiros a estabelecerem um dia no calendário para a comemoração desta grande festa (753 a.C. - 476 d.C.) O ano começava em 1º de março, mas foi trocado em 153 a. C. para 1º de janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 a. C. Em 1582 a Igreja consolidou a comemoração, quando adotou o calendário gregoriano.
Alguns povos e países comemoram em datas diferentes. Ainda hoje, na China, a festa da passagem do ano começa em fins de janeiro ou princípio de fevereiro. Durante os festejos, os chineses realizam desfiles e shows pirotécnicos. No Japão, o ano-novo é comemorado do dia 1º de janeiro ao dia 3 de janeiro.
A comunidade judaica tem um calendário próprio e sua festa de ano-novo ou Rosh Hashaná, - "A festa das trombetas" -, dura dois dias do mês Tishrê, que ocorre em meados de setembro ao início de outubro do calendário gregoriano. Para os islâmicos, o ano-novo é celebrado em meados de maio, marcando um novo início. A contagem corresponde ao aniversário da Hégira (em árabe, emigração), cujo Ano Zero corresponde ao nosso ano de 622, pois nesta ocasião, o profeta Maomé, deixou a cidade de Meca estabelecendo-se em Medina.
Contagem decrescente os últimos minutos do dia 31 de Dezembro seja: 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1. Feliz 2010!!!!!! A passagem de Ano Novo é o fim de um ciclo, início de outro. É um momento sempre cheio de promessas. E os rituais alimentam os nossos sonhos e dão vida às nossas celebrações. Na passagem de Ano Novo, não podemos deixar de aproveitar a oportunidade para enchermos o coração de esperança e começar tudo de novo. E para que a festa corra muito bem, há algumas tradições e rituais que não podemos esquecer...
- Fogos e barulho. No mundo inteiro o Ano Novo começa entre fogos de artifício, buzinadas, apitos e gritos de alegria. A tradição é muito antiga e, dizem, serve para espantar os maus espíritos. As pessoas reúnem-se para celebrar a festa com muitos abraços.
- Roupa nova. Vestir uma peça de roupa que nunca tenha sido usada combina com o espírito de renovação do Ano Novo. O costume é universal e aparece em várias versões, como trocar os lençóis da cama e usar uma roupa de baixo nova.
Origem do Ano Novo
As comemorações de Ano Novo variam de cultura a cultura, mas universalmente a entrada do ano é festejada mesmo em diferentes datas.
O nosso calendário é originário dos romanos com a contagem dos dias, meses e anos. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado em 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera.
As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1º de Abril. O Papa Gregório XIII instituiu o 1º de Janeiro como o primeiro dia do ano, mas alguns franceses resistiram à mudança e quiseram manter a tradição. Só que as pessoas passaram a pregar partidas e ridicularizar os conservadores, enviando presentes estranhos e convites para festas que não existiam. Assim, nasceu o Dia da Mentira, que é a falsa comemoração do Ano Novo.
Tradições de Ano Novo no mundo:
Itália: O ano novo é a mais pagã das festas, sendo recebido com Fogos de artifícios, que deixam todas as pessoas acordadas. Dizem que os que dormem na virada do ano dormirão todo o ano e na noite de São Silvestre, santo cuja festa coincide com o último dia do ano. Em várias partes do país, dois pratos são considerados essenciais. O pé de porco e as lentilhas. Os italianos se reúnem na Piazza Navona, Fontana di Trevi, Trinitá dei Monit e Piazza del Popolo.
Estados Unidos: A mais famosa passagem de Ano Novo nos EUA é em Nova Iorque, na Time Square, onde o povo se encontra para beber, dançar, correr e gritar. Há pessoas de todas as idades e níveis sociais. Durante a contagem regressiva, uma grande maçã vai descendo no meio da praça e explode exactamente à meia-noite, jogando balas e bombons para todos os lados.
Austrália: Em Sydney, uma das mais importantes cidades australianas, três horas antes da meia-noite, há uma queima de fogos na frente da Opera House e da Golden Bridge, o principal cartão postal da cidade. Para assistir ao espectáculo, os australianos se juntam no porto. Depois, recolhem-se a suas casas para passar a virada do ano com a família e só retornam às ruas na madrugada, quando os principais destinos são os “pubs” e as praias.
França: O principal ponto é a avenida Champs-Elysées, em Paris, próximo ao Arco do Triunfo. Os franceses assistem à queima de fogos, cada um com sua garrafa de champanhe (para as crianças sumos e refrigerantes). Outros vão ver a saída do Paris-Dacar, no Trocadéro, que é marcada para a meia-noite. Outros costumam ir às festas em hotéis.
Brasil: No Rio de Janeiro, precisamente na praia de Copacabana, onde a passagem do Ano Novo reúne milhares de pessoas para verem os fogos de artifício. As tradições consistem em usar branco e jogar flores para “Yemanjá”, rainha do mar para os brasileiros.
Inglaterra: Grande parte dos londrinos passa a meia-noite em suas casas, com a família e amigos. Outros vão à Trafalgar Square, umas das praças mais belas da cidade, à frente do National Gallery. Lá, assistem à queima de fogos. Depois, há festas em várias sítios da cidade.
Alemanha: As pessoas reúnem-se no Portal de Brandemburgo, no centro, perto de onde ficava o Muro de Berlim. Tradicionalmente, não há fogos de artificio.
Curiosidade: Em Macau, e para todos os chineses do mundo, o maior festival do ano é o Novo Ano Chinês. Ele é comemorado entre 15 de Janeiro e 15 de Fevereiro de acordo com a primeira lua nova depois do início do Inverno. Lá é habitual limparem as casas e fazerem muita comida (Bolinhos Chineses de Ano Novo - Yau Gwok, símbolo de prosperidade). Há muitos fogos de artifício e as ruas ficam cobertas de pequenos pedaços de papel vermelho.
Cada cultura comemora seu Ano Novo. Os muçulmanos têm seu próprio calendário que se chama “Hégira”, que começou no ano 632 d.C. do nosso calendário. A passagem do Ano Novo também tem data diferente – 6 de Junho, foi quando o mensageiro Mohammad fez a sua peregrinação de despedida a Meca.
As comemorações do Ano Novo judaico, chamado “Rosh Hashanah”. É uma festa móvel no mês de Setembro - ano 5770 - com a oportunidade para se deliciar com as tradicionais receitas judaicas: o “Chalah”, uma espécie de pão e além do pão, é costume sempre se comer peixe porque ele nada sempre para frente.
O primeiro dia do ano é dedicado à confraternização. É o Dia da Fraternidade Universal. É hora de pagar as dívidas e devolver tudo que se pediu emprestado ao longo do ano. Esse gesto reflecte a nossa necessidade de fazer um balanço da vida e de começar o ano com as contas acertadas.
Tradições Portuguesas:
As pessoas valorizam muito a festa de Ano Novo, porque sentem o desejo de se renovar. Uma das nossas tradições é sair às janelas de casas batendo panelas para festejar a chegada do novo ano. Nos dias 25 de Dezembro e 1º de Janeiro, costumamos comer uma mistura feita com as sobras das ceias, que são levadas ao forno. O ingrediente principal da chamada “Roupa Velha” é o bacalhau cozido, com ovos, cebola e batatas, regados a azeite.
Para as superstições, comer 12 passas durante as 12 badaladas na virada do ano traz muita sorte, assim como subir numa cadeira com uma nota (dinheiro) em uma das mãos. Em várias zonas do litoral, há pessoas que mesmo no frio do Inverno conseguem entrar na água e saudar o Ano Novo.
Fonte: Monica Buonfiglio | Radio e TV de Portugal no sítio http://www.miniweb.com.br
com alterações feitas por mim quanto ao ano que se inicia e ao atual ano judaico.
A primeira comemoração, chamada de "Festival de ano-novo" ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a. C. Na Babilônia, a festa começava na ocasião da lua nova indicando o equinócio da primavera, ou seja, um dos momentos em que o Sol se aproxima da linha do Equador onde os dias e noites tem a mesma duração.
No calendário atual, isto ocorre em meados de março (mais precisamente em 19 de março, data que os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico).
Os assírios, persas, fenícios e egípcios comemoravam o ano-novo no mês de setembro (dia 23). Já os gregos, celebravam o início de um novo ciclo entre os dias 21 ou 22 do mês de dezembro.
Os romanos foram os primeiros a estabelecerem um dia no calendário para a comemoração desta grande festa (753 a.C. - 476 d.C.) O ano começava em 1º de março, mas foi trocado em 153 a. C. para 1º de janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 a. C. Em 1582 a Igreja consolidou a comemoração, quando adotou o calendário gregoriano.
Alguns povos e países comemoram em datas diferentes. Ainda hoje, na China, a festa da passagem do ano começa em fins de janeiro ou princípio de fevereiro. Durante os festejos, os chineses realizam desfiles e shows pirotécnicos. No Japão, o ano-novo é comemorado do dia 1º de janeiro ao dia 3 de janeiro.
A comunidade judaica tem um calendário próprio e sua festa de ano-novo ou Rosh Hashaná, - "A festa das trombetas" -, dura dois dias do mês Tishrê, que ocorre em meados de setembro ao início de outubro do calendário gregoriano. Para os islâmicos, o ano-novo é celebrado em meados de maio, marcando um novo início. A contagem corresponde ao aniversário da Hégira (em árabe, emigração), cujo Ano Zero corresponde ao nosso ano de 622, pois nesta ocasião, o profeta Maomé, deixou a cidade de Meca estabelecendo-se em Medina.
Contagem decrescente os últimos minutos do dia 31 de Dezembro seja: 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1. Feliz 2010!!!!!! A passagem de Ano Novo é o fim de um ciclo, início de outro. É um momento sempre cheio de promessas. E os rituais alimentam os nossos sonhos e dão vida às nossas celebrações. Na passagem de Ano Novo, não podemos deixar de aproveitar a oportunidade para enchermos o coração de esperança e começar tudo de novo. E para que a festa corra muito bem, há algumas tradições e rituais que não podemos esquecer...
- Fogos e barulho. No mundo inteiro o Ano Novo começa entre fogos de artifício, buzinadas, apitos e gritos de alegria. A tradição é muito antiga e, dizem, serve para espantar os maus espíritos. As pessoas reúnem-se para celebrar a festa com muitos abraços.
- Roupa nova. Vestir uma peça de roupa que nunca tenha sido usada combina com o espírito de renovação do Ano Novo. O costume é universal e aparece em várias versões, como trocar os lençóis da cama e usar uma roupa de baixo nova.
Origem do Ano Novo
As comemorações de Ano Novo variam de cultura a cultura, mas universalmente a entrada do ano é festejada mesmo em diferentes datas.
O nosso calendário é originário dos romanos com a contagem dos dias, meses e anos. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado em 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera.
As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1º de Abril. O Papa Gregório XIII instituiu o 1º de Janeiro como o primeiro dia do ano, mas alguns franceses resistiram à mudança e quiseram manter a tradição. Só que as pessoas passaram a pregar partidas e ridicularizar os conservadores, enviando presentes estranhos e convites para festas que não existiam. Assim, nasceu o Dia da Mentira, que é a falsa comemoração do Ano Novo.
Tradições de Ano Novo no mundo:
Itália: O ano novo é a mais pagã das festas, sendo recebido com Fogos de artifícios, que deixam todas as pessoas acordadas. Dizem que os que dormem na virada do ano dormirão todo o ano e na noite de São Silvestre, santo cuja festa coincide com o último dia do ano. Em várias partes do país, dois pratos são considerados essenciais. O pé de porco e as lentilhas. Os italianos se reúnem na Piazza Navona, Fontana di Trevi, Trinitá dei Monit e Piazza del Popolo.
Estados Unidos: A mais famosa passagem de Ano Novo nos EUA é em Nova Iorque, na Time Square, onde o povo se encontra para beber, dançar, correr e gritar. Há pessoas de todas as idades e níveis sociais. Durante a contagem regressiva, uma grande maçã vai descendo no meio da praça e explode exactamente à meia-noite, jogando balas e bombons para todos os lados.
Austrália: Em Sydney, uma das mais importantes cidades australianas, três horas antes da meia-noite, há uma queima de fogos na frente da Opera House e da Golden Bridge, o principal cartão postal da cidade. Para assistir ao espectáculo, os australianos se juntam no porto. Depois, recolhem-se a suas casas para passar a virada do ano com a família e só retornam às ruas na madrugada, quando os principais destinos são os “pubs” e as praias.
França: O principal ponto é a avenida Champs-Elysées, em Paris, próximo ao Arco do Triunfo. Os franceses assistem à queima de fogos, cada um com sua garrafa de champanhe (para as crianças sumos e refrigerantes). Outros vão ver a saída do Paris-Dacar, no Trocadéro, que é marcada para a meia-noite. Outros costumam ir às festas em hotéis.
Brasil: No Rio de Janeiro, precisamente na praia de Copacabana, onde a passagem do Ano Novo reúne milhares de pessoas para verem os fogos de artifício. As tradições consistem em usar branco e jogar flores para “Yemanjá”, rainha do mar para os brasileiros.
Inglaterra: Grande parte dos londrinos passa a meia-noite em suas casas, com a família e amigos. Outros vão à Trafalgar Square, umas das praças mais belas da cidade, à frente do National Gallery. Lá, assistem à queima de fogos. Depois, há festas em várias sítios da cidade.
Alemanha: As pessoas reúnem-se no Portal de Brandemburgo, no centro, perto de onde ficava o Muro de Berlim. Tradicionalmente, não há fogos de artificio.
Curiosidade: Em Macau, e para todos os chineses do mundo, o maior festival do ano é o Novo Ano Chinês. Ele é comemorado entre 15 de Janeiro e 15 de Fevereiro de acordo com a primeira lua nova depois do início do Inverno. Lá é habitual limparem as casas e fazerem muita comida (Bolinhos Chineses de Ano Novo - Yau Gwok, símbolo de prosperidade). Há muitos fogos de artifício e as ruas ficam cobertas de pequenos pedaços de papel vermelho.
Cada cultura comemora seu Ano Novo. Os muçulmanos têm seu próprio calendário que se chama “Hégira”, que começou no ano 632 d.C. do nosso calendário. A passagem do Ano Novo também tem data diferente – 6 de Junho, foi quando o mensageiro Mohammad fez a sua peregrinação de despedida a Meca.
As comemorações do Ano Novo judaico, chamado “Rosh Hashanah”. É uma festa móvel no mês de Setembro - ano 5770 - com a oportunidade para se deliciar com as tradicionais receitas judaicas: o “Chalah”, uma espécie de pão e além do pão, é costume sempre se comer peixe porque ele nada sempre para frente.
O primeiro dia do ano é dedicado à confraternização. É o Dia da Fraternidade Universal. É hora de pagar as dívidas e devolver tudo que se pediu emprestado ao longo do ano. Esse gesto reflecte a nossa necessidade de fazer um balanço da vida e de começar o ano com as contas acertadas.
Tradições Portuguesas:
As pessoas valorizam muito a festa de Ano Novo, porque sentem o desejo de se renovar. Uma das nossas tradições é sair às janelas de casas batendo panelas para festejar a chegada do novo ano. Nos dias 25 de Dezembro e 1º de Janeiro, costumamos comer uma mistura feita com as sobras das ceias, que são levadas ao forno. O ingrediente principal da chamada “Roupa Velha” é o bacalhau cozido, com ovos, cebola e batatas, regados a azeite.
Para as superstições, comer 12 passas durante as 12 badaladas na virada do ano traz muita sorte, assim como subir numa cadeira com uma nota (dinheiro) em uma das mãos. Em várias zonas do litoral, há pessoas que mesmo no frio do Inverno conseguem entrar na água e saudar o Ano Novo.
Fonte: Monica Buonfiglio | Radio e TV de Portugal no sítio http://www.miniweb.com.br
com alterações feitas por mim quanto ao ano que se inicia e ao atual ano judaico.
A culpa é do (a) professor (a)?
Na mídia, notícias sobre educação são publicadas não mais apenas em cadernos de ensino, mas também nas páginas policiais, desvelando agressões e agredidos. A luta a favor de melhores condições de trabalho coloca frente a frente o professorado e os governos. Entre tantas situações contemporâneas, pensar a atuação docente é um grande desafio, o qual deve mobilizar a todos nós.
O professor Sérgio Haddad, revela os desafios dessa importante profissão e nos convida a “transver” o mundo sob o olhar atento à recriação do papel dos(as) professores(as).
Mundo Jovem: É possível afirmar que hoje há uma certa desvalorização do(a) professor(a)?
Sérgio Haddad: O processo de desvalorização vem junto com a universalização da escola, principalmente no Ensino Fundamental. Na medida em que houve uma abertura de vagas muito grande, e esta abertura foi feita com um volume de recursos que não acompanhou as necessidades. Simplesmente aumentaram o número de alunos na sala de aula, aumentaram as turmas, aumentaram as classes, enfim, um aumento de despesas não correspondentes. E o professor sofreu muito com isso e pagou com sua desvalorização.
Mas por que se culpa o(a) professor(a)?
Sérgio Haddad: Eu acho inclusive que, hoje, o(a) professor(a) passou a ser criminalizado. Antigamente você dizia o seguinte: com a universalização, a escola pública ficou pior, porque os pobres entraram na escola, a criança não tem experiência escolar, os pais não têm experiência escolar, então você empobreceu a escola pública. Naquela época culpabilizavam os alunos. Agora, o processo é outro.
Qualquer questão é um problema do(a) professor(a), com suas disponibilidades, com suas dificuldades. Ele(a) é o(a) grande responsável por todos os problemas que acontecem na escola. E não é bem assim, afinal existe uma quantidade de fatores que impactam a qualidade da escola pública, e nós não podemos deixar na mão do(a) professor(a) a única responsabilidade disso.
É comum ver nas páginas dos jornais e nos discursos dos governantes a responsabilização do professorado pela insuficiência da qualidade do ensino, alegando formação deficiente, absenteísmo e falta de compromisso pessoal com a carreira. A consequência imediata é a ausência d participação dos docentes nos debates públicos e na formulação das políticas, ficando na mão dos órgãos centralizados e dos especialistas o papel de conceber e formular ações pedagógicas, relegando ao professorado o papel mecânico de aplicar tais ações.
Isso não compromete o papel de educador(a)?
Sérgio Haddad: No novo cenário, eles(as) passam a ser o principal “bode expiatório” dos insucessos dos sistemas de ensino, recebendo a pecha de incompetentes e/ou descomprometidos, em grande parte do discurso de gestores e da imprensa. Parece evidente que tal deslocamento tem a ver com a mudança no perfil socioeconômico do professorado, decorrente da massificação da escola. Ele passa a ser composto por uma parcela cada vez maior de mulheres oriundas das classes populares, com participação crescente de afrodescendentes.
Diante desse cenário, impõe-se o desafio de compreender e denunciar os significados políticos e consequências pedagógicas desse processo de culpabilização dos(as) professores(as) e, principalmente, de fazer frente a ele, produzindo uma contraideologia nos marcos dos direitos humanos, da democracia e da justiça social. É fundamental desenvolver estudos, implantar políticas e apoiar iniciativas dos próprios professores e professoras que contribuam para a recriação de seu papel como educadores e servidores públi cos, intelectuais, ao mesmo tempo autônomos e comprometidos com um projeto republicano de educação pública de qualidade para todos.
O que tem a ver a classe social e a etnia das professoras?
Sérgio Haddad: O trabalho do professor foi feminilizando mais do que era. E mais do que isso, ele tem incorporado cada vez mais pessoas negras e pardas. São essas pessoas que estão dando conta e estão trabalhando nas escolas públicas. Por isso temos que tomar cuidado, porque nós podemos estar próximos de uma criminalização do professor que tem por trás toda uma visão machista, preconceituosa, racista, que a sociedade tem em relação ao professor.
E os casos de violência na escola, especialmente contra o(a) professor(a)?
Sérgio Haddad: As brigas na escola sempre aconteceram. Mas hoje tem a televisão que está dando uma dimensão muito grande a esses fatos. E temos que ter um pouco de cuidado com isso.
Eu diria que a violência não é uma característica da escola, e sim de toda a sociedade. Os casos de violência na sociedade, de maneira geral, cresceram: os muros subiram, as grades subiram, o número de vigilância privada cresceu... E a escola não é imune a esse comportamento da sociedade. Cresceu a falta de respeito entre pais e filhos, mudou o tipo de relação e isso também mudou na sala de aula. Daí muda também a característica da relação de respeito com o professor. A unidade escolar é um laboratório do que está na sociedade. O aluno não está isento e isso é que a gente vê refletido na escola.
Você identifica um processo de mercantilização da educação?
Sérgio Haddad: Eu acho que na medida em que os interesses privados entram na escola, você começa a ter algo que diz respeito menos ao sentido público dessa escola e mais ao que é diretamente ligado à questão privada. Um exemplo: hoje cada vez mais você vê sistemas educacionais entrarem nas redes públicas, subsídios privados, que botam apostilas, vendem aulas públicas que acompanham pelos telões, acompanhamento pela internet... E tudo isso vai criando uma visão muito própria e tirando do(a) professor(a) a capacidade de produção, de criação. É uma coisa dada, não é a experiência do(a) professor(a). Quando você tira isso da mão dele(a) e entrega para pessoas que produzem, você acaba privatizando de alguma forma o processo educacional. Você tira a ação pública desse(a) professor(a) para interesses privados de alguns deles, sob o ponto de vista da sua perspectiva pedagógica, da sua autonomia como profissional.
Há pesquisas que constatam que um grande número de professores sofre com problemas de saúde. A que se pode atribuir isso?
Sérgio Haddad: É um reflexo das condições de trabalho, dessa violência etc. Talvez em nenhuma outra profissão ou em poucas profissões você tenha que ficar frente a frente com um conjunto de 30, 40 pessoas, num confronto, dando conta de algo que é de difícil realização, pressionado de fora para dentro, culpabilizado pelo seu trabalho. É natural que isso afete a pessoa. E imagino que os alunos também se sintam “pesados” com essa situação.
A partir das mudanças do mundo, há uma exigência que o(a) professor(a) também mude?
Sérgio Haddad: Todo professor tem que se atualizar. Todo o processo de mudança social ou tecnológica tem que ser incorporado e o(a) professor(a) tem que ter condições de fazer isso. Se ele(a) estiver ocupado o tempo todo em dar aulas porque precisa sobreviver, vai ter dificuldade para se atualizar. Então é preciso que se deem as condições e se crie a disponibilidade para isso.
A valorização também passa pela remuneração. É importante estabelecer um piso salarial para o magistério?
Sérgio Haddad: É extremamente necessário. Mesmo assim, 950 reais para o ano que vem e para 2011 representam muito pouco. E ainda assim há governantes que entram na justiça para não pagar esse piso. É de chorar...
A luta do professor tem sido uma luta de classe. A sociedade civil, os pais, os alunos não deveriam se engajar mais na defesa da educação e dos educadores?
Sérgio Haddad: Essa talvez seja a grande questão: por que a luta da educação é uma luta somente do professor e do sindicato? Por que os pais não se mobilizam para isso? Pesquisas nacionais dizem que os pais estão satisfeitos com a educação. Talvez porque não tenham experiência. Hoje, de fato, as pessoas têm mais escolaridade do que antigamente. As novas gerações têm mais escolaridade do que a geração anterior, e isso já é um ganho. Talvez essa possa ser uma explicação. E acho que se a escola se abrir mais para os pais, se os pais puderem estar mais dentro dela, poderá haver maior engajamento. O próprio sindicato se fecha, não há diálogo com os pais. Teria que se estabelecer uma grande parceria com os pais.
Com tantas cobranças e tantas dificuldades, ser professor(a) é uma atitude heróica?
Sérgio Haddad: Eu diria que hoje, apesar dessas condições, ser um profissional nessa área já é uma grande vitória. Quem se submete a trabalhar nessas condições que estão colocadas para o(a) educador(a)? Precisa realmente ter muita vontade de perseverar e tentar realizar o seu trabalho. E acho que grande parte dos(as) professores(as) tem essa característica.
Que importância teve
o(a) professor(a) para você?
Eu não seria leitor, escritor ou cronista se não fossem algumas professoras que marcaram minha vida e me mostraram o prazer da leitura. Eram professoras incríveis, porque tinham um olhar para dentro do aluno, e isso que eu gostaria que os professores tivessem. É muito complicado, eu sei que hoje é difícil, mas olhem para cada um, mesmo aquele mais rebelde, o mais chato, o mais quieto... Alguma coisa nele tem que o leva a ser daquele jeito. Se o professor não tiver paixão pelo que faz, se não for entusiasmado, se não gostar da escola, mesmo com todas as dificuldades... Mas o que não é difícil? Tudo é difícil. Mas aquela é sua missão, aquele é seu ofício, então se jogue dentro dele, procurando transformar.
Ignácio de Loyola Brandão,
escritor.
Não é tarefa difícil escrever sobre a importância que os professores tiveram em minha vida. Na verdade há que falar sobre a importância que ainda têm, pois continuo como aluna, numa pós-graduação sobre neuropsicologia. Além de nos encantar com o conhecimento que possuem, professores nos estimulam a construí-los. Além de nos assombrar com o muito que há para aprender, professores nos fazem pensar e desejar. Ao pensar, fazemos uma releitura de mundo e ao desejar nos humanizamos, valorizando nossas emoções e as energias que nos impulsionam. Todas as homenagens seriam poucas, pois como educadores que são, os professores nos ensinam a estabelecer relações com o saber. E tais relações são sempre positivas e oportunas.
Rosita Edler Carvalho,
doutora em Educação pela UFRJ e escritora.
Entrevista publicada na edição nº 401, outubro de 2009 do Jornal Mundo Jovem
Li no blog Filosofar é preciso! da Marise Von
O professor Sérgio Haddad, revela os desafios dessa importante profissão e nos convida a “transver” o mundo sob o olhar atento à recriação do papel dos(as) professores(as).
Mundo Jovem: É possível afirmar que hoje há uma certa desvalorização do(a) professor(a)?
Sérgio Haddad: O processo de desvalorização vem junto com a universalização da escola, principalmente no Ensino Fundamental. Na medida em que houve uma abertura de vagas muito grande, e esta abertura foi feita com um volume de recursos que não acompanhou as necessidades. Simplesmente aumentaram o número de alunos na sala de aula, aumentaram as turmas, aumentaram as classes, enfim, um aumento de despesas não correspondentes. E o professor sofreu muito com isso e pagou com sua desvalorização.
Mas por que se culpa o(a) professor(a)?
Sérgio Haddad: Eu acho inclusive que, hoje, o(a) professor(a) passou a ser criminalizado. Antigamente você dizia o seguinte: com a universalização, a escola pública ficou pior, porque os pobres entraram na escola, a criança não tem experiência escolar, os pais não têm experiência escolar, então você empobreceu a escola pública. Naquela época culpabilizavam os alunos. Agora, o processo é outro.
Qualquer questão é um problema do(a) professor(a), com suas disponibilidades, com suas dificuldades. Ele(a) é o(a) grande responsável por todos os problemas que acontecem na escola. E não é bem assim, afinal existe uma quantidade de fatores que impactam a qualidade da escola pública, e nós não podemos deixar na mão do(a) professor(a) a única responsabilidade disso.
É comum ver nas páginas dos jornais e nos discursos dos governantes a responsabilização do professorado pela insuficiência da qualidade do ensino, alegando formação deficiente, absenteísmo e falta de compromisso pessoal com a carreira. A consequência imediata é a ausência d participação dos docentes nos debates públicos e na formulação das políticas, ficando na mão dos órgãos centralizados e dos especialistas o papel de conceber e formular ações pedagógicas, relegando ao professorado o papel mecânico de aplicar tais ações.
Isso não compromete o papel de educador(a)?
Sérgio Haddad: No novo cenário, eles(as) passam a ser o principal “bode expiatório” dos insucessos dos sistemas de ensino, recebendo a pecha de incompetentes e/ou descomprometidos, em grande parte do discurso de gestores e da imprensa. Parece evidente que tal deslocamento tem a ver com a mudança no perfil socioeconômico do professorado, decorrente da massificação da escola. Ele passa a ser composto por uma parcela cada vez maior de mulheres oriundas das classes populares, com participação crescente de afrodescendentes.
Diante desse cenário, impõe-se o desafio de compreender e denunciar os significados políticos e consequências pedagógicas desse processo de culpabilização dos(as) professores(as) e, principalmente, de fazer frente a ele, produzindo uma contraideologia nos marcos dos direitos humanos, da democracia e da justiça social. É fundamental desenvolver estudos, implantar políticas e apoiar iniciativas dos próprios professores e professoras que contribuam para a recriação de seu papel como educadores e servidores públi cos, intelectuais, ao mesmo tempo autônomos e comprometidos com um projeto republicano de educação pública de qualidade para todos.
O que tem a ver a classe social e a etnia das professoras?
Sérgio Haddad: O trabalho do professor foi feminilizando mais do que era. E mais do que isso, ele tem incorporado cada vez mais pessoas negras e pardas. São essas pessoas que estão dando conta e estão trabalhando nas escolas públicas. Por isso temos que tomar cuidado, porque nós podemos estar próximos de uma criminalização do professor que tem por trás toda uma visão machista, preconceituosa, racista, que a sociedade tem em relação ao professor.
E os casos de violência na escola, especialmente contra o(a) professor(a)?
Sérgio Haddad: As brigas na escola sempre aconteceram. Mas hoje tem a televisão que está dando uma dimensão muito grande a esses fatos. E temos que ter um pouco de cuidado com isso.
Eu diria que a violência não é uma característica da escola, e sim de toda a sociedade. Os casos de violência na sociedade, de maneira geral, cresceram: os muros subiram, as grades subiram, o número de vigilância privada cresceu... E a escola não é imune a esse comportamento da sociedade. Cresceu a falta de respeito entre pais e filhos, mudou o tipo de relação e isso também mudou na sala de aula. Daí muda também a característica da relação de respeito com o professor. A unidade escolar é um laboratório do que está na sociedade. O aluno não está isento e isso é que a gente vê refletido na escola.
Você identifica um processo de mercantilização da educação?
Sérgio Haddad: Eu acho que na medida em que os interesses privados entram na escola, você começa a ter algo que diz respeito menos ao sentido público dessa escola e mais ao que é diretamente ligado à questão privada. Um exemplo: hoje cada vez mais você vê sistemas educacionais entrarem nas redes públicas, subsídios privados, que botam apostilas, vendem aulas públicas que acompanham pelos telões, acompanhamento pela internet... E tudo isso vai criando uma visão muito própria e tirando do(a) professor(a) a capacidade de produção, de criação. É uma coisa dada, não é a experiência do(a) professor(a). Quando você tira isso da mão dele(a) e entrega para pessoas que produzem, você acaba privatizando de alguma forma o processo educacional. Você tira a ação pública desse(a) professor(a) para interesses privados de alguns deles, sob o ponto de vista da sua perspectiva pedagógica, da sua autonomia como profissional.
Há pesquisas que constatam que um grande número de professores sofre com problemas de saúde. A que se pode atribuir isso?
Sérgio Haddad: É um reflexo das condições de trabalho, dessa violência etc. Talvez em nenhuma outra profissão ou em poucas profissões você tenha que ficar frente a frente com um conjunto de 30, 40 pessoas, num confronto, dando conta de algo que é de difícil realização, pressionado de fora para dentro, culpabilizado pelo seu trabalho. É natural que isso afete a pessoa. E imagino que os alunos também se sintam “pesados” com essa situação.
A partir das mudanças do mundo, há uma exigência que o(a) professor(a) também mude?
Sérgio Haddad: Todo professor tem que se atualizar. Todo o processo de mudança social ou tecnológica tem que ser incorporado e o(a) professor(a) tem que ter condições de fazer isso. Se ele(a) estiver ocupado o tempo todo em dar aulas porque precisa sobreviver, vai ter dificuldade para se atualizar. Então é preciso que se deem as condições e se crie a disponibilidade para isso.
A valorização também passa pela remuneração. É importante estabelecer um piso salarial para o magistério?
Sérgio Haddad: É extremamente necessário. Mesmo assim, 950 reais para o ano que vem e para 2011 representam muito pouco. E ainda assim há governantes que entram na justiça para não pagar esse piso. É de chorar...
A luta do professor tem sido uma luta de classe. A sociedade civil, os pais, os alunos não deveriam se engajar mais na defesa da educação e dos educadores?
Sérgio Haddad: Essa talvez seja a grande questão: por que a luta da educação é uma luta somente do professor e do sindicato? Por que os pais não se mobilizam para isso? Pesquisas nacionais dizem que os pais estão satisfeitos com a educação. Talvez porque não tenham experiência. Hoje, de fato, as pessoas têm mais escolaridade do que antigamente. As novas gerações têm mais escolaridade do que a geração anterior, e isso já é um ganho. Talvez essa possa ser uma explicação. E acho que se a escola se abrir mais para os pais, se os pais puderem estar mais dentro dela, poderá haver maior engajamento. O próprio sindicato se fecha, não há diálogo com os pais. Teria que se estabelecer uma grande parceria com os pais.
Com tantas cobranças e tantas dificuldades, ser professor(a) é uma atitude heróica?
Sérgio Haddad: Eu diria que hoje, apesar dessas condições, ser um profissional nessa área já é uma grande vitória. Quem se submete a trabalhar nessas condições que estão colocadas para o(a) educador(a)? Precisa realmente ter muita vontade de perseverar e tentar realizar o seu trabalho. E acho que grande parte dos(as) professores(as) tem essa característica.
Que importância teve
o(a) professor(a) para você?
Eu não seria leitor, escritor ou cronista se não fossem algumas professoras que marcaram minha vida e me mostraram o prazer da leitura. Eram professoras incríveis, porque tinham um olhar para dentro do aluno, e isso que eu gostaria que os professores tivessem. É muito complicado, eu sei que hoje é difícil, mas olhem para cada um, mesmo aquele mais rebelde, o mais chato, o mais quieto... Alguma coisa nele tem que o leva a ser daquele jeito. Se o professor não tiver paixão pelo que faz, se não for entusiasmado, se não gostar da escola, mesmo com todas as dificuldades... Mas o que não é difícil? Tudo é difícil. Mas aquela é sua missão, aquele é seu ofício, então se jogue dentro dele, procurando transformar.
Ignácio de Loyola Brandão,
escritor.
Não é tarefa difícil escrever sobre a importância que os professores tiveram em minha vida. Na verdade há que falar sobre a importância que ainda têm, pois continuo como aluna, numa pós-graduação sobre neuropsicologia. Além de nos encantar com o conhecimento que possuem, professores nos estimulam a construí-los. Além de nos assombrar com o muito que há para aprender, professores nos fazem pensar e desejar. Ao pensar, fazemos uma releitura de mundo e ao desejar nos humanizamos, valorizando nossas emoções e as energias que nos impulsionam. Todas as homenagens seriam poucas, pois como educadores que são, os professores nos ensinam a estabelecer relações com o saber. E tais relações são sempre positivas e oportunas.
Rosita Edler Carvalho,
doutora em Educação pela UFRJ e escritora.
Entrevista publicada na edição nº 401, outubro de 2009 do Jornal Mundo Jovem
Li no blog Filosofar é preciso! da Marise Von
quarta-feira, dezembro 30, 2009
Turmas de 2º ano - Escolas Deodoro de Mendonça e Dr. Freitas
A 4ª avaliação está chegando. Lembro-lhes da tarefa valendo 3,0 (três pontos):
Assunto: Pedofilização, cujo resumo deve conter informações sobre o termo, processo e contextualização.
Para auxiliá-lo na elaboração do resumo, indico a leitura (com alguns cortes feitos por mim):
Saiba como fazer o resumo de um texto de forma adequada
Resumir é apresentar de forma breve, concisa e seletiva um certo conteúdo. Em um resumo você vai colocar com poucas palavras as idéias que o autor desenvolveu ao longo de um texto.
Um resumo permite recuperar rapidamente idéias, conceitos e informações, tornando mais fácil de entender, pois saberá encontrar num texto as idéias mais importantes.
Um resumo deve ser:
Breve e conciso: no resumo de um texto, por exemplo, devemos deixar de lado os exemplos dados pelo autor, detalhes e dados secundários.
Pessoal: um resumo deve ser sempre feito com suas próprias palavras. Ele é o resultado da sua leitura de um texto.
Logicamente estruturado: um resumo não é apenas um apanhado de frases soltas. Ele deve trazer as idéias centrais (o argumento) daquilo que se está resumindo. Assim, as idéias devem ser apresentadas em ordem lógica, ou seja, como tendo uma relação entre elas. O texto do resumo deve ser compreensível.
Fonte: Colégio Web no
endereço http://noticias.terra.com.br
Meu comentário: É imprescindível fazer abordagens sobre Pedofilia. A contextualização deverá ser feita com exemplos de letras de música, publicidade, meios de comunicação. Fuja dos exemplos citados nos textos que indiquei. Garimpe você mesmo (a).
Não esqueça de citar as fontes.
Cada passo na elaboração do resumo vale 1,0 ponto. E é assunto de prova.
Bom trabalho!
Assunto: Pedofilização, cujo resumo deve conter informações sobre o termo, processo e contextualização.
Para auxiliá-lo na elaboração do resumo, indico a leitura (com alguns cortes feitos por mim):
Saiba como fazer o resumo de um texto de forma adequada
Resumir é apresentar de forma breve, concisa e seletiva um certo conteúdo. Em um resumo você vai colocar com poucas palavras as idéias que o autor desenvolveu ao longo de um texto.
Um resumo permite recuperar rapidamente idéias, conceitos e informações, tornando mais fácil de entender, pois saberá encontrar num texto as idéias mais importantes.
Um resumo deve ser:
Breve e conciso: no resumo de um texto, por exemplo, devemos deixar de lado os exemplos dados pelo autor, detalhes e dados secundários.
Pessoal: um resumo deve ser sempre feito com suas próprias palavras. Ele é o resultado da sua leitura de um texto.
Logicamente estruturado: um resumo não é apenas um apanhado de frases soltas. Ele deve trazer as idéias centrais (o argumento) daquilo que se está resumindo. Assim, as idéias devem ser apresentadas em ordem lógica, ou seja, como tendo uma relação entre elas. O texto do resumo deve ser compreensível.
Fonte: Colégio Web no
endereço http://noticias.terra.com.br
Meu comentário: É imprescindível fazer abordagens sobre Pedofilia. A contextualização deverá ser feita com exemplos de letras de música, publicidade, meios de comunicação. Fuja dos exemplos citados nos textos que indiquei. Garimpe você mesmo (a).
Não esqueça de citar as fontes.
Cada passo na elaboração do resumo vale 1,0 ponto. E é assunto de prova.
Bom trabalho!
segunda-feira, dezembro 28, 2009
Mensagem
Recebi da Profª Enilda Santos - Projeto Aceleração da Escola Deodoro de Mendonça:
"Alguns homens vêem as coisas como são e dizem 'Por quê?' Eu sonho com as coisas que nunca foram e digo 'Por que não?'." George Bernard Shaw
Agradeço pelo incentivo à ousadia, à realização de sonhos. E por que não?
"Alguns homens vêem as coisas como são e dizem 'Por quê?' Eu sonho com as coisas que nunca foram e digo 'Por que não?'." George Bernard Shaw
Agradeço pelo incentivo à ousadia, à realização de sonhos. E por que não?
sexta-feira, dezembro 25, 2009
Feliz Natal!
É Natal!
Origem:
Universal, abrangente, calorosa assim é a festa de Natal, que envolve a todos. Uma das mais coloridas celebrações da humanidade, é a maior festa da cristandade, da civilização surgida do cristianismo no Ocidente. Época em que toda a fantasia é permitida. Não há quem consiga ignorar a data por mais que conteste a importação norte-americana nos simbolismos: neve, Papai Noel vestido com roupa de lã e botas, castanhas, trenós, renas.
Até os antinatalinos acabam em concessões, um presentinho aqui, outro acolá. Uma estrelinha de Belém na porta de casa, uma luzinha, um mimo para marcar a celebração da vida, que é o autêntico sentido da festa. Independente do consumismo, tão marcante, o Natal mantém símbolos sagrados do dom, do mistério e da gratuidade.
Na origem, as comemorações festivas do ciclo natalino vêm da distante Idade Média, quando a Igreja Católica introduziu o Natal em substituição a uma festa mais antiga do Império Romano, a festa do deus Mitra, que anunciava a volta do Sol em pleno inverno do Hemisfério Norte. A adoração a Mitra, divindade persa que se aliou ao sol para obter calor e luz em benefício das plantas, foi introduzida em Roma no último século antes de Cristo, tornando-se uma das religiões mais populares do Império.
A data conhecida pelos primeiros cristãos foi fixada pelo Papa Júlio 1º para o nascimento de Jesus Cristo como uma forma de atrair o interesse da população. Pouco a pouco o sentido cristão modelou e reinterpretou o Natal na forma e intenção. Conta a Bíblia que um anjo anunciou para Maria que ela daria a luz a Jesus, o filho de Deus. Na véspera do nascimento, o casal viajou de Nazaré para Belém, chegando na noite de Natal. Como não encontraram lugar para dormir, eles tiveram de ficar no estábulo de uma estalagem. E ali mesmo, entre bois e cabras, Jesus nasceu, sendo enrolado com panos e deitado em uma manjedoura.
Pastores que estavam próximos com seus rebanhos foram avisados por um anjo e visitaram o bebê. Três reis magos que viajavam há dias seguindo a estrela guia igualmente encontraram o lugar e ofereceram presentes ao menino: ouro, mirra e incenso. No retorno, espalharam a notícia de que havia nascido o filho de Deus.
Fonte: http://www.arteducacao.pro.br
Universal, abrangente, calorosa assim é a festa de Natal, que envolve a todos. Uma das mais coloridas celebrações da humanidade, é a maior festa da cristandade, da civilização surgida do cristianismo no Ocidente. Época em que toda a fantasia é permitida. Não há quem consiga ignorar a data por mais que conteste a importação norte-americana nos simbolismos: neve, Papai Noel vestido com roupa de lã e botas, castanhas, trenós, renas.
Até os antinatalinos acabam em concessões, um presentinho aqui, outro acolá. Uma estrelinha de Belém na porta de casa, uma luzinha, um mimo para marcar a celebração da vida, que é o autêntico sentido da festa. Independente do consumismo, tão marcante, o Natal mantém símbolos sagrados do dom, do mistério e da gratuidade.
Na origem, as comemorações festivas do ciclo natalino vêm da distante Idade Média, quando a Igreja Católica introduziu o Natal em substituição a uma festa mais antiga do Império Romano, a festa do deus Mitra, que anunciava a volta do Sol em pleno inverno do Hemisfério Norte. A adoração a Mitra, divindade persa que se aliou ao sol para obter calor e luz em benefício das plantas, foi introduzida em Roma no último século antes de Cristo, tornando-se uma das religiões mais populares do Império.
A data conhecida pelos primeiros cristãos foi fixada pelo Papa Júlio 1º para o nascimento de Jesus Cristo como uma forma de atrair o interesse da população. Pouco a pouco o sentido cristão modelou e reinterpretou o Natal na forma e intenção. Conta a Bíblia que um anjo anunciou para Maria que ela daria a luz a Jesus, o filho de Deus. Na véspera do nascimento, o casal viajou de Nazaré para Belém, chegando na noite de Natal. Como não encontraram lugar para dormir, eles tiveram de ficar no estábulo de uma estalagem. E ali mesmo, entre bois e cabras, Jesus nasceu, sendo enrolado com panos e deitado em uma manjedoura.
Pastores que estavam próximos com seus rebanhos foram avisados por um anjo e visitaram o bebê. Três reis magos que viajavam há dias seguindo a estrela guia igualmente encontraram o lugar e ofereceram presentes ao menino: ouro, mirra e incenso. No retorno, espalharam a notícia de que havia nascido o filho de Deus.
Fonte: http://www.arteducacao.pro.br
Publicidade infantil
Li no blog da Professora Gládis Leal dos Santos e quero fazer parte da campanha que combate a erotização precoce entre outras consequências advindas da publicidade.
Portanto, pelo fim da publicidade e da comunicação mercadológica dirigida ao público infantil, acesse:
http://publicidadeinfantilnao.org.br/
in http://professoragladis.blog.br
Portanto, pelo fim da publicidade e da comunicação mercadológica dirigida ao público infantil, acesse:
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quinta-feira, dezembro 24, 2009
Simbologia do Natal
Desde a sua origem, o Natal é carregado de magia. Gritos, cantigas, forma rudimentar do culto, um rito de cunho teatral, o drama litúrgico ou religioso medieval ganha modificações no decorrer dos séculos. Dos templos, a teatralização ganha praças, largos, ruas e vielas, carros ambulantes, autos sacramentais e natalinos. Os dignatários da Igreja promoviam espetáculos. Na evolução da história está a compreensão de todos os símbolos de Natal:
Árvore - Representa a vida renovada, o nascimento de Jesus. O pinheiro foi escolhido por suas folhas sempre verdes, cheias de vida. Essa tradição surgiu na Alemanha, no século 16. As famílias germânicas enfeitavam suas árvores com papel colorido, frutas e doces. Somente no século 19, com a vinda dos imigrantes à América, é que o costume espalhou-se pelo mundo.
Presentes - Simbolizam as ofertas dos três reis magos. Hábito anterior ao nascimento de Cristo. Os romanos celebravam a Saturnália em 17 de dezembro com troca de presentes. O Ano Novo romano tinha distribuição de mimos para crianças pobres.
Velas - Representam a boa vontade. No passado europeu, apareciam nas janelas, indicando que os moradores estavam receptivos.
Estrela - No topo do pinheiro, representa a esperança dos reis-magos em encontrar o filho de Deus. A estrela guia os orientou até o estábulo onde nasceu Jesus.
Cartões - Surgiram na Inglaterra em 1843, criados por John C. Horsley que o deu a Henry Cole, amigo que sugeriu fazer cartas rápidas para felicitar conjuntamente os familiares.
Comidas típicas - O simbolismo que o alimento tem na mesa vem das sociedades antigas que passavam fome e encontravam na carne, o mais importante prato, uma forma de reverenciar a Deus.
Presépio - Reproduz o nascimento de Jesus. O primeiro a armar um presépio foi São Francisco do Assis, em 1223. As ordens religiosas se incumbiram de divulgar o presépio, a aristocracia investiu em montagens grandiosas e o povo assumiu a tarefa de continuar com o ritual.
Fonte: http://www.arteducacao.pro.br
Árvore - Representa a vida renovada, o nascimento de Jesus. O pinheiro foi escolhido por suas folhas sempre verdes, cheias de vida. Essa tradição surgiu na Alemanha, no século 16. As famílias germânicas enfeitavam suas árvores com papel colorido, frutas e doces. Somente no século 19, com a vinda dos imigrantes à América, é que o costume espalhou-se pelo mundo.
Presentes - Simbolizam as ofertas dos três reis magos. Hábito anterior ao nascimento de Cristo. Os romanos celebravam a Saturnália em 17 de dezembro com troca de presentes. O Ano Novo romano tinha distribuição de mimos para crianças pobres.
Velas - Representam a boa vontade. No passado europeu, apareciam nas janelas, indicando que os moradores estavam receptivos.
Estrela - No topo do pinheiro, representa a esperança dos reis-magos em encontrar o filho de Deus. A estrela guia os orientou até o estábulo onde nasceu Jesus.
Cartões - Surgiram na Inglaterra em 1843, criados por John C. Horsley que o deu a Henry Cole, amigo que sugeriu fazer cartas rápidas para felicitar conjuntamente os familiares.
Comidas típicas - O simbolismo que o alimento tem na mesa vem das sociedades antigas que passavam fome e encontravam na carne, o mais importante prato, uma forma de reverenciar a Deus.
Presépio - Reproduz o nascimento de Jesus. O primeiro a armar um presépio foi São Francisco do Assis, em 1223. As ordens religiosas se incumbiram de divulgar o presépio, a aristocracia investiu em montagens grandiosas e o povo assumiu a tarefa de continuar com o ritual.
Fonte: http://www.arteducacao.pro.br
quarta-feira, dezembro 23, 2009
O "Feliz Natal" no mundo

* Brasil: Feliz Natal
* Bélgica: Zalige Kertfeest
* Bulgária: Tchestito Rojdestvo Hristovo, Tchestita Koleda
* Portugal: Boas Festas
* Dinamarca: Glaedelig Jul
* EUA: Merry Christmas
* Inglaterra: Happy Christmas
* Finlândia: Hauskaa Joulua
* França: Joyeux Noel
* Alemanha: Fröhliche Weihnachten
* Grécia: Eftihismena Christougenna
* Irlanda: Nodlig mhaith chugnat
* Romênia: Sarbatori vesele
* México: Feliz Navidad
* Holanda: Hartelijke Kerstroeten
* Polônia: Boze Narodzenie
Fonte: http://www.arteducacao.pro.br
Imagem: http://www.natalpapainoel.com
terça-feira, dezembro 22, 2009
Exageros de Natal
A quadra natalícia apela ao consumismo. Exagera-se na hora de comprar e, por vezes, não se separa o essencial do acessório. Os brinquedos deixaram de ser objectos de brincar.
A tradição não cede um milímetro. Luzes a piscar, árvores com bolinhas de todas as cores, montras repletas de brinquedos, pais natais em todos os cantos, publicidade alusiva à época. É tempo de Natal e o cenário não varia muito de ano para ano. Os carrinhos de compras enchem-se mais do que o habitual e a palavra consumismo volta a entrar no vocabulário do dia-a-dia. Exagero na hora de comprar prendas para os mais novos? Parece que sim. Mas há cuidados a ter antes de mandar embrulhar os presentes.
"Natal, na verdade, dizem-nos os números, é sempre tempo de algum exagero para os mais novos." Alberto Nídio, sociólogo e mestre em Sociologia da Infância, admite que não é fácil contrariar hábitos há muito enraizados. "Reformulá-los, talvez. Concertar estratégias no seio da família e das instituições por forma a que as coisas se racionalizem um pouco e se consiga mesclar o lúdico com o didáctico. Esta será uma boa forma de diluir esta saga consumista que, tal como está, mais não faz do que inundar os quartos das crianças de um mar de brinquedos, com que elas raramente vão brincar, se é que alguma vez mesmo o irão fazer." O brinquedo impera e reina no Natal. "E tantas outras coisas de que as crianças carecem ficam para segundo plano", observa.
As crianças ocupam um lugar central na sociedade, sobretudo nesta época em que o Pai Natal está por todo o lado. "É recorrente, por esta altura do ano, cair sobre as crianças uma chuva de prendas, que pais, avós, tios, padrinhos e alguns amigos mais próximos fazem chegar aos mais pequenos." "É um fartote de prendas que nunca mais acaba." Alberto Nídio apresenta algumas sugestões para tentar contrariar os tais hábitos. Oferecer brinquedos tradicionais, como um pião ou um rapa, e disponibilizar algum tempo para, com os filhos, construir objectos de brincadeira. "Talvez a playstation, o gameboy ou o telemóvel não se importem muito com isso e até gostem de ter uma ventoinha, um papagaio, uma roda com a gancheta ou uma bonita piorra por companhia, sem que ninguém estorvasse ninguém", refere.
Na sua opinião, os pais deviam usar o tempo disponível para "transmitir aos filhos a cultura lúdica do seu tempo de meninice, do tempo em que era pela mão do Menino Jesus que a prenda - uma única prenda e nem sempre um brinquedo - era colocada com ternura no sapatinho, que num cantinho da lareira colocávamos quando a festa da consoada terminava e todos recolhíamos aos quartos para dormir".
"O tempo de brincar e do jogo tem-se tornado um tempo de consumo e de trabalho." Maria José Araújo, investigadora do Centro de Investigação e Intervenção Educativa da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto e autora do livro Crianças Ocupadas, sublinha, em primeiro lugar, que "o consumo é uma actividade colectiva que não afecta especialmente as crianças, mas todos nós". "Os brinquedos e os jogos são, seguramente, um dos sectores de maior consumo e assim são tratados como produtos. As crianças são seduzidas por uma grande máquina de marketing comercial e, nesse sentido, os brinquedos têm vindo a ser desvalorizados pelos adultos que os consideram objectos de consumo, fúteis e desnecessários. São apresentados às crianças como objectos com funções específicas, desvalorizando-se a invenção e a fantasia", constata.
A investigadora admite que o assunto é complexo. Em seu entender, os brinquedos passaram a ser desvalorizados enquanto objectos de interesse cultural. "As crianças, aliás, são consumidoras mas também produtoras, pois ajudam a promover os produtos participando quase sempre em todas as campanhas de promoção." É preciso, portanto, atenção na hora de comprar. "Os pais e encarregados de educação não são consumidores passivos, são actores conscientes. Mas, muitas vezes, compram, sem saber bem porquê, objectos da moda porque os filhos pedem ou simplesmente porque é Natal."
Educar para a cidadania
Manuela Sousa é professora do 1.º ciclo e considera que a perda de valores é uma das principais consequências do consumismo atribuído às crianças. "Já não reconhecem um brinquedo manual como brinquedo. Aliás, ficam muito admiradas para a utilidade do objecto. Acham-se no direito de ter tudo a custo zero. Tornam-se crianças desinteressadas", refere. Por isso, é necessário educar para a cidadania. "Mostrar que há sempre quem precise mais do que nós, que na vida há que diferenciar o essencial do acessório, doar e participar em associações de solidariedade." Outra sugestão passa por trabalhar com materiais reciclados para construir brinquedos e objectos de decoração.
A professora observa o que se passa nesta época e não só. "Quem oferece demonstra uma obrigação de oferecer muito, principalmente em quantidade, provavelmente de modo a colmatar a ausência. Estas ofertas já não se verificam apenas nesta quadra natalícia, mas ao longo do ano. Tenho ainda verificado que, para além da quantidade nas ofertas, estas também são escolhidas em função do preço: quanto mais caras, melhores!" Em seu entender, é importante que pais e filhos conversem sobre os presentes, de forma a seleccionar apenas um. "Será, na minha opinião, benéfico a criança construir os presentes que oferece, como também receber presentes feitos por quem oferece. É importante consciencializar todos os membros da família nessa 'partilha construída' e dar-lhe mais valor. E iniciar essa tarefa desde tenra idade: oferecer um desenho, oferecer um postal (desenho e escrita), oferecer uma pequena história em livro construída pelo próprio, oferecer prendas com material reciclado."
António Gomes tem um filho de 13 anos. "Só poderemos contrariar a tendência do excesso se conseguirmos 'estruturar' a criança, explicando-lhe que o conceito de prenda deve ser visto como prémio e não como algo que se dá porque se quer." Na sua opinião, só uma alteração profunda na sociedade poderá mudar o actual cenário. "Nos dias de hoje, as crianças são consideradas um alvo preferencial para o marketing. Efectivamente uma criança é um potencial consumidor no futuro. E há ainda a pressão dos media, a apresentação de anúncios apelativos que são, na maioria das vezes, manipulados para propiciarem experiências interessantes, que estimulem a procura e o interesse por ter um brinquedo ou outro objecto".
Passou-se do oito para o oitenta. Para António Gomes, os mais pequenos não valorizam as conquistas e as dificuldades porque os pais usam o argumento de não quererem que os filhos passem pelos mesmos obstáculos de quando eram mais novos. E isso reflecte-se na hora de comprar. Muito exagero nas compras de Natal? "De uma forma geral, sim, sem que haja, na maioria da vezes, o conceito da utilidade. Por vezes, os parentes mais directos acabam por contribuir para esse 'exagero'". No Natal, António Gomes procura dar prendas úteis e que tenham um significado. "Que sejam vistas também como prémio pelo trabalho e pelo empenho dos filhos."
Sara R. Oliveira| 2009-12-18
no sítio: http://www.educare.pt
A tradição não cede um milímetro. Luzes a piscar, árvores com bolinhas de todas as cores, montras repletas de brinquedos, pais natais em todos os cantos, publicidade alusiva à época. É tempo de Natal e o cenário não varia muito de ano para ano. Os carrinhos de compras enchem-se mais do que o habitual e a palavra consumismo volta a entrar no vocabulário do dia-a-dia. Exagero na hora de comprar prendas para os mais novos? Parece que sim. Mas há cuidados a ter antes de mandar embrulhar os presentes.
"Natal, na verdade, dizem-nos os números, é sempre tempo de algum exagero para os mais novos." Alberto Nídio, sociólogo e mestre em Sociologia da Infância, admite que não é fácil contrariar hábitos há muito enraizados. "Reformulá-los, talvez. Concertar estratégias no seio da família e das instituições por forma a que as coisas se racionalizem um pouco e se consiga mesclar o lúdico com o didáctico. Esta será uma boa forma de diluir esta saga consumista que, tal como está, mais não faz do que inundar os quartos das crianças de um mar de brinquedos, com que elas raramente vão brincar, se é que alguma vez mesmo o irão fazer." O brinquedo impera e reina no Natal. "E tantas outras coisas de que as crianças carecem ficam para segundo plano", observa.
As crianças ocupam um lugar central na sociedade, sobretudo nesta época em que o Pai Natal está por todo o lado. "É recorrente, por esta altura do ano, cair sobre as crianças uma chuva de prendas, que pais, avós, tios, padrinhos e alguns amigos mais próximos fazem chegar aos mais pequenos." "É um fartote de prendas que nunca mais acaba." Alberto Nídio apresenta algumas sugestões para tentar contrariar os tais hábitos. Oferecer brinquedos tradicionais, como um pião ou um rapa, e disponibilizar algum tempo para, com os filhos, construir objectos de brincadeira. "Talvez a playstation, o gameboy ou o telemóvel não se importem muito com isso e até gostem de ter uma ventoinha, um papagaio, uma roda com a gancheta ou uma bonita piorra por companhia, sem que ninguém estorvasse ninguém", refere.
Na sua opinião, os pais deviam usar o tempo disponível para "transmitir aos filhos a cultura lúdica do seu tempo de meninice, do tempo em que era pela mão do Menino Jesus que a prenda - uma única prenda e nem sempre um brinquedo - era colocada com ternura no sapatinho, que num cantinho da lareira colocávamos quando a festa da consoada terminava e todos recolhíamos aos quartos para dormir".
"O tempo de brincar e do jogo tem-se tornado um tempo de consumo e de trabalho." Maria José Araújo, investigadora do Centro de Investigação e Intervenção Educativa da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto e autora do livro Crianças Ocupadas, sublinha, em primeiro lugar, que "o consumo é uma actividade colectiva que não afecta especialmente as crianças, mas todos nós". "Os brinquedos e os jogos são, seguramente, um dos sectores de maior consumo e assim são tratados como produtos. As crianças são seduzidas por uma grande máquina de marketing comercial e, nesse sentido, os brinquedos têm vindo a ser desvalorizados pelos adultos que os consideram objectos de consumo, fúteis e desnecessários. São apresentados às crianças como objectos com funções específicas, desvalorizando-se a invenção e a fantasia", constata.
A investigadora admite que o assunto é complexo. Em seu entender, os brinquedos passaram a ser desvalorizados enquanto objectos de interesse cultural. "As crianças, aliás, são consumidoras mas também produtoras, pois ajudam a promover os produtos participando quase sempre em todas as campanhas de promoção." É preciso, portanto, atenção na hora de comprar. "Os pais e encarregados de educação não são consumidores passivos, são actores conscientes. Mas, muitas vezes, compram, sem saber bem porquê, objectos da moda porque os filhos pedem ou simplesmente porque é Natal."
Educar para a cidadania
Manuela Sousa é professora do 1.º ciclo e considera que a perda de valores é uma das principais consequências do consumismo atribuído às crianças. "Já não reconhecem um brinquedo manual como brinquedo. Aliás, ficam muito admiradas para a utilidade do objecto. Acham-se no direito de ter tudo a custo zero. Tornam-se crianças desinteressadas", refere. Por isso, é necessário educar para a cidadania. "Mostrar que há sempre quem precise mais do que nós, que na vida há que diferenciar o essencial do acessório, doar e participar em associações de solidariedade." Outra sugestão passa por trabalhar com materiais reciclados para construir brinquedos e objectos de decoração.
A professora observa o que se passa nesta época e não só. "Quem oferece demonstra uma obrigação de oferecer muito, principalmente em quantidade, provavelmente de modo a colmatar a ausência. Estas ofertas já não se verificam apenas nesta quadra natalícia, mas ao longo do ano. Tenho ainda verificado que, para além da quantidade nas ofertas, estas também são escolhidas em função do preço: quanto mais caras, melhores!" Em seu entender, é importante que pais e filhos conversem sobre os presentes, de forma a seleccionar apenas um. "Será, na minha opinião, benéfico a criança construir os presentes que oferece, como também receber presentes feitos por quem oferece. É importante consciencializar todos os membros da família nessa 'partilha construída' e dar-lhe mais valor. E iniciar essa tarefa desde tenra idade: oferecer um desenho, oferecer um postal (desenho e escrita), oferecer uma pequena história em livro construída pelo próprio, oferecer prendas com material reciclado."
António Gomes tem um filho de 13 anos. "Só poderemos contrariar a tendência do excesso se conseguirmos 'estruturar' a criança, explicando-lhe que o conceito de prenda deve ser visto como prémio e não como algo que se dá porque se quer." Na sua opinião, só uma alteração profunda na sociedade poderá mudar o actual cenário. "Nos dias de hoje, as crianças são consideradas um alvo preferencial para o marketing. Efectivamente uma criança é um potencial consumidor no futuro. E há ainda a pressão dos media, a apresentação de anúncios apelativos que são, na maioria das vezes, manipulados para propiciarem experiências interessantes, que estimulem a procura e o interesse por ter um brinquedo ou outro objecto".
Passou-se do oito para o oitenta. Para António Gomes, os mais pequenos não valorizam as conquistas e as dificuldades porque os pais usam o argumento de não quererem que os filhos passem pelos mesmos obstáculos de quando eram mais novos. E isso reflecte-se na hora de comprar. Muito exagero nas compras de Natal? "De uma forma geral, sim, sem que haja, na maioria da vezes, o conceito da utilidade. Por vezes, os parentes mais directos acabam por contribuir para esse 'exagero'". No Natal, António Gomes procura dar prendas úteis e que tenham um significado. "Que sejam vistas também como prémio pelo trabalho e pelo empenho dos filhos."
Sara R. Oliveira| 2009-12-18
no sítio: http://www.educare.pt
domingo, dezembro 20, 2009
Multiculturalismo - algumas considerações
Surgiu na segunda metade do século XX, voltado para a educação, sobretudo na perspectiva de projetos pedagógicos.
O termo é bastante complexo, polissêmico, empregado para designar a composição de uma sociedade por inúmeras culturas, levantando a existência da pluridade cultural, tais como saberes, raças, gênero, religiões... Por outro lado também é empregado para designar políticas, sejam através de ações públicas, sejam pela sociedade civil no sentido de garantir os direitos dos cidadãos.
Na Sociologia podemos utilizar o conceito para analisar a realidade social. No conteúdo programático do 2º ano do Ensino Médio focamos nossa análise no Multiculturalismo crítico (são vários os tipos defendidos por Stuart Hall), discutindo a formação das identidades - cuja essência não é vista como acabada -, das diferenças, desafiando os preconceitos, analisando a construção de discursos no processo histórico sempre no combate à visão etnocêntrica, aos estereótipos, à intolerância.
Nossa proposta pedagógica é de exercitar uma cidadania crítica e democrática.
O termo é bastante complexo, polissêmico, empregado para designar a composição de uma sociedade por inúmeras culturas, levantando a existência da pluridade cultural, tais como saberes, raças, gênero, religiões... Por outro lado também é empregado para designar políticas, sejam através de ações públicas, sejam pela sociedade civil no sentido de garantir os direitos dos cidadãos.
Na Sociologia podemos utilizar o conceito para analisar a realidade social. No conteúdo programático do 2º ano do Ensino Médio focamos nossa análise no Multiculturalismo crítico (são vários os tipos defendidos por Stuart Hall), discutindo a formação das identidades - cuja essência não é vista como acabada -, das diferenças, desafiando os preconceitos, analisando a construção de discursos no processo histórico sempre no combate à visão etnocêntrica, aos estereótipos, à intolerância.
Nossa proposta pedagógica é de exercitar uma cidadania crítica e democrática.
quarta-feira, dezembro 16, 2009
Ministro diz que Brasil requer modelo educacional inclusivo
16 de dezembro de 2009 • 12h06 • atualizado às 12h45
A realização da 8ª Conferência Nacional sobre os Direitos Humanos na semana passada, em Brasília, mostrou a necessidade de se criar um novo modelo educacional, segundo o ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi. De acordo com ele, essa forma alternativa deve desenvolver as potencialidades do jovens para mantê-los longe da criminalidade.
Ao falar sobre o assunto, Vannuchi lembrou que o encontro, com a participação de duas mil pessoas, deu oportunidade a crianças de escolas do Distrito Federal exercitar a cidadania, ao simularem ocupar cargos como os de prefeito e vereador.
"Precisamos de uma política nacional que sobreviva a eventuais mudanças eleitorais que possam ocorrer no próximo ano, nos planos federal, estadual ou municipal. Isso é importante para que tenha continuidade o trabalho de proteção de crianças e adolescentes contra a violência e a exclusão", disse ao participar do programa Bom Dia Ministro.
Segundo o ministro, o Brasil mantém cooperação com países de fronteira e deverá expandir acordos para aumentar a proteção da criança contra o tráfico e as redes de exploração sexual na América do Sul. A ideia é que haja interação de programas envolvendo a inserção escolar e a melhoria da infraestrutura das escolas e da merenda.
Vannuchi destacou que, apesar de o país ter tido melhoras na área social nos últimos anos, não se pode ainda comemorar avanços em relação à educação e à proteção de crianças e adolescentes. "Por isso é preciso trabalhar muito ainda nessa área."
Agência Brasil
no endereço: http://www.noticias.terra.com.br
A realização da 8ª Conferência Nacional sobre os Direitos Humanos na semana passada, em Brasília, mostrou a necessidade de se criar um novo modelo educacional, segundo o ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi. De acordo com ele, essa forma alternativa deve desenvolver as potencialidades do jovens para mantê-los longe da criminalidade.
Ao falar sobre o assunto, Vannuchi lembrou que o encontro, com a participação de duas mil pessoas, deu oportunidade a crianças de escolas do Distrito Federal exercitar a cidadania, ao simularem ocupar cargos como os de prefeito e vereador.
"Precisamos de uma política nacional que sobreviva a eventuais mudanças eleitorais que possam ocorrer no próximo ano, nos planos federal, estadual ou municipal. Isso é importante para que tenha continuidade o trabalho de proteção de crianças e adolescentes contra a violência e a exclusão", disse ao participar do programa Bom Dia Ministro.
Segundo o ministro, o Brasil mantém cooperação com países de fronteira e deverá expandir acordos para aumentar a proteção da criança contra o tráfico e as redes de exploração sexual na América do Sul. A ideia é que haja interação de programas envolvendo a inserção escolar e a melhoria da infraestrutura das escolas e da merenda.
Vannuchi destacou que, apesar de o país ter tido melhoras na área social nos últimos anos, não se pode ainda comemorar avanços em relação à educação e à proteção de crianças e adolescentes. "Por isso é preciso trabalhar muito ainda nessa área."
Agência Brasil
no endereço: http://www.noticias.terra.com.br
segunda-feira, dezembro 14, 2009
Saiu a lista dos vencedores da OBMEP 2009
Parabéns a todos os participantes e vencedores do Estado do Pará na 5ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas.
Especialmente aos alunos Paulo Victor Pereira da Silva e Marcus Vinicius do R. Nunes da Escola Dr. Freitas, pelo Certificado de Menção Honrosa no Nível 3.
Confira a lista de premiação do Pará:
http://premiacao.obmep.org.br/2009/verMenuAlunosPremiados-PA.htm
Especialmente aos alunos Paulo Victor Pereira da Silva e Marcus Vinicius do R. Nunes da Escola Dr. Freitas, pelo Certificado de Menção Honrosa no Nível 3.
Confira a lista de premiação do Pará:
http://premiacao.obmep.org.br/2009/verMenuAlunosPremiados-PA.htm
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